Me Chame Pelo Seu Nome
Média
4,2
1080 notas

98 Críticas do usuário

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Emanoel B.
Emanoel B.

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5,0
Enviada em 28 de maio de 2018
Verdadeiro romance de verão. Adorei, linda fotografia, trilha sonora, elenco. Preciso ler o livro e gostaria muito de um segundo, pra ver o futuro do Elio. Eu queria morar na mansão da família do Elio, que lugar lindo, que pêssegos! Preciso!!!!!!!!!!
Luan Fernandes
Luan Fernandes

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de maio de 2018
O filme é excepcional.. Realmente, demora um pouco pra história se desenrolar, e também um pouco confuso, mas nada que você não entenda e fique esclarecido depois.. ótimo filme..
Danilo S.
Danilo S.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de abril de 2018
O melhor filme nessa temática(GLS) do último ano, e um dos melhores filmes de 2017, muito superior a este, e incrivelmente pouco conhecido, se chama: O Reino de Deus (GOD'S OWN COUNTRY, no original).
Rogerio S.
Rogerio S.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de abril de 2018
Vamos falar a verdade se o menino da história fosse uma menina, ou seja um filme hetero, a nota dele seria no máximo 2.5, que foi a nota que eu dei.
Mas por ser um filme gay, a maioria dá nota máxima. Foi a mesma coisa com Moonlight ano passado.
Leonardo G. Wild
Leonardo G. Wild

8 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de abril de 2018
Um filme sobre amor contra a sociedade, e principalmente contra si mesmo.
A narrativa nos leva a conhecer o nascimento do primeiro amor aos olhos de um jovem que quer se mostrar independente, mas ao mesmo tempo ainda não sabe o “molejo” da relação amorosa.
Uma trama calma, porém não arrastada, que permite conhecer os personagens, dando a eles varias camadas.
Com o uso de uma trilha sonora nostálgica e clássica. Uma fotografia clara, com baixo contraste e bastante marcada pelo uso de cores fortes.
Um filme de natureza mais alternativa. Sem grandes acontecimentos típicos dos romances americanos. Mas que impressiona pelo poder que a simplicidade pode passar intensidade a quem está vendo a trama se desenrolar e torcendo pelos personagens
Luan C.
Luan C.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de abril de 2018
Amei o filme! O filme mostra, de forma carinhosa, o lado sensível do ser humano. Nos mostra, ainda, que existem pessoas especiais que nos servem de extensão para exteriorizar algo que sentimos. A atuação de Timothée Chalamet (Elio) é incrível.
Murilo C.
Murilo C.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de março de 2018
Paisagens lindas que nos fazem sonhar,grande atuação do francesinho,músicas bastante palatáveis,pecou apenas por cenas algo repetitivas,3 estrelas e meia.
Natália B.
Natália B.

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2018
filme muito lindo, mostrando as descobertas de um adolescente. Apenas achei um pouco lento, mas o final é belíssimo. Atuação maravilhosa de Timothée Chalamet.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2018
Um belo filme sobre a descoberta da sexualidade na adolescência, que se passa no início dos anos 80, em algum lugar da belíssima Itália. Um roteiro adaptado digno do prêmio do OSCAR a James Ivory, porém esbarra no ritmo um pouco lento, o filme engrena depois com as mensagens que se passa sobre a relação entre PAIS e FILHOS. Excelente atuação do jovem ator TIMOTHÉE CHALAMET na maioria das cenas. Recomendo a todos, com destaque para cena do PAI, em que ele discursa, onde as lágrimas rolam.
A A.
A A.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de março de 2018
O monótono pode ser um empecilho aos primeiros momentos do longa, que passa a demonstrar e revelar seus protagonistas aos poucos.
Belas imagens do verão italiano são transmitidas, impressionantes vistas, que podem ser retiradas da tela e expostas como quadros. Uma impecável trilha sonora, que enquadra cada momento exato.
Passado o lento começo e conhecimento dos personagens, a trama se sucede através do início de uma paixão entre os protagonistas, Elio e Oliver, de forma intensa e que permite maior visibilidade dos pensamentos dos dois.
Depois do romance concretizado por si só, o ápice da felicidade fora alcançado, desta margem em diante, poucos mais são os momentos de alegria, para habilitarem a dor da tristeza.
Aprimorando a cada imagem e diálogo o contato afetivo com o espectador, excede em sentimento e descobertas que se traspassam de forma excelente, principalmente pela atuação de Timothée Chalamet e Armie Hammer como par.
Com a afeição em seu máximo, o enredo desmonta tanto o personagem, quanto o seu público. No término de uma estação, a angústia aumenta a cada passo, isso demonstra – por opção sensata – a atitude madura, e a representação de crescimento dos protagonistas, desta maneira o conflito leva adiante o fim da produção.
De forma extremamente eficaz, os fatos encaixam-se, e a similaridade com a realidade complementam o incrível desfecho desta ótima produção, que mesmo diante dos créditos, continua a tomar toda atenção e doação do observador.
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