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José D
1 crítica
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5,0
Enviada em 31 de agosto de 2019
Trilha, fotografia e roteiro impecáveis. A trama se desenvolve de modo incomum e exigem um olhar apurado e socialmente desenvolvido para compreender sua denúncia e critíca artística.
Não gostei. A atuação dos atores é muito boa. Mas a história é mal contada. Reviravolta do nada, ou não explicada. O temido Lunga, de quem tanto se fala no começo do filme, não faz nada. Não merece ser comparado aos do Glauber Rocha.
Nada de novo, mais um filme nacional horrível!!! Não vale a perde tempo para ver isso!! Com tantas boas historias para ser contadas é uma pena gastar dinheiro para fazer uma porcaria dessa!!
Muito ruim!!! Péssimo. Não sei o que viram de tão incrível nesse filme pra estar sendo tão elogiado em vários lugares. Vi falar tão bem que minha expectativa estava alta, mas ñ vi uma coisa que salve nele. Porcaria do início ao fim. História sem pé nem cabeça. Personagens sem vida e sem construção. Nem a atuação da Sônia Braga salva.
O cinema brasileiro volta as origens, pornografia, filmes longos e cansativos, sem sentido, fraco. Assisti por conta do burburinho, muita propaganda, muita especulação, matéria no Fantástico. O pior filme que assisti no últimos anos, e você fica pensando que existe um financiamento pra essas produções que não são baratas. Eu não sei como um diretor não tem vergonha de apresentar isso, se submeter a isso, tem que ser uma mente muito perturbada pra pensar e executar um projeto como esse. Tem um "herói" no filme, mal construído, sem história, ninguém sabe de onde vem, o que ele faz, e no final das contas ele n tem protagonismo nenhum, tem nem porque estar ali. Vou dar um spoiler que n muda em nada o que você precisa saber sobre o filme. Uma mulher que mata pessoas, acaba de metralhar um carro, ela vira pro seu parceiro de crime e fala: - Vamos trepar? E começam a fu*** ali no meio do mato. A cena é tão desnecessária quanto o filme. Ahhh o filme é uma crítica cultural...Quer crítica cultura? Vai ler um livro e para de perder tempo procurando cultura em filme, ainda mais brasileiro. Filme é entretenimento e esse entrega zero entretenimento. O Filme é ruim e acabou!!!
bacarau, e ruim.... BEM ruim, tão simples quanto isso. Li aqui críticas elaboradas, só podem ser amigos dos envolvidos... (ironia). Li tb que o filme é panfletário ... nem isso ele consegue ser. Iniciando pelo que não é subjetivo, o SOM é ruim como de filmes dos anos 70. Muitos diálogos tive que voltar para conseguir entender, sem contar o excesso de sotaque, que passa, afinal é cinema real. A estória é ruim, com uma sequencia mal feita, tipo redação de escola, que quando vc percebe escreveu demais e corre para encerrar. As interpretações, salvo uns dois, são péssimas. Pouca vezes me senti tanto perdendo tempo... ruim demais....
São filmes como este que reforçam o discurso dos que são contrários as tão importantes leis de incentivo à cultura. Pena mesmo
Ainda estou tentando digerir esse filme. Bacurau é o novo longa do premiado Kleber Mendonça Filho (Som ao Redor, Aquarius), que na minha opinião é um dos melhores diretores brasileiros da atualidade, e Juliano Dornelles. E sim! Iria me arrepender muito se não tivesse visto esse filmaço no cinema - vá ao cinema assistir, está em poucas salas. O longa é uma espécie de Mad Max do sertão brasileiro, pois usa muitos personagens bizarros para retratar uma visão política dos dias atuais, apesar de ser uma distopia. É até difícil definir um gênero para essa obra, mas acredito que seja um faroeste com ficção-científica, retratando a resistência dos moradores de um vilarejo no oeste de Pernambuco - poderia ser muito bem qualquer lugar da região norte - eu como belenense me senti muito representado pelas alegorias apresentadas na produção. O filme dialoga muito bem com a questão antropológica e bate pesado em temas como a questão armamentista, tão presente no cenário nacional. São muitos signos e camadas que Mendonça trabalha em Bacurau, de um lado os "interioranos" que sofrem preconceito com a localidade e escassez de recursos e de outro os "civilizados" com recursos e tecnologia para esnobar os mais simples em diversos sentidos, inclusive se achando na condição de lhes tirar a vida (como se não valessem nada). A crítica social e política é tão pesada quanto a violência visceral, lembrando muito os filmes de Tarantino, em sua estética e execução. Acredito que seja a produção mais indigesta do ano (vamos ver Coringa, esse também promete), uma obra que precisa ser comentada, discutida e analisada em todos os seus aspectos que não são poucos. Bacurau já é o melhor filme assistido em 2019, além de uma narrativa provocativa, sua trilha sonora é maravilhosa. Assistam!
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