Não recomendado para menos de 14 anos
O casal Roberto (Marcos Veras) e Cláudia (Débora Falabella) aguarda ansiosamente pela chegada de seu primeiro bebê. Roberto, que é escritor, vê a chegada do filho com esperança e como um ponto de partida para uma mudança completa de vida. Mas toda a áurea de alegria dos pais é transformada em incerteza e medo com a descoberta de que Fabrício, o bebê, é portador da Síndrome de Down. A insatisfação e a vergonha tomam conta do pai, que terá de enfrentar muitos desafios para encontrar o verdadeiro significado da paternidade.
3,0
Legal
O Filho Eterno
“Normal” demais
por Renato Hermsdorff
“Na literatura – na boa literatura, pelo menos –, o poder das escolhas tem um peso”, atesta o escritor Roberto, personagem de Marcos Veras, em determinado momento de O Filho Eterno. E não foram poucas as decisões que o diretor Paulo Machline (do bom Trinta) e sua equipe tiveram que tomar para traduzir em imagens o romance homônimo de Cristóvão Tezza que é praticamente um desabafo em primeira pessoa sobre os desafios de ser pai de uma criança com síndrome de Down – não à toa, no teatro, o texto foi encenado no formato de monólogo (protagonizado por Charles Fricks).
Assim, o roteiro de Leonardo Levis traz soluções criativas para um material de origem tão subjetivo, ao mesmo tempo em que não evita armadilhas comuns ao processo de transposição do papel para a tela. Assim que descobre que o filho é portador da síndrome – estamos no início dos anos 1980 (aqui cabe um parêntese para o caprichad
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O casal Roberto (Marcos Veras) e Cláudia (Débora Falabella) aguarda ansiosamente pela chegada de seu primeiro bebê. Roberto, que é escritor, vê a chegada do filho com esperança e como um ponto de partida para uma mudança completa de vida. Mas toda a áurea de alegria dos pais é transformada em incerteza e medo com a descoberta de que Fabrício, o bebê, é portador da Síndrome de Down. A insatisfação e a vergonha tomam conta do pai, ...
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Um filme forte... um drama com aspectos reais, sem o natural "excesso de romantismo" que o fato de ser filme sobre tema delicado poderia sugerir.
Desculpe discordar de alguns, mas gostei muito do filme. O sentimento de perda quando se tem um filho com qualquer deficiência é realmente enorme, e não podemos nos esquecer de que eram outros tempos. Acho que o maior mérito do filme é tratar abertamente desse sentimento subjetivo que muitas vezes não se tem a coragem de falar. Porque amamos nossos filhos é lógico, mas até passar o luto de uma expectativa não cumprida, a dor é enorme. ...
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spoiler:
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Festival
Participante do Festival do Rio 2016.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
SONY PICTURES
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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