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valmyr b
59 seguidores
277 críticas
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3,0
Enviada em 30 de maio de 2021
Elenco estelar e atuação soberba de Amy Adams. Ideia boa mas meio confusa. Desfecho inesperado mas, afinal, dentro da proposta geral. Leva três estrêlas. Legal.
O filme tem um ótimo elenco, uma boa trilha sonora, mas o roteiro deixa a desejar. Até entendo que precisam adaptar para a linguagem do cinema, mas não fizeram isso muito bem. Tipo, criaram novas cenas, mataram gente que não morre no livro, entre outras coisas. Enfim, talvez eu tivesse gostado caso não tivesse lido o livro, mas como li, só merece duas estrelas.
A única dúvida que tenho é porque raios a Amy Adams até hoje não ganhou um Oscar. Que atriz magnífica!
Maravilhosa atuação, acho que foi uma boa retratação da relação da psicóloga com o terapeuta dela e com a relação dela com o ambiente. Não achei previsível
A Mulher na Janela conta até com um bom plot inicial, mas falha em criar suspenses, com uma direção sem inspiração. Amy Adams está bem como sempre em seu papel, mas uma pena o roteiro não ajudar muito. Achei o final um pouco anti climático e até o filme em si, com quase cena nenhuma da personagem principal na janela, como mandava o título e a sinopse. Suspense morno, que tem um ótimo cast, mas que é pouco aproveitado. Regular.
Vejo todo mundo que deu nota baixa colocando a "culpa no Livro", pois bem eu não li o livro e faço a minha crítica direta ao filme. Só pelo Fato do filme fazer você mudar de opinião umas 2 vezes revelando reviravoltas e ainda por cima ter um final descente pra mim já merece uma nota significativa, vista que os filmes mais recentes estão complicados... Junto a isso, a personagem de Amy Adams, Anna Fox, foi extremamente fantástica. Roteiro de acordo... Suspense fraco mais que acaba prendendo você. pra mim um ótimo filme ! não chega a ser brilhante.... Mãããããsssss muito melhor do que a grande média !
Não sei, não gostei, o filme vai bem até o momento de começar a revelar seus segredos, você espera que virá algo surpreendente e no fim, o que entrega, é só mais um desfecho clichê.
Achei o filme muito fraco. Tinha uma boa premissa, um bom roteiro, mas se perdeu tanto que em algum momento eu não entendi mais o que estava acontecendo. Personagens totalmente sem nexo, história mal feita, porém, os atores são razoáveis, com exceção do Gary Oldman, que é um ótimo ator. Esperava mais desse filme que todos estavam falando, mas acabou sendo só mais um filme ruim, complicado de olhar até o fim.
A Mulher na Janela se utiliza de diversos recursos visuais e sonoros para construir a sua narrativa, que as vezes se sobrepõem aos diálogos, fazendo diversos jogos com ângulos diferentes de filmagem em diferentes situações, a música se intensificando a medida em que as crises de ansiedade da protagonista vão aumentando, as cores, e até mesmo o clima. A maioria desses recursos são excelentes, apesar de alguns serem muito piegas. O suspense é construído de maneira sólida, linear e organizado, porém é raso. No final das contas, a história envolve mais do que entrega e cria um suspense em torno de conclusões previsíveis, embora seja leve e muito fluido e bom de assistir. O filme acerta ao demonstrar como as coisas funcionam na mente da protagonista, nos faz entendê-la e criar empatia por ela, e isso as vezes nos distrai do fato da história principal não ser tão rica. Porém, uma das maiores qualidades na mensagem passada na história é que, apesar das alucinações e ilusões causadas pela medicação e traumas de Anna, ela estava certa sobre tudo que viu, mostrando como acabamos inviabilizando errôneamente pessoas que sofrem com algum tipo de transtorno, sempre duvidando de suas capacidades. No fim, é um bom filme. Apenas.
(Insta: @cinemacrica) - Em claras referências a Alfred Hitchcock, "A Mulher na Janela" desenvolve-se num processo de reverências ao mestre do suspense. Mesmo sendo possível pinçar elementos de clássicos como "Psicose", a obra ampara-se explicitamente em "Janela Indiscreta". Na obra atual, o diretor Joe Wright substitui o engenhoso fotógrafo Jeffries por uma nova-iorquina agorafóbica; uma perturbação caracterizada por sintomas de ansiedade em resposta a situações que a pessoa percepciona como inseguras. Nesse caso, a protagonista, Anna, tem como resposta o enclausuramento em seu apartamento em Manhattan. O cotidiano monótono de reclusão domiciliar é oscilado quando quando uma família muda-se para o apartamento do outro lado da rua. O hábito de bisbilhotar a vizinhança pela janela não exita, mas logo a curiosidade se converte em pânico ao testemunhar um homicídio doméstico. O olhar do diretor não é imparcial, há um viés estilístico em abraçar a jornada da protagonista de modo que a audiência compartilhe de seus sentidos. Por sofrer de agorafobia e fazer uso de medicações, busca-se esclarecer não só a fatalidade, mas também a clareza mental e a confiabilidade com a qual as peças do episódio são sequenciadas. Pode parecer interessante, afinal, os elementos introdutórios convocam de forma explícita a responsabilidade do desenvolvimento de um thriller psicológico denso. Apesar da proposição, seja pelo que foi apresentado ou pela referência a Hitchcock, a esperada densidade não tem o peso da magnitude de grandes obras do gênero. A aflição contínua cede lugar a episódios burocráticos ligados a possíveis devaneios psicológicos, o escopo do suspense disputa espaço com uma exposição clínica disfuncional. Como resultado, não há uma resolução bem acabada, nem no intento primário de constituir um thriller com referências a um clássico, nem de transpor elementos convencionais para serem enriquecidos no campo médico.
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