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    Me Chame Pelo Seu Nome
    Média
    4,2
    931 notas
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    80 Críticas do usuário

    5
    39 críticas
    4
    22 críticas
    3
    8 críticas
    2
    7 críticas
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    4 críticas
    Carlos A.
    Carlos A.

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    5,0
    Enviada em 20 de janeiro de 2018
    Os angulos escolhidos pela camera, a qualidade tecnica da imagem, que realmente nos transporta para os anos 80,a atençao aos detalhes e as belas paisagens transformam assistir o filme num deleite. Talvez haja um pequeno erro de ritmo durante o meio da narrativa, aspecto que não compromete. Alem do romance explicitado, existem varias outras pequenas estorias contadas pelas imagens, das quais destaco a cumplicidade e sintonia dos pais do protagonista, a visao dos europeus acerca do forasteiro, a relaçao entre empregados e os patroes. A beleza da locaçao torna o filme delicioso. Tanto as tomadas externas quanto as internas estao sempre adornando o agir das personagens. A musica eh agradável e situa o expectador no tempo, fugindo de cliches mais obvios. O ator responsável por interpretar Elio consegue expressar a instabilidade emotiva adolescente residente em.sua intimidade, vez ou outra camuflada aos outros por uma postura de tédio ou enfadamento.
    Alem da obvia diferença de idade, ha algo no filme que faz lembrar o controverso filme "for a lost soldier", talvez o fato de que em ambos, a relaçao de amizade e envolvimento parece se dar entre duas pessoas que se reconhecem um no outro, por algo que ambos partilham, uma sintonia atemporal, cuja idade cronológica dos envolvidos eh irrelevante.
    spoiler: Ao contrario do que alguns possam julgar, o receio do Estudante americano nao eh com qualquer problema legal em razao do romance que se desenvolve , mas sim em razao de uma suposta quebra da confiança mantida para com seu professor e com sua esposa, ora, seus senhorios.

    Eh um filme onde o amor permeia varias frequencias: a relaçao entre os pais, a relaçao com a musica, com a poesia, com a historiografia, a relaçao entre amigos , a relaçao pai e filho e, obviamente, os protagonistas.
    Nao ha como nao desejar estar nas cenas do filme, spoiler: seja tomando um suco de apricot, ou desfrutando da boa companhia dos senhorios, ou, ainda, andando de bicicleta pelas estepes.
    As personagens sao cativantementeque construídas, fazendo com que nos afetuemos a todas elas, no meu caso, sem exceção. Ha ainda um saudoso retrato da decada de 80 no hemisfério norte, onde parecia haver mais liberdade e menos julgamentos que hoje.
    Existe uma fantastica relaçao criada pelo diretor que gira em torno da historiografia do filósofo pré-socrático heraclito, o Rio e as duas principais personagens, que, talvez, so consiga captar aquele que conhece um pouco do pensamento desse filo só fo.
    Finalmente, o discurso final do pai de Elio nos brinda com a sinceridade e sabedoria que poderia ser chamado de "instruçoes para bem viver" ou, "instruçoes para bem amar", algo que merece ser revisto e reflexionado.
    Fez me lembrar uma celebre frase de uma Irmã de carodade ainda mais celebre: " quem julga as pessoas nao tem tempo para ama-las".
    Enilson S.
    Enilson S.

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    5,0
    Enviada em 9 de janeiro de 2018
    É um filme envolvente, tem ótimas paisagens e um roteiro incrível. Os atores não se tornam caricatos o que deixa o filme ainda melhor, com certeza merece todas as premiações desse ano.
    Carolina C
    Carolina C

