Millennium: A Garota na Teia de Aranha: Críticas - Página 2
Millennium: A Garota na Teia de Aranha
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Paulo M
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0,5
Enviada em 3 de março de 2019
Filme totalmente fora de propósito querido imitar o mais do mesmo. As histórias avançam demais não fazendo se apegar a personagem, não gostei da atriz nem do roteiro do filme. Assisti só para perder tempo. Não perca seu tempo.
Fiquei um pouco desapontado, não chega a ser ruim, mas achei a trama confusa. Alguns personagens são mal aproveitados, sendo desnecessário a participação de alguns. Enfim, não chega ser ruim, mas é bem fraquinho.
Graças às matérias escritas em uma revista, Lisbeth Salander ficou conhecida como uma anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres. Apesar da fama repentina, ela leva uma vida às escondidas. Um dia, Lisbeth é contratada para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a um imenso arsenal bélico. O programa foi criado para o governo dos Estados Unidos, mas agora eles querem deletá-lo por considerar perigoso demais. No entanto, Lisbeth consegue roubá-lo.
eu até que gostei achei meio mentiroso comprido demais em algumas partes me deu sono mas até que foi bom ⭐⭐⭐
Olá, A minha crítica é que a exibição deste filme está reduzida..... Não há muitos cinemas exibindo o filme. Tem um que é muito longe. Moro na região norte de São Paulo - Tucuruvi. Me parece que não há exibição em nenhum cinema próximo aos metrôs. Fiquei muito triste. Gostaria de assistir porque vi os anteriores..... Depois reclamam das aquisições "piratas". O filme mal acabou de ser lançado e praticamente está fora de cartaz!
Otimo thriller de ação, com muita tecnologia e personalidade própria da série Millennium (ou seja, com um tom mais gótico e noir). Não deve em nada aos últimos filmes da série Missão Impossível e James Bond. Precisa dizer mais alguma coisa? Vale!
Um filme bem sútil. Com interpretação renovada de Claire Foy, caiu muito bem o papel. Acho que poderia ter explorado o personagem do pai e do filho, mas a presença de Claire Fox conduziu de forma coerente. A irmã de Lisbeth Salander também foi ponto forte do filme bem explorado a psicopatia.
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