Era uma Vez em... Hollywood
Média
3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

5
38 críticas
4
47 críticas
3
34 críticas
2
28 críticas
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Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

148 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de agosto de 2025
ahhh cara um filme bem chatin, com ótimos atores deveria ser muito melhor, bglh nada aver e sem ânimo
Daniel D.
Daniel D.

8 seguidores 187 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2024
Filme fraquíssimo sobre a história de um ator com problemas emocinais e seu dublê bom de briga, o filme é bem sem sentido nenhum e só o que salva são cenas de briga e engraçadas, mas em resumo é muito fraco apesar de ter excelentes atores.
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de maio de 2021
Quem gosta do que faz, coloca gosto e dedicação dando o seu melhor em cada projeto, se superando trabalho após trabalho. Quando atinge a fama e cai no gosto do público, começa a construir sua marca registrada, com elementos próprios definidores de seu trabalho. Um símbolo, uma forma, gesto, imagem. Os melhores profissionais são percebidos de longe, definidos como o crème de la crème de sua área.

Quentin Tarantino iniciou seu trabalho cinematográfico não como um amador, mas como amante da sétima arte, quando ainda era empregado de uma loja de vídeo-locadora. O diretor foi coletando ao longo dos anos uma cinegrafia tão única, variada e fora dos padrões blockbuster de cinema norte-americano, que o colocou em um patamar onde tudo o que produzir terá mil olhos curiosos aguardando.

Agora, a quase trinta anos desde a premier de sua primeira 5ª Sinfonia Pulp Fiction, em seu nono longa Era uma vez em Hollywood... Quentin cria um pastiche nonsense, com muita crítica e rebeldia a uma indústria cinematográfica hollywoodiana, rápida e ávida por novidades, astros e gêneros da vez, fazendo autocrítica até a sua forma de fazer cinema. Por isso, posso afirmar que conseguiu, audaciosamente, criar um perfeito filme anti –Tarantino.

Diante da volta de tantos clássicos dos anos 80 as telonas, Tarantino rebobina os anos dourados, quando ir ao cinema era um passeio moderno, e mostra o outro lado da Meca do Cinema, do ponto de vista dos atores, e as diversas situações que passaram para se manter no cenário. E enquanto mostra este panorama, passeia em uma cinematográfica Hollywood que só existe em nossa imaginação.
Diretores renomados já usaram desta fórmula para construírem grandes clássicos: Scorcese tem a Invenção de Hugo Cabret, Woody Allen fez Café Society. A combinação de grandes diretores e metalinguagem é sempre reveladora nas mãos destes gênios.

Em seus últimos três longas, Tarantino segue o mesmo gênero, faroeste, com seu repertório forte em todos os quesitos técnicos, trilha sonora, enquadramento e fotografia. Menos neste. Sua fórmula foi demais, exagerou na dose, misturou o tom de seus filmes mais famosos, com ótimos diálogos, atores de primeira, mas faltou suas famosas cartas na manga, seus ases e suas canastras absurdas, típicas de Quentin Tarantino. A forma de filmagem escolhida pelo diretor deixa o filme com o tom muito básico, muito solar, querendo destacar o glamour hollywoodiano sem ter criado um clima para tanto. Há muita experimentação de roteiro e direção, revelando um diretor querendo se livrar de velhas formulas, transformando nossa experiência cinematográfica em tragédia.

Infelizmente, para o público em geral, os fatos abordados e os personagens reais ali retratados exigem um certo conhecimento. Acho surreal assistir a um filme que, para entender seu sarcasmo, se faz necessário conhecer as referências. Nas artes plásticas é até interessante ter prévio conhecimento do assunto para apreciar uma obra. Na sétima arte passa a ser vertigem.
Mas Tarantino não se importa com nada disso, aliás, marola o filme todo, estende o que quer dizer, filmando para si mesmo, valorizando cenários, prolongando a construção dos personagens, em cenas muito contemplativas, sem... fazer... nenhuma... questão... em.. mostrar... sua... assinatura.

Deixando a última pipoca do pote para o final, apesar de todos os prós, contras, ações e cortes, Tarantino trouxe a tela, com uma visão peculiar, sua carta de amor ao Cinema.

É o melhor filme de Tarantino? Não é, mas consegue ser uma tentativa bem-sucedida, quando o diretor sai de seu modo operante, e demonstra outras habilidades.

O Cinema, afinal, também é feito de boas histórias.
José Francisco de Oliveira Neto
José Francisco de Oliveira Neto

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de abril de 2021
Vou ser odiado por dizer isso, mas fiquei muito decepcionado com o filme. Uma das razões é que Tarantino parece reservar uma violência crescente contra as mulheres. Isso ficou muito forte neste filme, muito mais gráfico, e já chamou a minha atenção em Bastardos Inglórios. É algo que ele vem aprimorando gradualmente e não consigo apreciar. Mas nunca li um ai sobre isso. Gostei da homenagem a Sharon Tate, mas acho essas mudanças de destino feitas para agradar muito bobas. Também não apreciei a zoação com outros nomes famosos do cinema em favor dos personagens " legais" criados por Tarantino. O visual do filme nem lembrava o início dos anos 70. Enfim, há Tarantinos muito melhores.
Leonardo Emiliano
Leonardo Emiliano

