Não recomendado para menos de 16 anos
1892, em plena Era Vitoriana. Lizzie Borden (Chloë Sevigny) é uma mulher solteira que ainda vive sob a rigidez de seu pai, Andrew (Jamey Sheridan), por mais que tenha atitudes consideradas ousadas para a época. Tal situação vive provocando atritos entre pai e filha, ampliados pelo frágil estado de saúde dela. Menosprezada como filha e como mulher, Lizzie aos poucos se aproxima de Bridget Sullivan (Kristen Stewart), uma jovem criada que trabalha há pouco tempo para a família.
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2,5
Regular
Lizzie
Retrato de uma sociedade machista
por Francisco Russo
Desde a eclosão dos movimentos #MeToo e Time's Up, várias têm sido as histórias feministas a (enfim) ganhar espaço, tanto nos filmes quanto nas séries. Entretanto, mais do que simplesmente trazer à tona narrativas protagonizadas por mulheres, é preciso também compreender tal realidade de forma a trazê-la à tona com a desenvoltura necessária. Este, no fim das contas, é o maior problema de Lizzie.
Dirigido pelo pouco conhecido Craig Macneill, o filme aborda a Inglaterra do século XIX ao retratar uma sociedade de forte cunho machista, onde às mulheres cabia a reclusão e reverência aos homens, seja ele seu marido ou pai. Esta é a vida de Lizzie Borden, que tenta ir além das imposições paternas ao tomar atitudes ousadas para a época, como ir sozinha ao teatro. Sem muito in
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O filme é baseado no caso real de Lizzie Borden, em 1892, no qual a mesma teria assassinado o pai e a madrasta. Embora existissem indícios do crime, ninguém foi condenado e até hoje especula-se várias versões para o crime e sobre a identidade do assassino. Nessa obra, porém, é definido o verdadeiro autor. Destaque para CHLOË SEVIGNY e decepção como sempre para as atuações de KRISTEN STEWART, que a atua sem expressão, como sempre.
Stewart é uma excelente atriz e aqui como a empregada de um rico emprestador de dinheiro, assiste e sente os abusos contra ela e dentro da família até que o rico homem e sua esposa são assassinados. Bom roteiro.
Caso real. Vale uma pesquisa no Google sobre "Lizzie Borden". As atrizes estão muito bem. O filme é lento, arrastado, mas prende pelo contexto de densidade dos fatos narrados. Veja.
O filme baseia-se na história real de uma mulher que, em 1892, teria assassinado o pai e a madrasta. Um drama de várias facetas e com ótimas atuações.
Quase baseado em fatos reais
O filme reimagina os assassinatos cometidos por Lizzie Borden na vida real.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
Diamond Films
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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