Corra!
Média
4,3
2987 notas

295 Críticas do usuário

5
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Ctaiti
Ctaiti

50 seguidores 347 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2023
Minha opinião: Um suspense bem elaborado. E com atuações muito boas dos atores, principalmente de Daniel. Com certeza a interpretação dele, fez toda uma diferença para a conclusão final do filme. Um filme de mudança de mente (cérebro) literalmente e sendo usado também hipnose. Uma cidade pequena do interior dos EUA. Onde a filha do casal Catherine e Bradley, usam sua filha Alisson a fisgar tanto homens e mulheres negras, pois a fisiologia deles é mais forte. E desta vez quem ela fisgou? Daniel. Um casal lindo, que vai visitar os pais delas no interior. Ele sem suspeitar de nada vai. Participa da hipnose da “sogra” e participa de uma festa entre os amigos da família. Tipo para apresentar ele para as pessoas, mas ele sem saber de nada. Mas acaba suspeitando o agir dos criados negros da casa e um dos maridos negros que veio na festa. Nesse momentoele começa desconfiar de algo. E tenta ir embora, até que a ele é pego pela hipnose. Quando acorda esta amarrado na cadeira e participando das hipnoses e assim descobrindo toda a trama, até que chega o momento de fazer o transplante dos cérebros e o louco do Caleb que o irmão de Allison vai busca-lo. Ele consegue fugir, mas sera que conseguirá sair vivo da casa? Só assistindo.
Roteiro: bem elaborado
Vale apena assistir? Sim
Nota: 8,5
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 119 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de dezembro de 2022
Terror psicológico (qualquer tipo de terror) não faz muito o meu estilo, mas, preciso admitir que esse me surpreendeu. Não acho que merece ser considerado o melhor filme do século, porém seu enredo é interessante e cativa o telespectador. O plot no final é ótimo.
anderson santana
anderson santana

4 seguidores 69 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de dezembro de 2022
O filme conta a história de Chris (Daniel Kaluuya) um rapaz negro que vai conhecer os pais de sua namorada branca. Apesar de ser um convidado, Chris se sente um peixe fora d'água, pois a família e amigos de sua namorada fazem comentários constrangedores sobre a cor de sua pele.

A trama vai tomando um ar de suspense, e até mesmo ganha um toque de terror, que é bem equilibrado com um pouco de comédia.

Corra tem um roteiro muito bem planejado, com uma crítica social forte, tendo em vista que o racismo é uma realidade no mundo.
Lucas369
Lucas369

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de junho de 2022
Um filme de suspense bonito ....
....,............................................................
X
naked mohican
naked mohican

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de abril de 2022
Um dos melhores suspenses dos ultimos anos!.O diretor Jordan Peele está em alta, e não á toa. Gosto da velocidade que impõe aos filmes.Dosando com uma lentidão propicia para o bom suspense! Otimas atuações!
Arthur
Arthur

5 seguidores 85 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2022
Eu sempre possuo um certo receio com filmes que se valem pela experiência, seja pelo receio de ter ou não algo para entregar além deste fato que a obra se propõe – porque existe sim muito conteúdo vazio em diversas obras que só se propõe à serem grandes experiências angustiantes – mas ao mesmo tempo, mesmo quando elas têm sim algo à dizer, e mesmo que seja sim algo bem impressionante, no fim a experiência já será se concretizada. Aí não tem como não suar desinteressante em revê-la em situações futuras.

E acredito que Get Out (2017), seja um caso curioso sobre isso, eu tenho uma história com este filme. Ouvir falar na época de seu lançamento, mas me passou completamente batido, devo ter só o assistido um ano após todo o seu inestimável e contudo merecido hype – afinal este foi literalmente um filme de gênero à ter recebido 4 indicações ao Oscar, incluindo o de Melhor Filme, e saiu ganhando o prêmio de Melhor Roteiro Original pela obra de Jordan Peele, que também assina a direção – e ao fim da experiência, eu terminei achando a parada mais impressionante que já vi em um bom tempo.

