Não recomendado para menos de 16 anos
Buenos Aires, Argentina. Ely (Mora Arenillas) é uma jovem de 17 anos que vive com sua mãe, Susana (Mara Bestelli), em um pequeno apartamento em um conjunto habitacional localizado no bairro de La Boca. Ela mantém uma relação distante com sua mãe e leva uma rotina pesada, se dividindo entre as atividades domésticas e o trabalho diário num pet shop. Tudo muda quando ela descobre que está grávida de Raúl, bem mais velho, casado e seu chefe. Consumida pela angústia, a jovem terá que fazer uma difícil decisão: fazer ou não um aborto.
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3,0
Legal
Invisível
Tensão pré-aborto
por Francisco Russo
Não é de hoje que o cinema argentino é invejado por sua capacidade em associar o binômio roteiro e atuações de forma tão naturalista e, ao mesmo tempo, envolvente. Sem efeitos especiais nem grandes produções, mas com muita inteligência e habilidade, vários são os exemplos recentes que caminham nesta fórmula de baixo orçamento e muita inspiração. Invisível, segundo longa dirigido por Pablo Giorgelli, segue esta mesma linha, mas sem tanta inspiração.
De certa forma, Invisível bebe da estrutura narrativa estabelecida pelo diretor em seu filme anterior, o cultuado Las Acacias. A partir de um silêncio solene, o espectador é convidado a adentrar na vida da jovem Ely (Mora Arenillas), que se divide entre aulas entediantes, o trabalho em uma pet shop e cuidar da mãe, que se recusa a sair de casa. O único momento de agito em sua vida vem nas recorrentes transas no carro com seu chefe, sempre às e
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6:07




Um filme que aborda um assunto sério que é ABORTO. Filme muito lento no desenrola.O final salva o filme pela DECISÃO (cruel realidade que algumas tomam mas que sabe o que é o certo a se fazer diante a monstruosidade que ia ser feito caso não se arrependesse ao olhar outras mães felizes sem seus parceiros)
Esperava mais do filme. A menina transa com qualquer um sem proteção, sabe que isso pode acarretar em gravidez e é o que acontece. Ela já leva uma vida fudida com a mãe e spoiler: depois me pega a grana do aborto e desiste e o filme acaba sem mostrar a parte mais cruel da gravidez não planejada que é ela se fudendo pra criar um filho sozinha
. Achei superficial, a garota passa o filme todo com cara de tô nem aí e tá tudo bem ...
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O que mais impressiona no filme e me cativou são as cenas que envolvem a rotina da vida de Ely. Todas são angustiantes e ela interpreta muito bem. A volta prá casa de ônibus, o desligar a TV do quarto da sua mãe toda noite. Gostei muito
Filme ruim da porra!! Um dos piores filmes que eu já vi. Os atores não têm expressões, a cara da guria é a mesma do início do filme quanto quando ela descobre que tá grávida. Não vi atos de desespero, de angústia realmente, não vi reações realistas. Ela é apática e apática, o dependente de notícia, de momento ou de cena. Uma bosta! Ficam 30 segundos numa cena dela mastigando, ou parada olhando pro nada, ou caminhando ou subindo o ...
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Nacionalidades
Argentina,
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Espanhol
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
-
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