Superestimado, supervalorizado e maximizado por sua causa identitária, é bom sim, mas pra mim e bem aquém de filmes que me emocionaram como “Divertidamente” e “Coco”.
Soul é um filme que fala do existencialismo de uma forma bem leve, retratando a vida de um músico que tem seus sonhos em tocar em uma banda e fazer sucesso como talentoso pianista, o filme traz vários questionamentos, como por exemplo, o que o motiva? Até onde pode chegar com essa motivação? E qual o sentido da vida e seu propósito na terra? O filme por abordar um tema complexo, muitas pessoas terão problema de entender a proposta do filme, pois exige uma certa vivência do telespectador. Logo, o público infantil, devido a sua imaturidade não conseguirá entender a obra pela sua complexidades , e o público mais velho não se conectará ao filme por ter um jeito bobo de contar a história. Soul é um filme com boas mensagens inspiradoras, porém não consegui me conectar ao filme, logo achei que as partes divertidas não divertem e as partes emocionantes não emocionam.
"Soul" consegue desenvolver bem sua ideia, com ótimos personagens e uma visual incrível não só pela impecável a animação mas também pela personificação do pré vida e seus guardiões com suas linhas humanoides, é um conceito incrível e muito inteligente.
O roteiro é bem trabalhado, fala sobre o amor e o propósito de vida ao mesmo tempo que quebra esse conceito, mas levanta sempre a bandeira da paixão por algo, sobre a beleza de viver e sobre o amor ao próximo e a arte.
A personagem da 22 representa a virtude da falta de ignorância ao mundo e seu conhecimento a todo sofrimento que a vida representa, Joe é um homem que tem apenas um propósito de vida e se limita a apreciação da beleza intrínseca a vida, são personagens que se complementam e funcionam muito bem.
"Soul" não é perfeito, faltou muita coragem no terceiro ato de seus diretores, temos uma boa narrativa construída e um final fraco e covarde, falta também o melhor uso da musica e do humor, principalmente na conversação da 22 com personagens históricos. Nota 7,5/10
Um professor amante de jazz tem sua grande chance até que morre acidentalmente e deve tentar retornar a sua vida. Uma história bem complexa que retrata sobre vida após a morte, interesses, motivações, propósitos de vida. Reflexivo e bem sério, maduro. Esperei ter aquele ponto de clímax, porém não ocorreu. Talvez esperava demais. O filme é muito bom, design de personagens e visual da cidade de Nova Iorque está incrível. A história por ser muito abstrata talvez poderia ter sido melhor trabalhada. Bem legal.
Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx no áudio original) é um professor de música que sonha em deixar sua marca no jazz e consegue uma oportunidade de ouro, mas perde a chance de sua vida —literalmente— ao sofrer um acidente.
dos mesmos criadores de divertida mente mais uma grande animação da Disney, que realmente emociona e deixa uma mensagem muito bonita, um filme para curtir com toda a família
Soul é a Pixar sendo Pixar, piadas bem colocadas , personagens fofos e emocionante. Divertido acompanhar a jornada de Joe e a 22 em busca de um caminho. As respostas de quem sou e para onde eu vou, não são respondidas, porém ajuda a pensar e refletir. A Pixar tem a facilidade de fazer filmes infantis que agrada os adultos também, com temas delicados como a morte. Soul não é o melhor filme da Pixar, porém a trilha sonora maravilhosa e a sensação sensorial q o filme consegue te teleportar vale ver e se divertir e que sabe até se emocionar.
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