Uma história mais profunda sobre relações, tanto familiares, quanto amorosas. Falar sobre o cotidiano é importante, desmestifica a ideia das famílias perfeitas de comercial de margarina. Importante tocar nas feridas, e o filme retratou isso muito bem
A cineasta brasileira Laís Bodanzky merece ter seus filmes mais vistos. Há todo um cuidado em suas produções e hoje vi "COMO NOSSOS PAIS', seu filme mais recente. Drama sensível sobre relações familiares e conflitos geracionais, tem algumas arestas mal aparadas e uns poucos excessos. Mas, no conjunto, tem uma luminosidade de esperança, reforçada pelas interpretações precisas das atrizes Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra. Não chega ao lirismo e à nostalgia dolorida de um CHEGA DE SAUDADE ou de um vendaval dramático de um BICHO DE SETE CABEÇAS, mas cumpre brilhantemente o papel de enternecer e fazer pensar sobre a vida de um modo mais generoso.
O filme fala sobre relacionamentos familiares e todas os conflitos e afetos que vem junto., as hipocrisias ., os sofrimentos .., e toca em temas como a mortalidade , o feminismo e a identidade., um bom roteiro , ótimo elenco,.um filme gostoso de assistir, e com um final que emociona.
Muito bem dirigido, com um roteiro tão necessário quanto bem escrito. Pena que o excesso de mensagens esquerda-cool-blase-prafrentex são bregas, tira um pouco do realismo do filme e torna esses momentos joviais demais para um assunto sério.
O filme fala sobre dificuldades com relacionamentos. Bem realista. Gostei muito da personagem principal e da interpretação da mãe e do pai da personagem principal. Senti falta de uma melhor interpretação do Paulo Vilhena.
Bom filme, mostra o que acontece com muitos relacionamentos na atualidade. Ótima atuação da protagonista Maria Ribeiro, contrastando com a não surpreendente atuação ruim de seu par Paulo Vilhena. Talvez seja o retrato de uma uma geração de mulheres nascidas na década de 80, em que tiveram ainda uma educação conservadora, aprendendo erroneamente desde a infância que o papel da mulher é casar, ser mãe, cuidar dos filhos e servir o marido, mas que durante a vida adulta dá de cara com uma mudança de paradigma em que a mulher cada vez mais busca seu espaço e que tem consciência de que o papel tanto dela quanto do homem não é aquele no qual seus pais e mães viviam e lhes ensinaram. A relação dela com a mãe também é muito bem retratada e comum.No geral, é um filme que não causa arrependimento ao assisti-lo.
Uma bobagem, mas valeu pela aparição de Jorge Mautner e Clarissa Abunjanra. Lembrou-me os filmes dos anos 80, onde tudo parecia um grande teatro. Em tempo: Fiquei irritado com aquelas crianças. Ufa!
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