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Luana O.
764 seguidores
557 críticas
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2,5
Enviada em 23 de junho de 2021
Esse filme mais glorifica a atuação de Amy Adam e da Glenn Close, do que agrega uma boa narrativa. A estória é ok, são ótimas atuações, com ajuda de um bom figurino e maquiagem, e tem uma bela fotografia. Baseado numa história real, que poderia ter sido melhor aproveitada.
O filme é sensível, e fala sobre as escolhas que as pessoas fazem durante a vida. Conta a história de um jovem na busca por futuro melhor com muita garra e determinação. As atuações fantásticas e bom roteiro. Baseado em fatos reais.
O inacreditável é olhar essa foto do cartaz e comparar com as pessoas reais.
Um trabalho de maquiagem, figurino e das atrizes sensacional.
O roteiro é excelente. Mostra desde o conflito entre mães e filhos, drogas, problemas psiquiátricos, problemas emocionais, agressões na família, criação de filhos, luta, sacrifício e amor.
Algo que aconteceu de verdade, porque é baseado em pessoas reais e que continua acontecendo nos lares do mundo todo.
Uma lição para os que gostam de minimizar os efeitos das drogas nas famílias , pais, crianças, avós, tios, todos sofrem.
A direção e edição também.
Agora, Amy Adams e Glenn Close dão um show de interpretação e merecem todos os prêmios possíveis.
Faz tempo que Amy Adams, deixou de ser apenas uma linda mulher e tornou-se uma das melhores atrizes da sua geração.
O melhor filme que assisti dos concorrentes aos principais prêmios do ano de 2020.
Filme muito legal. É a realidade de muitas famílias e faz refletir sobre nossas escolhas. Talvez não faça muito sentido para quem nasceu em uma situação favorável.
Era uma vez... Um Pesadelo. "GRITOS E EXAGEROS NÃO DÃO OSCARS"
Ron Howard deve se aposentar agora. Esse filme foi a gota d'água.
Esses filme tem muitos, muitos defeitos um deles é o exagero dramático. Tem uma cena no filme que a Amy Adams tá no carro, o filho fala uma coisa, e ela faz um showzinho que é de dá vergonha. Eu amo Amy Adams, mas aqui ela tá um horror. É uma atuação artificial cheia de gritos, choros, palavrões sem necessidades. Tem uma cena que ela poderia fica muito bem quieta, apenas a linguagem corporal poderia ser expressada, mas a cena é destruída. Ela berra, grita, xinga e etc. O roteiro é uma bagunça. O filme tem uma série de eventos sem conectividade entre si. Nada se complementa. Ele perde foco em todas as situações. O diretor quer apenas te emocionar, mas ele não consegue. Ele exagera em tudo. O ritmo do filme é arrastado demais. Tinha momentos que dava vontade de morrer. A Gleen Close tá operante. Não entendi a indicação ao Oscar, mas ela tenta. A maquiagem é boa. O problema desse filme é que falta ssutileza.Ele gosta de esfregar na cara do expectador.
Era uma vez um sonho é um filme dramatico, bom para passar o tempo, mas peca muito nos personagens. A história é muito boa, mas não o roteiro em si. Glenn Close está perfeita no papel, porém não a conhecemos a fundo, nem o próprio protagonista a gente entende de primeira. O roteiro nos joga um monte de brigas e situações díficies bem pesadas, mas esquece de desenvolver a história.
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