Não recomendado para menos de 12 anos
Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? É isso o que Cate Blanchett tenta responder ao explorar os componentes performáticos e o significado político de declarações artísticas e inovadoras do século XX, que vão dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, passando por Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch.
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3,0
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Manifesto
Nada é original
por Francisco Russo
"Não importa de onde se tira as coisas, mas para onde as leva."A frase acima, proferida por Jean-Luc Godard e citada neste longa-metragem, pode ser apontada como uma síntese de Manifesto. Afinal de contas, a proposta do artista plástico Julian Rosefeldt é justamente reunir 13 manifestos consagrados, sob os mais variados temas, de forma a criar, a partir deles, reinterpretações contando com o auxílio de uma grande atriz, Cate Blanchett. É a partir do já existente que se cria algo novo - daí também o título desta crítica, também mencionado no decorrer do filme.
Diante de tal proposta conceitual, é até natural que este seja um filme um tanto quanto hermético. Afinal de contas, manifestos densos sobre questões complexas são lidos na íntegra, sem que haja muito tempo de respiro para que o espectador absorva tal conteúdo - é o que acontece, especialmente, na sequência do funeral. Diante de tal
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2:15
2:08





Julian Rosefeldt estreia na direção com um filme provocador e de certa forma audacioso colocando uma atriz para interpretar 13 personagens diferentes. Manifesto que estreia no Brasil hoje, e está em pré-estreia em São Paulo, traz Cate Blanchett no papel principal, numa atuação que é um monólogo feito por 13 personagens muito distintos, e ela convence em todos, tanto como um mendigo, uma apresentadora de TV e uma mãe de família entre ...
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Conceitual. De difícil entendimento e cansativo, o longa só interessa pela versatilidade da protagonista em interpretar doze diferentes personagens, mas que com excessão de um ou dois, não exigem muito de sua experiência nessa arte. É linear e oculto. Não agrada facilmente.
Por vezes reflexivo, por vezes engraçado, não há um momento chave para o filme. Sem uma narrativa convencional, mais parece uma série de esquetes com os textos inflamados de um artista europeu, que como sempre, adora ditar o papel da arte sobre a cultura, política e economia. Não é uma catástrofe pois conta com 13 incríveis atuações de Blanchett.
Um filme muito bom para o pensamento crítico, sem contar com suas filmagens, suas cenas e tal...
O filme é uma grande crítica à corrupção da arte pelo capitalismo. Eu consigo enxergar muitos temas de nossa atualidade através dele; inclusive as discussões sobre chatgpt e NFTs
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Está no festival!
Participante da mostra Panorama do Cinema Mundial do Festival do Rio 2017.
Primeira exibição
A primeira exibição do filme foi em 2015, em uma exposição de arte.
Só para os bons
Cate Blanchett interpreta 13 personagens diferentes nesta trama.
curiosidades
Nacionalidade
Alemanha
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
4 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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