Me Chame Pelo Seu Nome
Média
4,2
1080 notas

98 Críticas do usuário

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Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2018
Belo roteiro, bem cadenciado, falas precisas, além de show de atuações e fotografia, um pouco lento, mas nada que atrapalhe a experiência com o filme.

Para lê a critica completa, no link abaixo:
http:// parsageeks.blogspot.com. br/2018/02/ cinema-453-me-chame-pelo-seu-nome .html
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2018
“Me chame pelo seu nome e eu o chamarei pelo meu”. Essa frase é proferida num dos momentos mais emocionantes do filme Me Chame Pelo Seu Nome, dirigido por Luca Guadagnino, e representa muito bem o que é o encontro entre o jovem Elio (Timothée Chalamet, indicado ao Oscar 2018 de Melhor Ator) e o estudante Oliver (Armie Hammer): aquele momento em que dois se transformam num só, em que a conexão é tão grande que não se consegue mais pensar em um sem lembrar do outro.

Tudo é propício para que Elio e Oliver se apaixonem. A história se passa numa linda cidade do interior da Itália, onde Elio e seus pais (Michael Stuhlbarg e Amira Casar) passam as férias de verão. Oliver é o norte-americano desconhecido, o novo bolsista de seu pai. Por mais que fosse acostumado com as figuras dos bolsistas (afinal, era um novo a cada verão), a pessoa de Oliver impacta Elio de cara e você vê a necessidade que o jovem tem de agradar, a todo instante, o bolsista.

Tem muita influência nisso o fato de que Elio está vivendo aquele instante da adolescência em que anseia pela descoberta e pela vivência de um grande (provavelmente, o primeiro) amor e de novas experiências. As férias que ele passa na Itália são o ambiente perfeito para que isso aconteça, afinal são muitos jovens reunidos, banhos de rio, festas, paqueras e saídas para a cidade. Oliver se encaixa logo nessa rotina de Elio. Só que, ao contrário do jovem, o bolsista se coloca de uma maneira mais contida, como se estivesse sondando o ambiente ao seu redor e até onde (e com quem) poderia ir.

Tudo isso nos é retratado de uma maneira um tanto bacana pelo roteiro escrito por James Ivory. O fato de o roteirista respeitar o tempo de cada uma das personagens é que faz de Me Chame Pelo Seu Nome um filme muito interessante. Ao vermos o desabrochar de um sentimento que poderia muito bem não ter se concretizado, conseguimos sentir uma empatia enorme por Elio e Oliver – na medida em que quantos de nós não sentiram medo de revelar uma atração, com receio de rejeição ou de terem interpretado mal os sinais que nos são passados.

Além disso, chama a atenção no filme a sensibilidade da direção de Luca Guadagnino. Ao insinuar mais do que revelar, o diretor nos coloca lado a lado da descoberta de sentimentos que as personagens vivem. Estamos junto com Elio e Oliver, com o mesmo frio na barriga e as mesmas dúvidas. Isso também é mérito das atuações de Timothée Chalamet e de Armie Hammer, que ficam num jogo de flerte até o momento em que o sentimento se solidifica. A cena final, da conversa entre pai e filho, também é de uma beleza sem tamanho – quanto acolhimento, quanto amor e quanto respeito! Quem dera que todas as famílias fossem assim!
Maria Clara Almendra
Maria Clara Almendra

