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Gostei de descobrir a história de José Aldo além do sucesso esportivo dele. O filme mostra obviamente a ascensão impressionante desde Manaus até o título mundial, mas o que é interessante é a maneira como ele apresenta o combate contra a violência que ele leva desde a infância. Crescendo numa família marcada pelo alcoolismo e pela violência do pai dele, Aldo se torna paradoxalmente alguém cuja maior qualidade é precisamente a capacidade de combater. Acho interessante essa oposição entre a violência incontrolada que destrói as pessoas ao redor de si mesmo e a violência do esporte, enquadrada com regras, disciplina e trabalho. A relação dele com o treinador é particularmente importante naquela transformação porque ele aprende progressivamente que a força não consiste somente em ser capaz de bater, mas também em saber controlar-se. Curti a praca de Vivianne que não se contenta em admirar o campeão, mas lhe impõe limites quando a raiva dele começa a invadir a vida pessoal deles. O filme acompanha às vezes uma estrutura bastante clássica de biopic esportivo e insiste muito em algumas emoções, mas os combates são bem eficazes e a história familiar dá uma verdadeira profundidade ao percurso dele. Afinal, a maior vitória do Aldo não pode ser se tornar campeão, mas sim ter tentado transformar a violência recebida durante a infância em vez de simplesmente reproduzi-la.
Uma boa história contada de um dos maiores lutadores do MMA brasileiro, Aldo possui boa premissa e desenvolvimento razoável, ressalvas para o protagonista Loreto que não possui características muito parecidas de José Aldo, mas sua performance é boa.
Simplesmente incrível!!! Assisti por indicação e muita insistência, pois por título não assistiria, mas me surpreendi com esse longa. Super indico agora !!!
Não é muito bom mas dá pra ver se quiser perder um tempinho, é interessante a parte dos treinos e lutas mas a trama presente no filme deixa a desejar.
honestamente? um filme sujo, imoral, indigno de respeito e de adentrar a lares onde impera um mínimo de decência e apreço a um bom trabalho cinematográfico, q perderam a oportunidade de faze-lo. UM LIXO! eu q faço essa crítica honesta p o benefício de quem n quer ter uma surpresa desagradável ao assistir já os pimeiros 5 minutos, recomendo fortemente o maravilhoso filme DANGAL (tem no NETFLIXX) assistam como se faz o q deveriam ter feito com esse Atleta nacional, q p minha surpresa, pois eu o admirei sempre como atleta, ele se mostrou indigno desse respeito.
o filme DANGAL (indiano baseado em experiência real) recomendo PRINCIPALMENTE aos produtores do filme.
o filme DANGAL (indiano baseado em experiência real) recomendo PRINCIPALMENTE aos produtores do filme.
O filme retrata muito bem a luta interna de Aldo, lembra até o clube da luta em certo ponto quando ele tem que enfrentar seu próprio alter ego, e a forma como isso foi colocado ao longo do filme foi o que mais chamou atenção. Filme muito bem produzido!!
Filme muito bom, uma ótima biografia.
Detalha bem os altos e baixos da carreira de Aldo, tal como suas dificuldades e triunfos.
Recomendo!
Detalha bem os altos e baixos da carreira de Aldo, tal como suas dificuldades e triunfos.
Recomendo!
O filme é bom. apenas algumas invencionices (como a imagem da cobra abraçando o boi) que ficaram meio toscas, mas no geral é legal!
Muito bom!!! Uma história de um cara que venceu suas próprias espectativas! Aldo com certeza é mais forte que ele mesmo e que o mundo!
Eis que surge o "Rocky Balboa" brasileiro nos cinemas, José Aldo e sua história e que história! Aldo levou mais nocautes da vida do que socos no ringue, assim como qualquer outra pessoa normal só que com uma cruz diferente (pois cada um carrega a sua, certo?). Só que Aldo apanhou, caiu e resolveu se levantar.....
Sempre é bonito ver como alguém consegue apanhar, apanhar e apanhar e se manter em pé, mesmo caindo. Seja na ficção ou baseado em fatos reais, é inspirador presenciar algo assim, é motivador. Aldo teve sempre o famoso "diabinho" em seus ombros, mas resolveu lutar até ganhar. Não o conhecia, apenas o básico, que ele era um "modafoca" campeão do UFC e ter esse material "abrindo" seu "diário pessoal" é de se emocionar. O relacionamento pai e filho foi parecido com o que tive e.....sim, lágrimas lusitanas rolaram pelo meu rosto barbudo.
