ARQ
Média
3,3
138 notas

22 Críticas do usuário

5
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Babe Diego
Babe Diego

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4,5
Enviada em 27 de novembro de 2025
O Arco Recursivo de Quine poderia ser descrito como uma turbina de energia hiper-eficiente capaz de gerar energia ilimitada. Aparentemente, esse engenho misterioso faz mais do que abastecer uma casa com eletricidade: ele pode gerar loops temporais. É uma máquina do tempo, se pensar bem. Ou pelo menos é isso que o filme do Tony Elliot sugere.

O mundo está em ruínas, consumido pela guerra e enfrentando uma grave crise de energia. O vírus Kuru causou estragos, o ar está contaminado, a única espécie que restou para ser destruída foi a humana (as aves foram as últimas a serem extintas) e longas porções de terra viraram escombros radioativos inabitáveis. A Torus, uma corporação ultra-poderosa e brutal, governa o mundo através de seus exércitos e mercenários.

Esse cenário distópico é desolador, mas funciona como um plano de fundo criativo que alavanca o filme. A operação Riverrun é a grande inimiga dos protagonistas, que discutem sobre a verdadeira utilidade e finalidade do ARQ. O filme é produzido com excelência, a julgar pelos cenários apresentados, é escrito com minúcia e cuidado e contém um alto nível de criatividade. Tony Elliot certifica-se que cada repetição do loop se dê através de circunstâncias inesperadas e inimagináveis. O filme é dinâmico, guiado o tempo inteiro por uma dose de adrenalina muito alta, o que é uma qualidade, dadas as nuances fundamentais do roteiro.

O mais importante: a ideia de que um engenheiro é a figura central que irá ajudar a solucionar a crise de energia que assola e ameaça o mundo através de suas criações fantásticas. Ele é a esperança da humanidade, prometendo luz e uma nova era. Um engenheiro com habilidades singulares que pode acabar com a crise e, além disso, ajudar a derrotar a Torus, fornecendo o ARQ a um grupo de resistência nomeado apenas como o Bloco.

Isso é interessante, já que vivemos em um mundo onde a demanda por energia só aumenta e o planeta sofre as consequências da ação das empresas. Nossos desafios podem ser solucionados e nossos conflitos pacificados se dermos ouvidos aos engenheiros e suas invenções promissoras.

A Torus é uma corporação mega poderosa, ela domina o mundo, possui exércitos permanentes, drones de combate, robôs, armas nucleares. Mas um engenho energético singular pode mudar o curso dos eventos, promovendo uma reviravolta. Fornecer a máquina à resistência pode não apenas possibilitar a ruína da Torus. Pode recuperar o mundo. Pode nos dar um novo futuro. Um com o qual viemos sonhando há muito tempo. Um que precisamos.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 852 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de abril de 2025
ARQ foi um filme produzido pela Netflix que contou com a direção e o roteiro de Tony Elliott. O filme é ambientado em um futuro próximo e conta a história de um casal Renton (Robbie Amell) e Hannah (Rachael Taylor) que estão presos em um loop infinito em um laboratório. Ambos devem lutar contra ladrões mascarados e ao mesmo tempo devem proteger o ARQ que é uma máquina geradora de energia que pode salvar a humanidade. O filme é curto e por isso não perde tempo para mostrar o que realmente importa que é a viagem no tempo. O grande trunfo do filme é que tal loop acontece dentro de um espaço minúsculo e conta com poucos personagens para a trama. O que acaba ajudando na questão do orçamento e diminui eventuais trapalhadas. Digo e repito que filme que costuma usar volta no tempo deve contar com o roteiro bem feito e amarrado. A narrativa do filme ainda perde um certo tempo ao explicar o óbvio, mas o roteiro ajuda, pois sempre deixa pistas de um loop para o outro e isso faz com que a trama não fique repetitiva a cada volta temporal. É fato que as motivações pessoais e os diálogos carecem de mais profundida, mas deixamos isso para trás, pois aqui trata-se de um filme de ficção cientifica que serve para entreter e faz isso muito bem.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de maio de 2021
"Não é tão ruim, o problema que enrola muito para chegar a uma conclusão".
Andiroba da Amazônia
Andiroba da Amazônia

6 seguidores 47 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de agosto de 2020
Com atores jovens e desconhecidos do público o filme não tem grandes pretensões e segue o padrão dos roteiros sobre dias que se repetem sucessivamente e de maneira incansável e tediosa, tal qual o filme da excelente dupla Tom Cruise e Emily Blunt (No Limite do Amanhã) em que a humanidade está em uma guerra perdida contra uma espécie alienígena poderosa, nesse caso uma guerra destrutiva entre o homem e máquinas com inteligência artificial, que pertencem a uma empresa/corporação que precisa pegar um equipamento chamado ARQ e com ele conseguirá controlar o tempo fazendo com que a vida das pessoas se repita indefinidamente. Nada parecido com o clássico Feitiço do Tempo que repete o dia da marmota até que o boçal Bill Murray descubra o verdadeiro amor em 1993. Direção burocrática com cenas difíceis embora repetidas, mas que prende atenção de todos.
Rico Viana
Rico Viana

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de julho de 2020
Muito interessante, mas meio confuso mo começo. Bom filme. Os djavus iniciais é que incomodaram um pouco.
Rafael
Rafael

4 seguidores 23 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de junho de 2020
Resumidamente o filme é a cópia do " No limite do amanhã" só que com baixíssimo orçamento.
O desenrolar do filme acontece, acredite se quiser, em um único cenário, e não é para se vangloriar e para deixar bem nítido que o orçamento não permitiu outra locação, filme fraco, história fraca e bátida, elenco fraco, sem atuações convincentes e com um final que chega ser constrangedor.
Adriano B
Adriano B

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2019
O enredo não é super original, mas o filme é divertido e prendeu a atenção. Daquele tipo "como é que eles vão sair dessa?". O final dá abertura pra uma continuação.
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de agosto de 2018
Não chega a ser ruim, mas tudo vira um pouco vazio, se limita a dois cenários e leva uma atuação boa dos personagens, eu assisti meio desconectado, eu queria saber o final mas só isso me prendia, não tinha outro ponto.
Não sei se existe alguma metáfora, mas se existe eu não consegui nem perceber isso até o final vazio do filme/
Julia C.
Julia C.

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de janeiro de 2018
Filme começa super bem, tem uma história empolgante, mas justamente o final fica muito vago, o filme simplesmente acaba sem dar nenhuma explicação com o que acontece com os protagonistas e nem com a ARQ.
Victor S.
Victor S.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de janeiro de 2018
Filme sem fim! Fica repetindo milhares de vezes, até que termina no início de uma repetição e fica sem conclusão...
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