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Mais Forte Que o Mundo - A História de José Aldo, para início de conversa, é um filme que parece chegar sem ser exatamente na época necessária, ainda mais se levarmos em conta que a figura que inspira o filme ainda deve coletar muitas mais decepções e alegrias em sua vida.
Assim, meio que sem ser convidado, Afonso Poyart entre um filme que nada faz além de massagear seu próprio ego. Encabeçado pelos exageros do diretor e sua ânsia em gerar um espetáculo, Mais Forte Que o Mundo é um filme que acaba demonstrando a carência de algo que o cineasta ainda precisar assimilar como maior necessidade em sua filmografia.
A crítica do filme na íntegra:
Assim, meio que sem ser convidado, Afonso Poyart entre um filme que nada faz além de massagear seu próprio ego. Encabeçado pelos exageros do diretor e sua ânsia em gerar um espetáculo, Mais Forte Que o Mundo é um filme que acaba demonstrando a carência de algo que o cineasta ainda precisar assimilar como maior necessidade em sua filmografia.
A crítica do filme na íntegra:
Num país onde só sai filmes de comédia pastelão de qualidade duvidosa angariando muitos espectadores, os filmes de ação e suspense brasileiros estão começando a dar sua cara, bem como as cinebiografias!. Aqui Poyart corrige seus erros de continuidade de seu filme anterior (Presságios de um Crime) sem perder sua identidade e imprime muito bem sua marca registrada (roteiro ágil, uso de slow motion e cenas de climax no maior estilo de Breaking Bad além de takes de ação de tirar o fôlego) se mostra competente como o melhor diretor de ação brasileiro junto com José Padilha. Virei fã desse diretor!
No filme de longe é incontestável a atuação de Loreto como Aldo, prova sua entrega de corpo e alma para vive-lo, crescendo ainda mais seu potencial para ser um dos melhores atores dessa geração (Desculpe Cauã Reymond e Malvino Salvador), defendendo muito bem seus dilemas pessoais, superações e medos. Destaque também para os magníficos Jackson Antunes e Claudia Ohana - impossível não se comover ou chocar com a história da família de Aldo em Manaus. Cleo Pires defende muito bem sua marrenta Viviane . Rafinha Bastos aparece como alivio cômico (mas nem tão cômico assim) numa ousada atuação quase que irreconhecível dos stand ups que faz, bem como o treinador de Milhem Cortaz que tem um papel chave e motivador na trajetória de Aldo.
A trilha sonora é magnifica: Desde Baby, dos Mutantes, Everybody Wants to Rule the World, regravação de Lorde até em uma versão repaginada de Lugar ao Sol, da saudosa banda santista Charlie Brown Jr casando muito bem com o filme.
Um bom filme!, Emocionante e ajuda a refletir as decisões da vida e um papel único e motivador. Irei ver mais vezes; De longe um dos melhores filmes do ano!
No filme de longe é incontestável a atuação de Loreto como Aldo, prova sua entrega de corpo e alma para vive-lo, crescendo ainda mais seu potencial para ser um dos melhores atores dessa geração (Desculpe Cauã Reymond e Malvino Salvador), defendendo muito bem seus dilemas pessoais, superações e medos. Destaque também para os magníficos Jackson Antunes e Claudia Ohana - impossível não se comover ou chocar com a história da família de Aldo em Manaus. Cleo Pires defende muito bem sua marrenta Viviane . Rafinha Bastos aparece como alivio cômico (mas nem tão cômico assim) numa ousada atuação quase que irreconhecível dos stand ups que faz, bem como o treinador de Milhem Cortaz que tem um papel chave e motivador na trajetória de Aldo.
A trilha sonora é magnifica: Desde Baby, dos Mutantes, Everybody Wants to Rule the World, regravação de Lorde até em uma versão repaginada de Lugar ao Sol, da saudosa banda santista Charlie Brown Jr casando muito bem com o filme.
Um bom filme!, Emocionante e ajuda a refletir as decisões da vida e um papel único e motivador. Irei ver mais vezes; De longe um dos melhores filmes do ano!
Apesar de não gostar muito de ufc, curto histórias sobre esporte. E o filme é muito bom, me surpreendi com a produção. História muito boa, e a trilha sonora é demais fez uma grande diferença. Tenho que parabenizar o elenco, tanto pelo carisma, e pela expressividade, e destaco o rapaz que protagonizo o Aldo, ótima atuação. E não menos importante Afonso Poyart, uma direção clara, sem inventar demais, um dos melhores diretores do cenário nacional. Confesso que tenho um certo preconceito com filmes brasileiros, mas de um tempo pra cá, alguns filmes vem surpreendendo. Vale apena assistir, e mais de uma vez. Sem dúvida e sem medo, melhor filme do ano.
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