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de abril de 2021
Gostei do caracterização do filme , o visual realmente está bem feito , não curti muito ver um intérprete do Bruce Lee apanhando , achei isso forçado pois dificilmente isso aconteceria mesmo sendo um filme , todo mundo sabe disso. O final foi surpreendente mas achei que foi desnecessário para o enredo.
Eduardo R.
Eduardo R.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de maio de 2020
Ótimas atuações, afinal são atores ótimos. Tem uma história real que ninguém conhece, mas vale a pesquisa. Mas o filme não é bom não, não adianta encher a boca com “é filme do Tarantino”. Levei 3 dias pra terminar, de tão empolgante, mas voltava por curiosidade.
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de maio de 2020
Quem gosta do que faz, coloca gosto e dedicação dando o seu melhor em cada projeto, se superando trabalho após trabalho. Quando atinge a fama e cai no gosto do público, começa a construir sua marca registrada, com elementos próprios definidores de seu trabalho. Um símbolo, uma forma, gesto, imagem. Os melhores profissionais são percebidos de longe, definidos como o crème de la crème de sua área.
Quentin Tarantino iniciou seu trabalho cinematográfico não como um amador, mas como amante da sétima arte, quando ainda era empregado de uma loja de vídeo-locadora. O diretor foi coletando ao longo dos anos uma cinegrafia tão única, variada e fora dos padrões blockbuster de cinema norte-americano, que o colocou em um patamar onde tudo o que produzir terá mil olhos curiosos aguardando.
Agora, a quase trinta anos desde a premier de sua primeira 5ª Sinfonia Pulp Fiction, em seu nono longa Era uma vez em Hollywood... Quentin cria um pastiche nonsense, com muita crítica e rebeldia a uma indústria cinematográfica hollywoodiana, rápida e ávida por novidades, astros e gêneros da vez, fazendo autocrítica até a sua forma de fazer cinema. Por isso, posso afirmar que conseguiu, audaciosamente, criar um perfeito filme anti –Tarantino.
Diante da volta de tantos clássicos dos anos 80 as telonas, Tarantino rebobina os anos dourados, quando ir ao cinema era um passeio moderno, e mostra o outro lado da Meca do Cinema, do ponto de vista dos atores, e as diversas situações que passaram para se manter no cenário. E enquanto mostra este panorama, passeia em uma cinematográfica Hollywood que só existe em nossa imaginação.
Diretores renomados já usaram desta fórmula para construírem grandes clássicos: Scorcese tem a Invenção de Hugo Cabret, Woody Allen fez Café Society. A combinação de grandes diretores e metalinguagem é sempre reveladora nas mãos destes gênios.
Em seus últimos três longas, Tarantino segue o mesmo gênero, faroeste, com seu repertório forte em todos os quesitos técnicos, trilha sonora, enquadramento e fotografia. Menos neste. Sua fórmula foi demais, exagerou na dose, misturou o tom de seus filmes mais famosos, com ótimos diálogos, atores de primeira, mas faltou suas famosas cartas na manga, seus ases e suas canastras absurdas, típicas de Quentin Tarantino. A forma de filmagem escolhida pelo diretor deixa o filme com o tom muito básico, muito solar, querendo destacar o glamour hollywoodiano sem ter criado um clima para tanto. Há muita experimentação de roteiro e direção, revelando um diretor querendo se livrar de velhas formulas, transformando nossa experiência cinematográfica em tragédia.
Infelizmente, para o público em geral, os fatos abordados e os personagens reais ali retratados exigem um certo conhecimento. Acho surreal assistir a um filme que, para entender seu sarcasmo, se faz necessário conhecer as referências. Nas artes plásticas é até interessante ter prévio conhecimento do assunto para apreciar uma obra. Na sétima arte passa a ser vertigem.
Mas Tarantino não se importa com nada disso, aliás, marola o filme todo, estende o que quer dizer, filmando para si mesmo, valorizando cenários, prolongando a construção dos personagens, em cenas muito contemplativas, sem... fazer... nenhuma... questão... em.. mostrar... sua... assinatura.
Deixando a última pipoca do pote para o final, apesar de todos os prós, contras, ações e cortes, Tarantino trouxe a tela, com uma visão peculiar, sua carta de amor ao Cinema.
É o melhor filme de Tarantino? Não é, mas consegue ser uma tentativa bem-sucedida, quando o diretor sai de seu modo operante, e demonstra outras habilidades.
O Cinema, afinal, também é feito de boas histórias.
Renato Rezini
Renato Rezini

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de abril de 2020
Muita enrolação, vc fica vendo as cenas e pensando que vai acontecer algo pra desenrolar uma história, mas as cenas simplesmente acabam e não acontece nada. Só um monte de gente fumando cigarro e maconha o filme inteiro. Aí vc chega a uma conclusão que o Oscar não passa de uma panelinha.
Lucas R
Lucas R

5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de março de 2020
Para um filme ser considerado uma obra-prima, devemos levar em consideração diversos aspectos, dentre eles: fotografia, atuações, roteiro, história, entre outros.
A fotografia e as atuações do filme são impecáveis, nos mostrando diversos aspectos de Hollywood nos anos 60. Contudo, a história deixa muito a desejar. São mais de 2 horas de filme com uma história sem rumo. Por isso, embora consiga ser bom em algumas coisas, em outras ele peca gravemente.
Não sou fã do Quentin Tarantino, mas acredito que é um filme característico dele, então não poderia exigir algo que vá contra. Cinema é uma arte na qual estamos rodeados de estilos diferentes. O estilo do diretor é este, e há quem goste, há quem não goste. Aos fãs do Tarantino, pode ser uma obra de arte.
Layza C.
Layza C.

2 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2020
Era uma vez em... hollywood

• Esse filme é um “Ou comprei uma 24mm vamos chamar uns galãs comprar uns cigarros e bora fazer um filme, que os heteros vão amar, a fotografia vai ficar top”.
•Brad com brusinha da Renner tudo
• A atuação do Leo tá ótima
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