Mas após tudo isso, creio que nessa minha segunda assistida, creio que o tal fator já tenha passado, pois agora já sabendo de tudo que vai rolar, me recordo de tudo que já me explicitei, seja que Get Out é nada mais que um filme de pura experiência, e contudo nada mais... sim, é não. Mas como dizia Jack, o Estripador "vamos por partes". Na trama: acompanhamos Chris, um jovem fotógrafo negro (Daniel Kaluuya) que está prestes a conhecer a família de sua namorada, a caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio acreditando que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz de sua etnia, o mesmo começa à perceber um acumulado de coisas cada vez mais fora do normal, e que a família talvez possa esconder algo muito mais perturbador.

Novamente vendo um longa do gênero se apropriando de um horror mais psicológico e de paranoia, ao invés de assumir o mais convencional de sustos – fechado talvez com chave de ouro a nossa trindade de artista do horror moderno – Peele apresenta aqui uma premissa instigante e que cativa a nossa curiosidade, e se por um lado eu digo que o fato do filme se força mais em ser um filme de experiência acaba o prejudicando, o que ele possui de conteúdo aí sim é nada mais do que fascinante. A pura ideia de alguém misturar subgêneros de suspense com doses de comédia, sendo que tudo isso ainda se trata de uma grande crítica social ao racismo, e ainda o filme consegui o feito de ser bom, à de se reconhecer que é muito mais do que uma vitória.

E mesmo que o resultado seja à maior parte das vezes longe da perfeição, o que ele tinha pra dizer, está muito mais do que dito, e funciona bem até aí. Get Out (2017) é de muitas formas a pequena (quase) obra-prima de Jordan Peele (pelo menos até agora, o diretor não só dar mais um belo passo para o crescimento do Pós-terror no mainstream, como abriu toda uma onda para a maior diversidade dentro do gênero. E apesar de algumas de suas imperfeições, a obra de Peele com toda a certeza garante o seu lugar ao sol.
Gabrielhondo01
Gabrielhondo01

5 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2021
Ótimo suspense, faz você ficar tenso e esperando que vai acontecer algo, fora a forma que é spoiler: tratado o racismo, fazendo você ficar desconfortável com os comentários feitos de forma "sutil".
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2021
Esse filme é muito bom, completamente perturbador, ele consegue nos gerar uma tensão que dificilmente encontra-se em outros filmes de terror barato.
Lucas
Lucas

36 seguidores 187 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de junho de 2021
Gostei bastante do início do meio mas o final foi muito exagerado viajado demais poderia ser mais simples ser uma coisa mais simplificada mas a ideia é muito boa e foi bem conduzida eu não estava esperando muito desse filme porque sempre que o povo fala e comenta muito eu sempre me decepciono mas esse filme foi bem além da minha expectativa.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 29 de abril de 2021
A temática do filme é terror, mas é um terror diferente do que a gente está acostumado. Ele não fica dando sustos do nada, não tem a intensão de pegar quem assiste de surpresa para causar medo. O terror é muito mais psicológico aliado a um suspense.

Existe, também, outro tipo de medo mais real mais centrado no personagem Chris. Conhecer os pais da namorada é algo que “assusta” qualquer cara, ainda mais se ele for negro e a família dela branca. É nisso que o filme foca, o tipo de medo e situações que só pessoas negras sofrem.

O longa discute racismo de uma forma diferente baseada no gênero de terror. Pessoas brancas que não estão satisfeitas com seus corpos, ou eles não são completamente funcionais, decidem usar pessoas negras como um casulo. A consciência da pessoa negra é suprimida, afinal, existe a ideia de que os negros tem bom porte físico.

Uma outra ideia dita por um personagem de um homem branco é a de que ser negro está na moda. Se tomamos como base a ideia de que objetos comuns, como calças boca de sino ou cartolas, saem de moda e perdem relevância, podemos dizer as pessoas negras deixariam de ser usadas como casulo assim que “saíssem de moda”. Para aquelas pessoas brancas, as pessoas negras são apenas mais um objeto feito para servi-los, que quando não fossem mais uteis poderiam ser trocadas novamente por algo mais atual.
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