Bom filme, me surpreendeu muito por ter uma narrativa diferente e o filme nos fazer imaginar várias situações que estes personagens passaram. É um filme com boas atuações e o final emociona para não ser diferente.
O filme é bom, não se trata de um drama de dor, sofrimento do modo que te torture, mas sim direcionado a esperança, o filme tem uma boa atuação dos personagens principais, um fotografia simples mas muito bonita mas o maior ponto desse filme é retratar de modo real a dor, junto ao amor e a esperança, do começo ao fim a conexão é que da a força para tudo continuar e é isso que encanta, vale a pena, não é nada surpreendente mas não é um filme ruim.
Do ponto de vista narrativo, Vidas à Deriva, filme dirigido por Baltasar Kormákur, é bastante corajoso. Logo na primeira sequência do longa, a gente já sabe um pouco sobre o destino de Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharp (Sam Claflin). O que o diretor faz, logo em seguida, é alternar as linhas narrativas entre o presente e o passado para podermos compreender como Tami e Richard chegaram naquela situação.
Baseado em uma história real, Vidas à Deriva se passa no paradisíaco país Taiti, onde Tami e Richard se conhecem. Os dois são espíritos livres e aventureiros. Ela chegou ao país com um ticket de entrada e sem previsão de volta. Ele, por sua vez, estava por lá de passagem, numa pausa da viagem de volta ao mundo a bordo de seu veleiro. A atração entre os dois é imediata e, além de companheiros de vida, os dois se tornam parceiros de viagem.
Quando aceitam a proposta de um casal amigo de Richard, de levarem de volta o veleiro deles até a cidade de San Diego, o casal se vê, em determinado ponto da viagem, preso em um furacão, que assola a embarcação deles. É aí que nos vemos no ápice de Vidas á Deriva: a luta pela sobrevivência em uma conjuntura bastante inóspita e a torcida pela possibilidade de chegar em terra firme ou pelo milagre de serem resgatados por algum outro navio ou veleiro.
Vidas à Deriva segue muito o exemplo de outros filmes desse gênero, como Até o Fim, de J.C. Chandor, e Mar Aberto, de Chris Kantis. A plateia se conecta ao conflito principal destes personagens, ao ponto de nos sentirmos agoniados, tristes e impotentes com tudo aquilo que eles passam. Talvez, o ponto mais positivo do longa é acompanhar a transformação pela qual Tami passa no decorrer da história. De marinheira inexperiente, cabe a ela a função de tentar manter o barco em pé e as esperanças em primeiro plano.
Eu amei o filme, por demonstrar o que vem se perdendo o " amor" tão lindo ver que ela sobreviveu por não aceitar a perda do home que amava. Eu e uma amiga falamos muito do filme e muito bom saber que foi baseado em uma história real.
Sim, nós já vimos uma história de alguém à deriva no mar, e eu particularmente gosto de filmes nesse gênero pois gosto de ver o esforço que a direção, o roteiro, e a produção fazem pra construir uma narrativa em um ambiente com poucos recursos como esse em questão. E "Adrift" consegue se resolver bem, conta uma história em tempo psicológico, com analepses que estão ali para nos fazer envolver com os personagens e entender toda a situação, e elas conseguem fazer isso muito bem! Shailene Woodley a verdadeira estrela desse filme, traz uma atuação impecável e digna desse longa, juntamente com Sam Claflin, que contribui bastante na trama também. A reviravolta do filme pode arrancar uns: "aaah não acredito!", "mentiraaa!", da plateia, ou até mesmo uns choros como pude notar na sessão que fui. O filme conta uma ótima história de sobrevivência e de amor, não hesite em levar seu (ua) companheiro (a), ah e se você for desses... leve um lenço... eu me arrependi disso depois hahaha! Portanto, é um filme muito bom! "Adrift" traz uma bela montagem, história envolvente, e porque não, um choro?
Entre belas vistas de um céu vermelho estonteante e a imensidão do mar, sentimos o sofrimento e a agonia dos sobreviventes na pele. Com uma montagem digna de Oscar - sim, caímos que nem patinho no plot Twist devido ao excelente trabalho de edição - temos duas narrativas que se entrelaçam para nos deixar curioso e interessado, afinal, a cena inicial do filme supostamente deveria estar no fim do segundo ato. Também admirável o trabalho de direção, especialmente no clímax, em que a câmera acompanha os movimentos intensos das ondas violentas, causando mal estar até em quem tá assistindo: uma cena de ação muito bem trabalhada do início ao fim. Outras boas ideias de câmera, como metade under e metade out water. O filme só peca por ser muito expositivo, querendo nos certificar várias vezes se entendemos o que acabamos de ver. Também o romance entre os dois poderia ser um pouquinho mais desenvolvido, pois as cenas finais seriam mais emocionantes. Fora isso, temos boas atuações, boa trilha sonora e um surpreendente filme.
Filme bem equilibrado onde o casal brilha, especialmente Shailene Woodley. Drama sem exageros e um roteiro que consegue te prender até o fim, e, mesmo jogando as respostas de cara, só nos damos conta quando já aconteceram.
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