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Lucasramosr09
2 críticas
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3,0
Enviada em 6 de setembro de 2025
Segue minha crítica:
Crítica — Era uma vez em… Hollywood (2019)
Prós
Recriação impecável da época: figurino, cenários, trilha sonora e ambientação transportam o espectador para os anos 60 em Hollywood. Atuações marcantes: Leonardo DiCaprio (Rick Dalton) e Brad Pitt (Cliff Booth) estão em altíssimo nível, com química perfeita. Final surpreendente: a virada tarantinesca que “reescreve” a história real de Sharon Tate é criativa e ousada, funcionando muito bem para quem conhece os fatos. Direção autoral: Tarantino imprime sua marca — ritmo lento, diálogos longos e um clímax sangrento e catártico.
Contras
Dependência de conhecimento prévio: o impacto do filme só se revela totalmente para quem já sabe da tragédia real envolvendo Sharon Tate e a seita de Charles Manson.
Narrativa dispersa: para o público em geral, a trama pode parecer sem pé nem cabeça — acompanhamos personagens soltos até que surge uma violência inesperada.
Nicho específico: é praticamente uma “carta de amor” aos cinéfilos e à velha Hollywood, o que limita sua força universal.
Nota Final
3,5 / 5 Um filme tecnicamente brilhante e cheio de estilo, mas que exige bagagem histórica para ser plenamente apreciado. Para quem conhece a tragédia real, pode ser emocionante. Para o público comum, tende a soar arrastado e desconexo.
"Era uma vez... em Hollywood" de Quentin Tarantino é um mergulho nostálgico na Los Angeles de 1969, revisitando a era de ouro do cinema americano. Com foco nos personagens e menos em sua habitual energia cinematográfica, o filme contrapõe a amizade entre um ator em crise (Leonardo DiCaprio) e seu dublê (Brad Pitt) à história e ao revisionismo. Embora repleto de referências e momentos brilhantes, como o embate cômico com Bruce Lee, o longa busca explorar nuances emocionais e um olhar mais contido sobre identidade e representação, mas nem sempre equilibra humor e drama, resultando em uma obra densa, fascinante e imperfeita.
O filme é uma obra densa e nostálgica que demonstra a habilidade de Tarantino em revisitar histórias e criar personagens memoráveis. A nostalgia e a metalinguagem são bem trabalhadas, mas a tentativa de equilibrar humor e drama às vezes soa inconsistente. Ainda assim, é uma obra relevante e ousada, que expande a zona de conforto do diretor, mesmo que sem a energia característica de seus trabalhos anteriores.
Bem, é um dos meus filmes favoritos do Tarantino, mesmo não assistindo todos seus filmes, ele tem um toque especial, pois o diretor cresceu nessa época de Hollywood e de filmes estrangeiros. Ele domina a arte de conectar as pequenas histórias e juntalas, com seu humor ácido e violência extrema sendo um de suas várias características. Os atores não tem muito que falar, todos tem seu momento como Di Carprio e Brad Pit. Mas, o que me "enfraquece" o filme o seu ritmo lento que em seu caso não me combinou muito, spoiler: cenas como o Brad Pit indo falar com o velho da cabana e cenas mais "contemplativas" fez eu quase desistir de assistir. Porém, na persistência no terceiro ato nos entregar a maior recompensa ( outra características dele de trazer bastante licença poética em filmes baseado em casos) spoiler: a morte do trio e o fechamento de cada personagem. E pelo final a gente entende que ele fez esse filme para mostrar seu amor e satirizar o cinema Hollywoodano. Nota: 8,0
"Era Uma Vez em... Hollywood", dirigido por Quentin Tarantino, é um filme visualmente deslumbrante que captura de maneira impressionante a Los Angeles dos anos 60. A recriação da atmosfera da época, a direção de arte e a trilha sonora são pontos fortes do filme.
No entanto, a narrativa muitas vezes pode parecer desconexa e arrastada, com alguns momentos que parecem não contribuir significativamente para o desenvolvimento da trama. A escolha de enfocar mais a vida cotidiana dos personagens do que em uma trama linear e envolvente pode dividir a opinião do público.
As atuações de Leonardo DiCaprio e Brad Pitt são magnéticas e cativantes, trazendo camadas complexas para seus personagens. A química entre os dois atores é inegável e um dos pontos altos do filme. No entanto, a falta de desenvolvimento de personagens secundários importantes deixa a desejar em termos de profundidade.
O terceiro ato do filme apresenta uma reviravolta inesperada e polêmica que pode dividir a opinião dos espectadores, alguns podem achá-la genial e inovadora, enquanto outros podem considerá-la desnecessariamente chocante.
Em suma, "Era Uma Vez em... Hollywood" é um filme visualmente deslumbrante, com atuações brilhantes e uma ambientação impecável que transporta o espectador para a Los Angeles dos anos 60. No entanto, a narrativa fragmentada e a falta de desenvolvimento de certos aspectos da história podem deixar alguns espectadores desconcertados. Mesmo com seus méritos indiscutíveis, o filme pode não agradar a todos os gostos e expectativas.
Tarantino não precisa mais provar nada a ninguém, aí decide brincar de homenagear os westerns que ele mais gosta. O exagero na metalinguagem torna o filme chato e resulta numa subutilização de Margot Robbie, coitada. Brad Pitt é o melhor em cena.
Leonardo DiCaprio e Brad Pit reinou nesse filme, engraçado e muito bem roteirizado, mas comparado a outros do Quentin Tarantino os outros são muito elevados!
Se filme tivesse focado apenas na história de um velho astro de Hollywood em decadência e no dublê dele mesmo, teria fechado melhor. O papel da Margot Robbie é totalmente dispensável pro filme. O final não faz nem sentido. É interessante de assistir até 2/3, já o final parece que foi feito por uma criança de 10 anos. Como disseram: Se fosse feito por outro diretor, não teria a nota que tem.
Um filme gostoso de assistir, apesar do roteiro ser lento.., a direção de arte desse filme é o ponto forte ! fantástica! Se passa no final da década de 60.., Um roteiro simples , elenco muito bom , um filme de época onde mistura alguns eventos reais , com ficção., alterando o rumo da história , e isso é bem interessante! Não faz parte dos melhores de Tarantino, bem longe disso..., a história é arrastada e pouca coisa acontece.., apenas no final , que o filme fica mais interessante., mas ainda assim é muito bom!
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