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Livia Barbati
1 crítica
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5,0
Enviada em 23 de agosto de 2021
Um filme encantador. Fotografia, trilha sonora, personagens, cenários, efeitos especiais. O gracioso boneco de madeira Pinóquio, sua fadinha protetora, a tia lesma, arrastando-se pela casa nos encantam do princípio ao fim. Até o que nos causa repulsa, também nos encantam. Mais uma direção primorosa de Matteo Garrone. Merece premiações sim. E elas virão. Pela graça do boneco menino, pela sua personalidade dócil e decidida, pelo que nos ensina, pelo que surpreende, por sua sinceridade, sua coragem, pela sua criança pronta a transgredir quando torciamos para que não o fizesse, mas que nos surpreendia quanto transgredia pelo simples fato de ser na verdade uma criança. E, finalmente, por seu altruísmo na busca por seu papai e criador, o simpático e cansado Gepeto. Fica a dica: quem não assistiu, que o faça o quanto antes. E aliás, este filme é para os pequenos sim. Eles entenderão cada cena, mergulharão em cada fantasia, se deliciarão em cada aventura, e se permitirão amar esse bonequinho de madeira tão encantador, num filme que abrilhanta a arte cinematográfica.
É difícil não compara com a animação clássica da Disney. Aqui é tudo mais realista e meio colorido sem cor, diferentemente da animação que é colorida e cheia de fantasia.
O filme lembra a versão de Mogli lançada pela Netflix, que também é mais realista do que a da Disney. A fotografia é bonita e Roberto Benigni de Geppetto é a melhor parte do longa.
A Disney lançará seu live action em breve com Tom Hanks como pai do boneco de madeira. Essa versão tem grandes chances de ser bem melhor do que o filme de Matteo Garrone.
Pinóquio, que vale ressaltar, não é uma adaptação da animação da Disney e sim do livro de Carlo Collodi. O longa nos traz uma história mais realista, melancólica e até meio sombria, destacando temas ainda como a fome e a corrupção. Acredito que o longa tenha apenas alguns problemas de ritmo, algumas partes poderiam facilmente ser cortadas. Há também cenas bem estranhas e que até não tem muito sentido lógico no mundo criado aqui. Destaque aqui para Roberto Benigini vivendo o Gepeto. Vale ressaltar também o excelente trabalho de maquiagem aqui, os ótimos figurinos e os bons efeitos visuais. Pinóquio pra mim foi uma boa diversão, pra mim é um filme que mais acerta do que erra, consegui me desapegar facilmente da versão Disney e me envolvi com a trama, destaque também para a linda trilha sonora. Bom filme.
Não consegui ver a versão sombria e blá blá blá que falam por aí, um filme ainda para crianças não fazerem arte , basicamente isso. Em comparação com Aladim por exemplo fica bem atrás em todos os sentidos, deveriam ter inspirado neles com musical e com muito mais conteúdo. Acho que dava pra ter tirado mais desse conto de fadas.
O diretor Matteo Garrone viajou bem na maionese dirigindo esse filme.O conto do boneco de pau já não é lá essas coisas,e adicionaram alguns elementos aqui que ficou pior. Os efeitos visuais não favorecem o filme.Criaturas estranhas vão e vem e quase não convence nada. Roberto Benigni não tem mais aquele talento genuíno para animar em um protagonismo
Filme superou minhas expectativas, um conto diferente do costumeiro, uma história com roteiro encantador, que me fez torcer pelo Pinóquio na sua missão de achar seu papai.
Muitos dos que crucificaram está nova adaptação, sequer conhecem a original obra de Carlo Callodi (1881). Neste live-action, dirigido por Matteo Garrone, faz jus à obra de Gallodi, a original história de pinóquio. Abordando um ar melancólico e sombrio, distingue-se daquele Pinóquio infantilizado que conhecemos da Disney. Uma esplendida obra prima.
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