Como Nossos Pais
Média
3,7
234 notas

27 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
8 críticas
3
12 críticas
2
1 crítica
1
0 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de junho de 2018
Bom drama nacional! História que mostra com realismo o que ocorre numa família desajustada e sem limites, aqui temos Maria Ribeiro em sua melhor atuação, segura e atraente, onde mostra seu corpo lindo em uma das visões bacana, parte traseira em constaste com a paisagem do seu prédio, levando a fotografia do filme ao seu principal destaque. Como nossos pais não é um grande filme, mas se destaca em meio de tantas porcarias nacionais que saem em nosso país.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de abril de 2020
Em Como Nossos Pais, filme dirigido e co-escrito por Laís Bodanzky, acompanhamos a história de Rosa (Maria Ribeiro, numa linda atuação), que se divide entre suas aspirações pessoais (se tornar uma dramaturga) e profissionais (trabalhar como assessora de imprensa); um casamento, aparentemente, em crise com Dado (Paulo Vilhena); a criação de suas duas filhas e a descoberta de um segredo familiar que sua mãe (Clarisse Abujamra) lhe revela.

Ou seja, Como Nossos Pais tem como foco uma mulher moderna, que tem que ser filha, esposa, mãe, profissional e que não sabe como dar conta de todos esses papeis de uma forma satisfatória. E muito de quem somos vem da nossa criação, dos valores que nos foram passados, da identidade que adquirimos a partir do momento em que essas nossas personas sociais são descobertas.

Por isso mesmo, o título do filme é tão bem adequado à história que vemos em tela. Ao longo de Como Nossos Pais, vemos Rosa tentando fugir ao máximo do estereótipo que seus pais eram, como se ela tentasse ser uma versão própria de si mesma. Este é um dilema que todos nós vivemos, quando chegamos à nossa idade adulta. Até o momento em que percebemos que “apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos, e vivemos, ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais“.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2020
Bom filme, com uma história consistente e atuações excelentes, com destaque para Clarice Abujanra. Vale a pena conferir.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de agosto de 2018
Muito bem dirigido, com um roteiro tão necessário quanto bem escrito. Pena que o excesso de mensagens esquerda-cool-blase-prafrentex são bregas, tira um pouco do realismo do filme e torna esses momentos joviais demais para um assunto sério.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de maio de 2020
Uma história mais profunda sobre relações, tanto familiares, quanto amorosas. Falar sobre o cotidiano é importante, desmestifica a ideia das famílias perfeitas de comercial de margarina. Importante tocar nas feridas, e o filme retratou isso muito bem
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2020
Como Nossos Pais é um filme que retrata muito bem várias famílias brasileiras, fala muito bem sobre traição e divórcio.
Mas é uma história muito confusa, e um pouco arrastado.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de setembro de 2017
Uma mulher de 38 anos, em crise no casamento, insatisfeita no emprego, com várias diferenças em relação à mãe, é a personagem central de Como Nossos Pais, filme mais recente da aclamada e talentosíssima Laís Bodanzky, e que ganhou 6 prêmios (mais que justos, aliás) no Festival de Gramado este ano. Maria Ribeiro é a protagonista, e ela realmente tem uma atuação fantástica. Questões e conflitos familiares, em que toda aquela pressão de ser mulher brilhante, ótima mãe, excelente esposa, boa dona de casa, profissional extremamente qualificada... Tudo recai sobre a mulher moderna. E ai dela se não der conta. E Rosa é falha. Ela chega a um ponto que afirma não dar conta de tanta cobrança. E sofre com uma revelação bombástica da mãe em relação a quem é seu verdadeiro pai biológico. O filme tem muitos pontos altos, e um deles é nunca cair na pieguice. Rosa é uma mulher real, verdadeira, crível. Nada de histrionismo e exageros. E assim os demais personagens também são desenvolvidos. Não são pessoas idealizáveis, e sim facilmente identificáveis, como se diz: “do mundo real”. O elenco é extraordinário. Os destaques óbvios são para Maria Ribeiro, num papel complexo e bem definido, numa atuação firme e naturalista. Clarisse Abujamra então rouba todas suas cenas. Uma personagem forte em uma interpretação marcante e, eu diria até, brilhante. Felipe Rocha e Paulo Vilhena também têm ótimos momentos em cena. Em papeis menores, Jorge Mautner e Herson Capri dão conta do recado com categoria. A direção segura de Bodanzky, a apurada e impecável parte técnica, a sensibilidade do roteiro muito bem construído... O final em aberto pode deixar algumas pessoas insatisfeitas, mas tudo é coerente em cena. Tudo evolve para um filme que teoricamente parece simples, mas que tem uma profundidade rara de se ver nos dias atuais. Um filme maduro, bonito, tocante e que é mais um belo exemplo de que o cinema nacional pode ser universal e muito bem realizado.
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de março de 2018
O cinema brasileiro adora cutucar as relações familiares e isso faz com que os filmes se tornem muito repetitivos.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2018
A cineasta brasileira Laís Bodanzky merece ter seus filmes mais vistos. Há todo um cuidado em suas produções e hoje vi "COMO NOSSOS PAIS', seu filme mais recente. Drama sensível sobre relações familiares e conflitos geracionais, tem algumas arestas mal aparadas e uns poucos excessos. Mas, no conjunto, tem uma luminosidade de esperança, reforçada pelas interpretações precisas das atrizes Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra. Não chega ao lirismo e à nostalgia dolorida de um CHEGA DE SAUDADE ou de um vendaval dramático de um BICHO DE SETE CABEÇAS, mas cumpre brilhantemente o papel de enternecer e fazer pensar sobre a vida de um modo mais generoso.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 21 de setembro de 2017
Simplismente um bom filme, retrata muito bem a realida de muitas família, mas nada de impressionante
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa