Millennium: A Garota na Teia de Aranha: Recentes críticas
Millennium: A Garota na Teia de Aranha
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Carlos Taiti
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3,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2026
Millennium: A Garota na Teia de Aranha (2018)
Lançado em 2018, com 1h55min de duração, o filme dirigido por Fede Álvarez assume a difícil missão de continuar um legado cinematográfico cultuado. Aqui, Claire Foy interpreta Lisbeth Salander, enquanto Sverrir Gudnason vive Mikael Blomkvist. O longa mergulha nos gêneros suspense, ação e espionagem tecnológica, trazendo uma abordagem mais comercial e com atmosfera de thriller internacional.
里 Conexão com a franquia Millennium
A obra carrega o peso de uma trajetória iniciada na trilogia sueca de 2009, estrelada por Noomi Rapace — composta por Os Homens que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar. Depois veio a versão hollywoodiana de 2011 dirigida por David Fincher, com Rooney Mara e Daniel Craig. Este reboot/continuação é, até hoje, o último capítulo da saga nos cinemas — e talvez o mais voltado para o entretenimento de ação, com ecos claros do cinema de espionagem à la 007.
易 Enredo e estória
A trama parte de uma premissa poderosa: um programa capaz de acessar todos os arsenais nucleares do mundo. Quando o criador, arrependido, pede que Lisbeth o roube, inicia-se uma narrativa sobre poder, controle global e memórias traumáticas. Mas o coração do filme não está apenas na conspiração tecnológica — ele pulsa na relação entre Lisbeth e sua irmã Camilla, uma personagem moldada pela dor, pelo abandono e pelo ressentimento. O passado volta como ferida aberta, e a vingança se torna o combustível dramático.
Produção e ritmo
A produção aposta em um visual mais limpo e internacional, com locações geladas e um ritmo que privilegia a ação. Há um claro esforço em transformar Lisbeth em uma figura quase mítica, uma heroína urbana que transita entre o hacker underground e a agente invisível.
Fotografia
A fotografia é um dos grandes acertos: fria, azulada e sombria, reforçando o isolamento emocional da protagonista. A neve, a noite e os ambientes digitais criam uma estética que dialoga com o vazio interno da personagem.
Efeitos especiais e cenas de ação
As sequências de ação são bem coreografadas, com tecnologia e combate físico equilibrados. Não é um espetáculo explosivo, mas funciona com eficiência dentro da proposta de thriller moderno.
Atuações
Claire Foy entrega uma Lisbeth mais contida e emocionalmente fragmentada, menos selvagem que versões anteriores, mas profundamente humana. A antagonista vivida por Sylvia Hoeks traz peso dramático à narrativa, representando o reflexo sombrio da própria Lisbeth.
️ Filmes semelhantes
Se conecta em tom e proposta com: – 007 - Operação Skyfall – Jason Bourne – Salt – O Contador
⭐ Avaliação final – Vale a pena assistir?
Mesmo não alcançando a densidade psicológica da versão sueca ou o refinamento de Fincher, o filme funciona como um thriller de espionagem eficiente e visualmente elegante, sustentado por uma protagonista forte e por um conflito emocional poderoso. É um bom capítulo dentro do universo Millennium — mais comercial, porém ainda relevante.
Segue a linha e mantém a boa trama e agilidade de roteiro. Estória muito dura. Agora Lisbeth encara seus traumas e precisa resolver mais um problema complexo, através de aliança improvável.
Um filme eletrizante. A personagem Lisbeth Salander, gênio na manipulação de redes e computadores, atua como vingadora de homens que praticam violência contra mulheres, por ter sido ela mesma vítima na infância. Ao ser contratada para roubar um programa poderoso de controle bélico desenvolvido para os EUA, envolve-se numa trama internacional que incluirá até mesmo sua origem familiar. Com grande atuação de Claire Foy é um filme muito bom.
O filme e bom e cumpre o propósito de entreter. Não espere uma história inovadora ou algo assim. Mas vale a Pena assistir pois a história é boa. Vejo as críticas que os outros usuários escrevem e acho que eles querem algo mirabolante demais ou inédito demais, o que é quase impossível em filme de ação, a exemplo de missão impossível, que é praticamente a mesma história contada de várias maneiras diferentes. A garota na teia de aranha não é um supra sumo da originalidade, mas com certeza ira te prender para ver o final e isso já vale assistir.
Muita ação, suspense, cenas espetaculares e bastante adrenalina, por conta da heroína destemida. Inverossimilhanças? Claro que tem! Mas qual filme de ação/espionagem não as tem? No mais, a protagonista é inteligente e sabe o quer e como conseguir; e sempre consegue. Vale a diversão! Três estrelas!!
Inferior ao anterior ,que me fez ficar super confusa em saber que essa é a versão americana e alguns anos atrás foi feita a versão dinamarquesa/sueca/que não vi,mas pretendo ver e deve ser melhor. No anterior americano tínhamos violência,crueldade,vingança e justiça com as próprias mãos. Nesse aqui,temos astúcia,violência(mas não tanta),um menino inteligente que tem um código muito importante e que precisa ser protegido e revanche. A cena da moto no gelo é impressionante porque é precisamente absurda. Trocaram o diretor e os atores,realmente não poderíamos esperar grandes coisas,me senti enganada 2x. Em pensar que foi baseado na série de livros de David Lagercrantz,esse é referente ao 4°livro (que já quero ler). O final não curti.
Inicia com a protagonista exercendo o papel de uma vigilante que caça homens que abusam de mulheres, como uma heroína. A seguir ela se envolve em uma trama de recuperar um arquivo de programa que permite controlar as armas nucleares do mundo. Junto a muita ação e suspense, envolve-se história de vida de abuso sexual pelo seu pai e irmã. Desfecho final como de usual.
Fraquinho, Fraquinho! Inacreditável como se gosta de acabar com as boas sequencias, aqui já não havia mais necessidade de continuidade,mas... Temos aqui boa atriz Claire Foy, mas que infelizmente não está bem nesse papel ou seja não lhe caiu bem o personagem, o restante nem se fala, todos estão mal colocados e sem energia alguma, assim como a direção fraca do Uruguaio Fede Alvarez. A garota da teia de Aranha poderia ter sido melhor, assim também como ter sido feito.
Filme muito fraco, não merecia ser sequência de uma obra de arte como os homens que não amavam as mulheres, história completamente desinteressante, a trama não atrai em nada, desde o início do filme vc já consegue saber como vai se desenvolver e terminar, cenas de ação sem graça, tudo feito muito facilmente, personagens nada cativantes e a maioria bem descartáveis, enfim, poderiam não ter feito que teria sido melhor.
Millennium - A Garota na Teia de Aranha, é um filme de ação superficial, com uma trama rasa e desinteressante, personagens fracos e totalmente desinteressantes e um roteiro que não consegue prender o telespectador na tela durante o filme. De bom mesmo temos a convincente atuação de Claire Foy e a boa fotografia e trilha musical. Se Os Homens que não Amavam as Mulheres era um suspense de uma qualidade absurda, A Garota na Teia de Aranha é um filme de ação clichê e apático que em momento algum empolga, esse é daqueles filmes que pode-se dizer que não havia necessidade de ter sido feito, apenas regular.
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