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    5,0
    Enviada em 7 de fevereiro de 2018
    "Masterpiece". Que filme, que película, que delicadeza, que sutileza, que docilidade! Um filme que retrata a homossexualidade da forma mais doce e amarga possível. E se tivéssemos tantos mais Senhores "Pelman" na vida real, teríamos com certeza lares bem menos destrutivos e destruídos por preconceitos estabelecidos por pessoas que nunca explicaram o porquê deles existirem. Apesar da história central girar em torno de Elio (Timothée Chalamet) e Oliver (Armie Harmer, maravilhoso) e apesar de só aquele estar concorrendo ao Oscar, o personagem mais singular e que faz a trama toda valer a pena é o Sr Pelman. Ele é a resposta de todo o contexto psicológico do filme e tem a melhor fala ao final do filme com o filho.
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    4,5
    Enviada em 24 de dezembro de 2017
    Um roteiro bem interessante. Se trata de amadurecimento. Mesmo com a descoberta, novas experiências, a sexualidade, o primeiro amor e um coração partido, temos as questões tratadas com a maturidade do personagem e de seu entorno, fugindo completamente do clichê de aceitação e preconceito. É sobre não ter certeza se fora correspondido, aceito, o frio na barriga, a raiva da recusa e o deleite do êxito. Com uma linda fotografia, diálogos inteligentes e uma grande aflora cultural, ainda temos de plano de fundo os lindos campos italianos em seu melhor verão, fazendo todas as emoções emergir. No fim estamos tão apaixonados quanto Elio e Oliver, mas perdidos em meio a improbabilidade desse encontro veranista e ilusionista.
    Naldo E.
    Naldo E.

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    4,5
    Enviada em 19 de janeiro de 2018
    Filme de grande beleza, tocante, inteligente e sem apelações. Filme fala de aproveitar o momento, o romance, a oportunidade. A conversa com o pai no fim do filme é imperdível!
    Rogerio S.
    Rogerio S.

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    2,5
    Enviada em 6 de abril de 2018
    Vamos falar a verdade se o menino da história fosse uma menina, ou seja um filme hetero, a nota dele seria no máximo 2.5, que foi a nota que eu dei.
    Mas por ser um filme gay, a maioria dá nota máxima. Foi a mesma coisa com Moonlight ano passado.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    0,5
    Enviada em 1 de janeiro de 2018
    O jovem Elio está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda com a chegada de Oliver, um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai.

    Filme muito ruim com uma história morta e sem emoção, que adiantei quase todo de tão cansativa que foi não consigo entender Como está sendo cotado para um dos que concorre ao Oscar🌟
    Guilherme M.
    Guilherme M.

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    2,5
    Enviada em 29 de janeiro de 2020
    Um filme ok e superestimado, e antes que algum idiota venha falar que eu sou homofóbico, eu gostei de Moonlight, porém esse filme não tem nada extraordinário a não ser a trilha sonora, as paisagens e a fotografia, se substituir o romance Gay por um romance hétero, o filme se torna comum, logo percebe-se que ele se sustenta apenas pela premissa LGBT, na minha opinião muito atropelado romance nada introdutório, quer assistir um filme que passe a sensação de estar sendo construído um romance, assista "O Segredo de Brokeback Mountain", este aqui é só mais um filme europeu do padrão Óscar que já premiou e indicou tantos filmes que não foram merecedores de tanto holofote, assim como este. Nota: 5,5/10.
    Eliezer Andrade
    Eliezer Andrade

    Seguir usuário 6 seguidores Ler as 76 críticas

    0,5
    Enviada em 5 de maio de 2020
    Mais um da série: como foi ser indicado ao Oscar? Se você é um desses críticos non sense que vê poesia em uma folha caída ao chão: esse é o seu filme! Se você ama As Horas e Encontros e Desencontros, assista esse filme!
    Agora, se você é uma pessoa comum em busca de bom entretenimento: fuja, corra e cai fora!
    andersonweiser
    andersonweiser

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    2,5
    Enviada em 8 de janeiro de 2018
    Filme bem feito e sensível. Beira os limites da sexualidade na preconceituosa sociedade moderna. Me incomodou fato de um garoto menor de idade - 17 anos - ser seduzido por um homem. Não fosse a a aceitação dos pais, esse filme poderia configurar nitidamente na história de um crime de corrupção de menor, o que traria ao espectador um tom de denúncia. A presença do pai resiliente e compreensivo é um afago e dá a leveza e alívio necessário para que Elio brilhe, literalmente, até o final do filme. Contudo, achei arrastado e Woodyalleniano travestido de novela Terra Nostra mexicana com casal do mesmo gênero.
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