E para contar a trajetória de um rapaz explosivo de Manaus para se tornar um campeão mundial, foi escolhido a direção de Afonso Poyart! Este que acerta na Fotografia e na Trilha Sonora, mas peca no excesso de câmeras lentas (contrariando o bom uso do slow motion em 2 COELHOS de 2012, sendo diretor e roteirista) e deixa certas situações confusas e sem explicações (como por exemplo, o "arqui-inimigo" de Aldo seria algo ao melhor estilo de o CLUBE DA LUTA de 1999? Ou como dois caras com portes nada atléticos conseguem perseguir um carro em alta velocidade?). Mas todos os "erros" na narrativa não atrapalha todo o enredo de superação. A trama não vai ganhar um Oscar, mas merece respeito.
O elenco está muito bem! O ator José Loreto nos entrega um José Aldo sofrido, cheio de raiva e ódio e ao mesmo tempo consegue ser carismático (e arranca suspiros do público feminino com seus músculos à flor da pele). Cléo Pires manda muito bem como a mulher que conquista nosso lutador, não demonstrando fragilidade nas horas mais tensas. Jackson Antunes já é um ótimo ator e nos entrega um ótimo personagem (o pai de Aldo). Cláudia Ohana tem em toda sua expressão a dor de uma mãe e de uma mulher. Milhem Cortaz é o melhor em cena, sendo um treinador focado em seu trabalho. A linda Paloma Bernardi (linda mesma), além de ter uma bela atuação, presenteia ao público masculino com seus belos dotes naturais (aiaiuiui). Temos também a presença do Rafinha Bastos que faz um personagem um pouco cômico.
A cinebiografia de um homem que ficou 10 anos sem perder o cinturão é bem relatada e já deve ter vários fãs e ganhar outros mais. O mais importante é o orgulho de ver o cinema nacional entregando algo digno de se assistir, por mais que esteja longe da perfeição, mas que estamos na direção certa...
Sempre é bonito ver como alguém consegue apanhar, apanhar e apanhar e se manter em pé, mesmo caindo. Seja na ficção ou baseado em fatos reais, é inspirador presenciar algo assim, é motivador. Aldo teve sempre o famoso "diabinho" em seus ombros, mas resolveu lutar até ganhar. Não o conhecia, apenas o básico, que ele era um "modafoca" campeão do UFC e ter esse material "abrindo" seu "diário pessoal" é de se emocionar. O relacionamento pai e filho foi parecido com o que tive e.....sim, lágrimas lusitanas rolaram pelo meu rosto barbudo.
E para contar a trajetória de um rapaz explosivo de Manaus para se tornar um campeão mundial, foi escolhido a direção de Afonso Poyart! Este que acerta na Fotografia e na Trilha Sonora, mas peca no excesso de câmeras lentas (contrariando o bom uso do slow motion em 2 COELHOS de 2012, sendo diretor e roteirista) e deixa certas situações confusas e sem explicações (como por exemplo, o "arqui-inimigo" de Aldo seria algo ao melhor estilo de o CLUBE DA LUTA de 1999? Ou como dois caras com portes nada atléticos conseguem perseguir um carro em alta velocidade?). Mas todos os "erros" na narrativa não atrapalha todo o enredo de superação. A trama não vai ganhar um Oscar, mas merece respeito.
O elenco está muito bem! O ator José Loreto nos entrega um José Aldo sofrido, cheio de raiva e ódio e ao mesmo tempo consegue ser carismático (e arranca suspiros do público feminino com seus músculos à flor da pele). Cléo Pires manda muito bem como a mulher que conquista nosso lutador, não demonstrando fragilidade nas horas mais tensas. Jackson Antunes já é um ótimo ator e nos entrega um ótimo personagem (o pai de Aldo). Cláudia Ohana tem em toda sua expressão a dor de uma mãe e de uma mulher. Milhem Cortaz é o melhor em cena, sendo um treinador focado em seu trabalho. A linda Paloma Bernardi (linda mesma), além de ter uma bela atuação, presenteia ao público masculino com seus belos dotes naturais (aiaiuiui). Temos também a presença do Rafinha Bastos que faz um personagem um pouco cômico.
A cinebiografia de um homem que ficou 10 anos sem perder o cinturão é bem relatada e já deve ter vários fãs e ganhar outros mais. O mais importante é o orgulho de ver o cinema nacional entregando algo digno de se assistir, por mais que esteja longe da perfeição, mas que estamos na direção certa...
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