Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo: Críticas - Página 4
Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo
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Rodrigo S.
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4,0
Enviada em 28 de junho de 2016
Puta filme bom. Me emocionou do começo ao fim, Trilha sonora maravilhosa, efeitos sonoros otimos, cenas lindas, fotografia linda. Curti muito! E olha que eu nao gosto de UFC e de nenhum tipo de esporte de luta.
Ótimo! Emocionante do começo ao fim! O Loreto se superou, mandou muito bem na atuação. Acho que apenas que deveria aparecer a ordem cronológica dos acontecimentos.
O filme é simplesmente excepcional! Um excelente trabalho de tomada de imagens, e uma edição dinâmica e frenética, contam a história de superação de Jose Aldo de forma eletrizante e com pitadas de humor. Tudo emoldurado por um excelente fundo sonoro. Jackson Antunes dá um show como o pai fracassado, e Jose Loreto encarnou e engrandeceu o personagem. Uma bela realização do cinema brasileiro.
Intenso, emocionante, cativante, tira o ar do peito, desde a primeira cena... Se fosse norte americano, seria sucesso mundial de bilheteria... Retrata a vida da maior parte da população brasileira, mas há um final feliz, que perdura por 10 anos, invicto. Parabéns, menino mais forte do mundo!!!
Este filme pode colocar o Brasil na indicação de estrangeiro ao Oscar. O ator em sua melhor performance, o diretor colocando muita emoção em sua técnica de filmagem e a trilha sonora das melhores de filmes nacionais elevam a qualidade do nosso cinema.
Fui assistir Mais Forte Que O Mundo por alguns motivos bastante específicos. Primeiro por achar importante estar presente nas salas de filmes brasileiros, principalmente quando o filme tem uma história de realização. Acompanhei notícias sobre a produção sem necessariamente procurar por elas. O filme teve sua trajetória bem divulgada até mesmo para quem não está diretamente relacionado com a sua temática. É verdade que existe uma tentativa de identificação com o público geral ao tratar de temas como alcoolismo, deslocamento e superação. Mas o foco é a biografia de um lutador de UFC, o que além de inédito, é arriscado por ser algo que foge da tipicidade dos filmes brasileiros. O segundo motivo é conhecer o plot e achá-lo interessantíssimo; o primeiro aleta de Manaus que se tornou um campeão mundial. E o último é ser fã do longa Dois Coelhos, não apenas pelo diretor, mas também pela equipe técnica. Ver o grande público apreciar características de direção e fotografia dentro de um filme é gratificante, visto que o Brasil tem suas deficiências quanto ao acesso à cultura. Enfim, estava lá sentada de frente para a telona esperando que valesse a saída do conforto do meu lar. E valeu. O começo do filme é realmente um pouco confuso e há o uso exagerado de efeitos visuais. Além de alguns erros de continuidade e contextualização. Mas nada que comprometa o filme definitivamente. O elenco também poderia ter sido melhor escolhido, as semelhanças físicas entre os personagens e as pessoas reais são praticamente inexistentes. É uma galera limpinha demais, bonita demais. Rafinha Bastos pode até ser ator, mas nesse filme talvez tivesse tido influência narrativa maior se tivesse interpretado a si mesmo. Na segunda virada, quando finalmente desembarca no Rio De Janeiro, o longa parece ir tomando forma. Há algo que nos prende à tela querendo ver não só como o protagonista vence os obstáculos e conflitos, mas como se desenrola o romance e sua jornada até o topo do mundo. spoiler: Um detalhe peculiar que ainda não identifiquei nas críticas que li sobre o filme é a relação do protagonista com o personagem Fernandinho, interpretado por Rômulo Neto, seus demônios internos exorcizados em um inimigo que em determinada curva dramática se transforma no alter ego do personagem. Remete a um clássico do cinema americano contemporâneo: Fight Club, com muita porrada e no final o protagonista tem que quebrar a própria cara para vencer.
Cenas de luta excelentes que exploraram com maestria o slowmotion e o dedinho do diretor em todos os planos são características fílmicas relevantes para a concepção do longa. A trilha sonora é muito fraca, passa a impressão que existe um pacote de músicas para serem utilizadas no cinema brasileiro, repetitivas ao ponto de incomodar. No mais, o filme merece o mérito de ter saído com todas as dificuldades, o que eu imagino que se deva não só à produção, mas principalmente à distribuição da Paris Filmes. Cumpre seu objetivo de emocionar e ecoar na cabeça do espectador. Efeito obtido apenas por bons filmes.
Filme sensacional. Nunca achei que o cinema brasileiro conseguiria me impressionar do jeito que ele fez com esse filme. História excelente e emocionante, atuação impecável dos atores, e a trilha sonora foi um dos pontos que me deixou sem palavras. RECOMENDO com todas as minhas forças.
Mais Forte Que o Mundo - A História de José Aldo, para início de conversa, é um filme que parece chegar sem ser exatamente na época necessária, ainda mais se levarmos em conta que a figura que inspira o filme ainda deve coletar muitas mais decepções e alegrias em sua vida.
Assim, meio que sem ser convidado, Afonso Poyart entre um filme que nada faz além de massagear seu próprio ego. Encabeçado pelos exageros do diretor e sua ânsia em gerar um espetáculo, Mais Forte Que o Mundo é um filme que acaba demonstrando a carência de algo que o cineasta ainda precisar assimilar como maior necessidade em sua filmografia.
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