Millennium: A Garota na Teia de Aranha: Críticas - Página 3
Millennium: A Garota na Teia de Aranha
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Sidney F.
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3,0
Enviada em 15 de novembro de 2018
Sem palavras , melhor filme do ano ! Trás uma história e um roteiro ímpar nas telas de cinemas . Claire Foy e uma das maiores promessas para a elite de atores dos próximos anos ... dois papéis antagônicos em The Crown e na Garota na teria de Aranha mostra a superioridade desta jovem atriz !
vou resumir: filme denorex, parece mas não é..... você pensa que é uma coisa e na verdade é outra sem graça, previsível e com atuações sofríveis. perda de tempo.
Hoje dia de assistir mais um filme da série Millenium, que eu nunca assisti, e se for me basear por esse, nem tenho muito interesse em querer assistir os outros. O começo do filme mostra um cenário levemente dramático durante a infância da protagonista, tenta ligar com a principal característica que leva ao heroísmo da protagonista, mesmo sendo bem superficial parecia algo interessante. Logo a aventura principal começa, e nada é muito original, o filme deixa claro que vai seguir a linha dos filmes Missão: Impossível, algo para salvar o mundo, que mais ninguém consegue fazer e tudo mais. Mas logo nesse ponto, o filme mostra a maior fraqueza do roteiro, nada parece impossível, nada parece surpreendente. Basicamente todo mundo passa a fazer coisas super simples para resolver o impossível, e grande parte da geniosidade de todos fica bem esvaziada, o filme se torna um show de situações quase sem sentido para dar tom a aventura, levemente regada a explosões, tiroteios e morte. Coadjuvantes somem, reaparecem e morrem quase sem ligação nenhuma, a protagonista faz coisas sem nexo temporal e como se vivesse numa cidade fantasma, tudo é explícito e ninguém vê, chegando ao ponto de todos estarem à procura dela, saber onde ela está e ninguém parecer se importar com isso, o roteiro realmente peca demais e dar um tom ou um sentido agradável a aventura. Da metade para o fim o filme roda em reviravoltas, mesmo que não empolgue, alguns personagens se mostram fortes e interessantes para uma trama maior, mesmo sendo claramente descartáveis para a história da protagonista, para a história do filme agrada um tanto. Algo que incomoda um tanto é o sotaque exagerado dos atores, mesmo que o filme se passe na Suécia, fica bem estranho ouvir vários diálogos de um jeito bem esquisito. O final é um tanto esperado, apesar de resolver o drama inicial, é bem exagerado, para personagens que mal demonstram algum sentimento, pareceu quase um drama mexicano, parecendo uma aventura muito isolada e vazia para a história da protagonista, se o miolo confuso e sem sentido do filme não agrega em quase nada, o fim deixa a desejar por também não mostrar um algo a mais. No geral, um filme que mostra uma que parecia impossível, com personagens que se mostram muito frágeis para executá-lo e dentro de um roteiro que não leva nada a lugar nenhum, apenas a algumas cenas de ação e aventura, e termina de um jeito para tentar mostrar algum drama, mas que também não agrega muito para a história ou para a protagonista.
Tendo como base o primeiro filme da série feito pelos americanos e os tres primeiros feitos pelos suecos, é de se implorar pra Suecia prosseguir e os EUA desistir da Millennium. E nem é necessária muita argumentação pra comprovar o desastre que foi a visão americana sobre a série: a Lisbeth sorria em O Homem Que Não Amavam As Mulheres dos EUA. hahahaha Fala sério...
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