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2018
Que filme! Antes de assistir acreditei que era "só" mais um filme abordando a sexualidade como ponto principal. Felizmente, me enganei. Na verdade, vai bem além disso. A simplicidade do roteiro, a leveza das músicas escolhidas, a relação natural de Armie Hammer(Oliver) e Timothée Chalamet(Elio) e a fotografia sensacional me encantaram profundamente. Assim, acredito que, sim, há uma grande possibilidade de vencer o Oscar de Melhor Filme e/ou Melhor Roteiro Adaptado, apesar de ainda não ter assistido todos os filmes que estão concorrendo. Porém, já não creio que Timothée seja agraciado com o prêmio de melhor ator. Gary Oldman em "O destino de uma nação" foi simplesmente fantástico! Enfim, sem mais delongas, recomendo o filme! É uma boa escolha para uma despretensiosa reflexão. :)
Cidinha A.
Cidinha A.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2018
Uau! Fiquei encantada do início ao fim. Já assisti diversos filmes sobre relações Homossexuais, mas nem um deles chega perto de Call Me By Your Name. O filme é uma obra-prima, tem uma beleza sem igual e os atores são maravilhosos. O filme é incrível. E para finalizar com chave de ouro a bela história de amor entre Élio e Oliver, vem aquela conversa entre pai e filho, que posso dizer que me fez chorar, brilhante.
OBS: Timothée Chalamet é maravilhoso, que cena linda em frente a lareira.
Renan Henrique O.
Renan Henrique O.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2018
5 estrelas define o filme como "obra-prima", e, para mim, é a definição perfeita para esse filme.
Impecável no mais puro sentido, é envolvente sem ser apelativo, é lindo sem ser brega, é contemplativo sem ser monótono.
Duas atuações primorosas dos atores principais, mas também apoiados por um roteiro estupendo. É um filme a qual se assistiria muitas vezes com prazer. Foi uma experiência sublime no cinema, e não tenho medo em me rasgar em elogios a esse filme, pois é merecido.
É forma e é conteúdo em sua máxima potencialidade. Para mim, já pode entrar para a história.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Um filme que sabe como tratar sobre amor, perca, encontros e solidão, de uma maneira leve, sem ser forçada, com uma direção muito boa, ótimas atuações mas um excesso de contemplação que acaba por pesar no ritmo do longa. O grande destaque do roteiro não é a historia em si, muito pelo contrario, o argumento do filme é até bem comum, um casal que se apaixona no verão, o grande destaque do filme está presente na construção de personagem, principalmente no personagem de Elio, sua sexualidade é praticamente construída do zero, tal qual suas experiências, desafios e descobrimentos, e diferente da maioria dos filmes que expõe esse assunto forçando sempre uma sexualização extrema, aqui não, aqui vemos deste o despertar do desejo, até o ato final, de uma forma muito lúdica e bela, e seu par romântico, Oliver, também é um personagem muito bem trabalhado, mesmo que o mesmo não seja construído do zero, ainda temos a negação e o descobrimento rondando Oliver sempre. Uma parte boa do filme, é que ele não força em tocar em temas sociais, ou discutir isso ou aquilo, o filme simplesmente é o que é, e isso traz uma naturalidade e beleza incrível a obra. Com uma trilha sonora pautada por musica clássica, temos muitas sinfonias já conhecidas por cinéfilos, e mesmo as vezes ficando estranha em alguns momentos do filme, no contexto geral fica bonita, principalmente quando algum tom é usada de maneira aguda em determinada cena, assustando o telespectador e o personagem, é como se as vezes o filme gritasse, “Ei, não dorme, olha pra mim”, e o filme precisa disso, principalmente pelo seu ritmo lento, que busca uma exploração as paisagens italianas, que mesmo muito bonitas, depois de meia hora enjoa, o filme poderia ter facilmente uns 20 minutos a menos. Timothée Chalamet e Armie Hammer estão ótimos, os dois atores detém uma química incrível, e uma tensão sexual que permeia ambos do inicio ao fim, ambos atores fazem uma atuação brilhante. Um filme que sabe falar sobre descobrimento, um filme que constrói personagens e depois quebra eles, como acontece em nossas vidas, construção, vitória e fracasso, uma personificação do nosso dia dia de uma forma lúdica mas visceral, apaixonante e grotesco, apaixonante e devastador, embora o filme ainda tenha problemas de ritmo e som, ainda é um ótimo filme.
Rodolfo A.
Rodolfo A.

2 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2018
Me chame pelo seu nome seria sublime, caso não fosse um tanto arrastado. Todavia, o filme acerta no restante, fugindo do clichê, o filme nos entrega uma narrativa aconchegante entre sexualidade e amadurecimento. Não diria que a relação entre Élio e Oliver chega a ser "amor", mas sim um amor com começo, meio e fim bem pontual dentro daquele contexto de férias na casa de veraneio. spoiler: O filme só deveria ter explorado um pouco mais a descoberta dos pais em relação aos dois, deixar isso um pouco mais explicito, pois só apenas nas últimas cenas que é dado a perceber pelo espectador que o pai já tinha certeza da relação dos dois, sendo que naquela ambiência, não havia brechas para que terceiros pudessem perceber os detalhes da amizade entre Élio e Oliver
. De toda forma, super recomendo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2018
Ótimo filme! Obra prima do gênero. Roteiro limpo e solido, com o ato final deslumbrante, bem dirigido, inimaginável como o Italiano Luca Guadagnino não ter sido a diretor, uma das grandes injustiças desse ano. Temos um elenco ótimo que conta com Timothée Chalamet, que por sinal tem uma das maiores atuações do ano, séria e extremamente talentosa, onde fala Inglês, Francês e Italiano fluentemente, com diálogos inteligentes e muito bem empregadas, temos ainda Armie Hammer , boa atuação, outro bom ator que está muito bem e teria que ter sido indicado é Michael Stuhlbarg, mas a academia.... inclusive ele está nos grandes filmes indicados desse ano, como Forma Dagua e The Post e em todos está muito bem. Destaque também para trilha sonora show, que embala a ótima estória em me chame pelo seu nome.
Bruno B.
Bruno B.

13 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2018
A mesma euforia de ver Titanic pela 1 vez, a mesma graça de ver Diários de uma paixão pela 1 vez. Melhor filme de romance que eu já vi 
Thiago M.
Thiago M.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2018
Um filme lindo e trata de um tema atemporal.
Ele mostra, acima de tudo, o amor. Esse amor inocente de Elio e Oliver enche a trama com um tom lindo que nos envolve a cada segundo do filme.
As tomadas contínuas e a imagem que nos levam para a década de 80 no norte da Italia nos deixam cada vez mais próximos da trama, e sempre nos surpreende.
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