Nada a Perder - Contra Tudo. Por Todos: Recentes críticas
Nada a Perder - Contra Tudo. Por Todos
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Carlos Taiti Yaguinuma
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3,5
Enviada em 5 de abril de 2026
Nada a Perder – Contra Tudo, Por Todos
Lançado em 2018, com aproximadamente 130 minutos de duração, Nada a Perder é um drama biográfico inspirado na trajetória de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. A produção mistura linguagem cinematográfica com elementos quase documentais para contar uma história marcada por fé, perseguições, conflitos institucionais e decisões que mudaram o cenário religioso e midiático do Brasil.
Dirigido por Alexandre Avancini, o filme é a primeira parte de uma narrativa dividida em dois capítulos, sendo continuada posteriormente por Nada a Perder 2: Não Se Pode Esconder a Verdade.
Principais atores e personagens Petrônio Gontijo — Edir Macedo Day Mesquita — Ester Bezerra Dalton Vigh — Roberto Augusto Beth Goulart — mãe de Edir Eduardo Galvão — jornalista investigativo Estória
A narrativa começa ainda na infância de Edir Macedo, revelando um episódio marcante de sua vida: o trauma emocional causado pela deformidade em suas mãos, algo que se torna símbolo das inseguranças e desafios que ele enfrentaria ao longo da vida.
Mas é também nesse período que a fé começa a surgir como um elemento transformador.
Um dos momentos mais marcantes do início da história é a cura de sua irmã, episódio que desperta em Edir uma profunda experiência espiritual e o leva a tomar uma decisão radical: dedicar sua vida à pregação do evangelho.
O filme acompanha então seus primeiros passos no ministério religioso. Inicialmente ligado a uma igreja tradicional, Edir acaba enfrentando frustrações e limitações institucionais, o que o leva a buscar novos caminhos.
É nesse processo que surge sua parceria com R. R. Soares, seu cunhado, com quem inicia um novo trabalho evangelístico. No entanto, divergências de visão acabam levando à separação.
A partir daí nasce o que se tornaria um dos maiores movimentos religiosos do Brasil: a Igreja Universal do Reino de Deus.
O crescimento da igreja é retratado de forma intensa. O filme mostra como Edir investe em rádio e televisão, ampliando sua mensagem para milhões de pessoas.
Quando a história chega a São Paulo, o tom da narrativa se torna ainda mais dramático. O filme retrata um período de forte oposição — envolvendo conflitos políticos, disputas jurídicas e críticas de setores da sociedade, incluindo instituições religiosas tradicionais.
Um dos momentos mais marcantes é a negociação para a compra da Rede Record, envolvendo tratativas com Silvio Santos, algo que transformaria profundamente o cenário da comunicação no país.
Quando parecia que a trajetória finalmente encontraria estabilidade, surge um novo golpe: a prisão de Edir Macedo, episódio que se torna um dos pontos dramáticos centrais da história.
Vida pessoal
Paralelamente à trajetória pública, o filme também apresenta o lado familiar de Edir.
Seu relacionamento com Ester é mostrado como um dos pilares emocionais de sua vida. Juntos, enfrentam desafios intensos, incluindo o nascimento da segunda filha com graves complicações na formação do rosto e da garganta.
Esses momentos dão ao filme um tom mais humano, mostrando que, por trás da figura pública, existe uma família enfrentando dores e incertezas.
Outro momento simbólico retratado é o gigantesco encontro de fiéis no Estádio do Maracanã, evento que reuniu uma multidão histórica e que, segundo a narrativa do filme, chegou a superar a presença registrada em visitas papais ao estádio.
Reflexão sobre o filme
Nada a Perder não é apenas um filme biográfico — ele funciona quase como um registro cinematográfico de uma trajetória de fé e convicção.
A atuação de Petrônio Gontijo é um dos grandes destaques. Ele consegue transmitir um Edir Macedo determinado, mas também humano, alguém que carrega dúvidas, pressões e responsabilidades gigantescas.
O filme também conta com participações sólidas de atores experientes como Dalton Vigh e Beth Goulart, que ajudam a dar peso dramático à narrativa.
Mais do que mostrar uma história religiosa, a obra busca transmitir algo maior: a força da decisão baseada na fé.
Independentemente da posição do espectador em relação à figura retratada, o filme apresenta uma jornada marcada por convicção, coragem e perseverança diante da adversidade.
⭐ Avaliação final
Nada a Perder – Contra Tudo, Por Todos é um drama biográfico que aposta na força de uma história real marcada por fé, conflitos e grandes decisões.
Mesmo com uma narrativa que por vezes assume um tom quase documental, o filme consegue emocionar ao mostrar o impacto da determinação de um homem que acreditou em sua missão.
É incrível como a igreja pode exercer influência sobre seus seguidores, o que pode ser notado pelas críticas positivas a este filme, que pinta de super herói um senhor como este. O filme é deprimente.
Já da pra ver q o filme é ruim, mas como os seguidores da igreja vem aqui colocar 5 (pontuação máximo no Adoro Cinema) só pra fazer o filme "crescer dentro do site"...de 6.300 críticas, 5.300 são 5 estrelas, PORRA, o filme deve ser bom pra caralho!
A maioria das notas que estão aqui são de fanáticos, que não estão dando a nota para o filme, mas sim para o pastor que defendem. O filme é muito ruim.
Mentira do começo ao fim, péssimo, forçado, parcial. Lixo. quem assite já se arrepende no primeiro minuto, mas continua com a esperança de melhorar, o que não acontece até o fim... na verdade, só piora! Só assisti pq ganhei o ingresso e a passagem.
Primeiro de tudo tenho que dar nota alta por ter participado do filme rs. Segundo porque mostra a realidade do que acontecia e ainda acontece quando a mídia manipula as informações e os pensamentos das pessoas contra algo ou alguém.
O filme nacional mais fraco de roteiro, fotografia e direção que eu já vi. Atuação uma porcaria completa, sem contar as mentiras e a farsa de "sucesso" que colocaram. Assisti com uma amiga evangélica e nem ela conseguiu terminar de vê-lo tamanha a falta de competência cinematográfica Uma vergonha que tantas pessoas deram nota máxima a esse lixo, propriamente dito.
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