Roma
Média
4,1
582 notas

115 Críticas do usuário

5
26 críticas
4
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Bessamagaldieduardo
Bessamagaldieduardo

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de dezembro de 2020
Tem bela fotografia, mas é muito longo e entediante, eu gosto dos filmes do Cuaron , principalmente Gravidade e “tu mama tambien”, infelizmente ele falha ao ter como seu publico alvo apenas o Oscar
Lucio Muratori De A. Graça
Lucio Muratori De A. Graça

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de janeiro de 2020
Continuando a minha série Oscar 2019 e aproveitando o clima de carnaval eu diria que se Roma fosse uma escola de samba ganharia 10 em todos os quesitos.
Começando pelo roteiro que é de uma sutileza tremenda. Fala de amor – e desamor - sem ser óbvio nem piegas. A produção é poderosa, a fotografia em preto e branco dá um toque especial e a direção simplesmente primorosa. Sei que os méritos vão para o senhor diretor, mas certamente é um trabalho de uma equipe. Achei espetacular a direção das cenas externas com participação de dezenas de figurantes. Destaco também a direção dos atores mirins e a direção especialista da cena do atendimento médico emergencial no hospital. Impressiona pelo realismo. A atriz de origem indígena que faz a Cleo é uma grata surpresa.
O filme mostra a força da indústria cinematográfica do México. Realizar um filme destes não é para qualquer um e não é à toa que os diretores e roteiristas mexicanos andam fazendo tanto sucesso em Hollywood.
Alfonso Cuarón é o cara. Foi o roteirista, diretor, produtor e co-editor. Por tudo isso é justo que ganhe pelo menos a estatueta de Melhor Diretor.
Wagner A.
Wagner A.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de dezembro de 2018
Morninho, sem expressões, sem emoção, pouca história. Fotografia linda (barbada para Oscar de fotografia) , acho que o filme foi feito por fotografos e pensaram só neles e esqueceram do resto
Fernando A
Fernando A

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2019
Filme muito ruim que mais uma vez demonstra como o Oscar não vem acertando no gosto do público. Representatividade não é sinônimo de filme bom. Deu sono.
Gui J
Gui J

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de março de 2019
Esse filme deve ser bom para historiadores, mostra um pouco da história do méxico na década de 70, a forografia e as imagens do filme apesar de ser preto e branco são bem legais. Mas pra gente como a gente, q quer ação, aventura, comédia, romance, é uma verdadeira porcaria!!!
Marcio Augusto S.
Marcio Augusto S.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2019
Se você quer perder 2 horas e 15 minutos da sua vida assistam essa porcaria.Sem dúvida ao lado do filme do Faustão e Sérgio Mallandro ,os dois piores filmes da História do cinema.
JOC
JOC

5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de março de 2019
Esperava mais. É apenas a estória de uma doméstica que trabalha na casa de uma família de classe media. Nada de mais.
Andre T
Andre T

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de dezembro de 2018
Em Roma (Roma, 2018) acompanhamos a vida de Cleo (Yalitza Aparicio), uma empregada doméstica que vive nos fundos da casa de seus patrões junto a mais uma empregada (Nancy Garcia). A família é composta por um casal e quatro filhos e pertencem a uma classe média-alta do bairro Roma, na cidade do México.

Desde seu primeiro minuto somos convidados a entrar na rotina de Cleo, que se resume basicamente nas tarefas diárias da casa, cuidados com as crianças e algumas saídas ao centro da cidade com o então namorado. O destaque aqui vai para o trabalho de direção e fotografia de Cuarón, que opta por manter uma câmera sempre estática e movimentá-la de forma delicada, preocupado em interferir o mínimo possível naquele ambiente. A câmera observa tudo, mas nunca interage. Perceba que ela sempre mantém uma distância segura dos personagens, dificilmente os encarando em planos mais próximos e optando em filmá-los em planos gerais e mais abertos.

É por meio desses artifícios que, sem perceber, acabamos totalmente integrados aquela família e a compreender suas nuances, como a estranha sensação de sentir-se amada, mas ao mesmo tempo distante daqueles com quem convive. É nítida a boa relação que a família mantém com a empresa, como também é nítido o abismo social que os separa, e de certa forma também o mantém.

Perceba, por exemplo, que em muitas vezes Cleo é o elo de ligação da própria família, mostrado por Cuarón quando a câmera parece a acompanhar pela casa, enquanto ela “põe em ordem” todos os cômodos. Em outro exemplo, quando Cleo precisa comentar algo importante com sua patroa, veja o tão difícil para ela é dizer aquelas frases, que quase não saem de sua boca.

Os dois primeiros atos do filme são contemplativos e presos a realidade cotidiana de Cleo. A partir de certo ponto, o filme traz esta realidade interna da casa para um contexto social, sem nunca tirar a empregada de cena. É nesse caminho que o filme nos oferece três momentos impactantes e que só fazem o sentido emocional aos espectadores, por naquele instante, já estarmos inteiramente imersos aquela realidade. São as grandes cenas de cinema dos últimos anos e que não precisaram de nenhum corte, música ou efeitos. Nas três situações fomos reféns de uma câmera parada e de um roteiro preciso que constrói com perfeição todas as ações.

A cena da praia, por exemplo, só é efetiva por estarmos convivendo com o contexto de Cleo por muito tempo, pela cena ocorrida anteriormente e pela nossa empatia, que já prevê tudo o que poderia ocorrer caso o ocorrido tomasse outro rumo. spoiler:


Não é correto finalizar sem lembrar que Roma é filmado todo em preto e branco, não contém músicas e sua protagonista não é uma atriz profissional. Apesar ou justamente por ser tão simples é que Roma também se mostra unicamente puro e verdadeiro, e nos atinge justamente por que, ao menos uma vez na vida, todos guardamos esses sentimentos. O que Cuarón faz aqui é simplesmente transportá-los para a tela grande, com uma delicadeza e destreza sublimes.

Ao final, não choramos por Cleo pelo o que ela vive ou pelo que ela jamais irá viver. Choramos por que de uma forma ou outra sabemos quem ela é e onde ela está. Choramos por que muitas vezes é mais fácil esconder esta Cleo no quarto dos fundos, não importa o que ela faça, não importa quantos eu te amo se diga, quantos aviões passem ou quanto limpa as calçadas estejam. No mundo de Cuarón e no nosso também, Cleos serão sempre Cleos.
spoiler:
Edson N.
Edson N.

6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de dezembro de 2018
O filme é impecável na produção, com uma cenografia que beira à perfeição. A fotografia é excelente (embora algumas vezes os takes longos deixem as cenas um puco chatas). As atuações também são magistrais.
Hebert L
Hebert L

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Fotografia incrível, técnica de filmagem interessante, mas... Atuação apenas entrega o o basico devido a falta de falas da protagonista, o restante é bem fraco, principalmente do elenco infantil.
Até gosto muito do desconforto que o diretor consegue causar no publico apenas demonstrando o dia dia de uma doméstica que vive no trabalho, empregada 24hrs, a cena que ela senta do chão pra ver TV e é brevemente interrompida pela patroa me fez pensar que o foco principal seria esse e me fez lembra o otimo filme NACIONAL "Que horas ela volta" , mas se tornou apenas uma sequência de várias cenas lentas e desconexas, incluido uma cena de nudez extremamente forçada, que conta uma história muito banal, destaco as cenas do parto e do afogamento onde você consegue entender o que o diretor queria que vc sentisse! Admirável por ser um filme mexicano que nao tem tanto destaque quanto o americano, mas longe de ser um clássico do cinema!
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