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Emmy
1 crítica
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5,0
Enviada em 23 de setembro de 2025
É um ótimo filme, consegue prender sua atenção até o final, e o suspense que acontece em meio aos acontecimentos é muito bom, o final, foi muito bom. E o plot, também é ótimo. Com certeza, eu veria esse filme novamente.
Corra! É um filme de terror que foi dirigido e roteirizado por Jordan Peele. O filme recebeu 4 indicações ao Oscar 2018: melhor filme, melhor ator (Daniel Kaluuya), melhor direção, melhor roteiro original, vencendo apenas a última categoria mencionada. Na trama, acompanhamos Chris (Daniel Kaluuya), um jovem fotografo negro que vai para casa da sua namorada Rose (Allison Williams) para conhece-los. Porém, Chris logo descobre que a família esconde algo assustadoramente bizarro. Filme que foi a porta de entrada de Peele para o gênero terror. E essa escolha foi certeira, pois para época, tratar sobre racismo em um gênero diferente, que é o terror foi de fato uma novidade. Por meio do horror e satírica dos conflitos raciais o filme assim é conduzido. A direção cria uma boa atmosfera de suspense, em espacial nas cenas de hipnose. A boa atuação de Kaluuya como protagonista foi consagrada pela sua aproximação com o público diante dos seus diálogos e dilemas sociais trazidos pelo seu personagem. Assim como a perfeita harmonia criada entre Chris e Rose nos passa credibilidade da relação de ambos que só vem ser quebrada já no terceiro ato. O roteiro soube utilizar bem os seus personagens secundários e entregou um final de tirar o folego.
É um suspense que prende do começo ao fim, com uma atmosfera tensa e reviravoltas inteligentes. A trama mistura mistério com um clima psicológico desconfortável.
Gostei de como o filme te mantém grudado, tentando desvendar o que está acontecendo. Vale assistir pelo suspense bem construído e pela forma como te faz questionar as intenções dos personagens.
Não sou grande fã de Jordan Peele, mas Corra é daqueles terror que não precisa de susto forçado pra fazer vc ficar com medo de algumas coisas, nesse filme o diretor acerta em cheio.
O filme, apesar de ter mirado na valorização dos negros, acabou reforçando ainda mais o preconceito. Fala sério: Qual o propósito de se fazer um filme assim?
Sugerir que todo branco é um racista enrustido e que os negros só podem contar com os próprios irmãos (outros negros) para sobreviverem na vida não me parece algo tão justo ou tão exato assim, e a ironia é que o filme mostrou que essa ideia nem sempre é verdade porque spoiler: vimos que os 3 agentes de polícia negros não acreditaram no que o amigo negro do protagonista disse.
Esse acontecimento pode até ter servido para reforçar a inteligência desse amigo, mas só contradisse a mensagem anterior que o filme quis passar.
Sabemos que o preconceito contra os negros ainda existe, principalmente nos EUA, mas temos que ter o cuidado para não generalizar. Fazer um filme colocando os brancos como vilões manipuladores e perseguidores dos negros ajuda em alguma coisa para que tanto o preconceito quanto essa guerra termine entre eles?
Sem falar do nazismo reverso, também contido no filme né? A verdade é que tanto negros quanto brancos possuem seus dons e habilidades. Essas coisas não são exclusividades de uma única raça. spoiler: No filme, temos um ex atleta nazista revoltado por ter perdido uma competição para um negro na frente do Hitler e que anos mais tarde conseguiu obter êxito em um projeto de lavagem cerebral com o intuito de capturar SOMENTE negros para obterem deles força física, agilidade, bom desempenho sexual, capacidade de perspectiva como fotógrafo, inteligência e o caramba a quatro!
spoiler: Ora, o roteiro sugere que todas essas habilidades são exclusivas dos negros e que os brancos não passam de um bando de invejosos que só são racistas por não conseguirem ter essas mesmas habilidades singulares da raça negra, porque a verdade é que os negros, sim, é que fazem parte da verdadeira raça superior que Hitler tanto pregava, ou seja, os brancos desejam obter tudo o que eles tem por meio dessa experiência, inclusive obter até a cor deles (já que a experiência consistia em transportar a consciência de um homem/mulher branca num corpo negro).
spoiler: Olhando superficialmente essa questão, até soa como uma valorização do negro mas a verdade é que um nazismo reverso.
A realidade é que as pessoas não são racistas exclusivamente por serem invejosas ou terem baixa auto estima, mas por serem intolerantes as diferenças. Ou seja, são miseráveis de alma e pobres de espírito. É algo que pertence ao caráter ruim desse tipo de "gente".
Sem falar na atuação sem sal do protagonista, na falta de imprevisibilidade do roteiro que não teve nenhum elemento surpresa e que se tornou arrastado de acompanhar da metade para o fim.臘♀️
Concerteza um dos melhores filmes de terror dessa geracao!!, a atuacao muito boa, a historia bem criativa e bem feita, personagens bem legais, o filme e bem tenso, o suspense e tensao que ele da e muito bom, vale muito a pena!
Um dos melhores filmes de todos os tempos tudo bem aplicado no filme o roteiro não tem nenhum buraco na história e tudo bem trabalhado um roteiro que realmente funciona e nem prático
"Corra!" (Get Out), dirigido por Jordan Peele, é uma obra-prima que mistura terror psicológico, suspense e crítica social, oferecendo uma narrativa intrigante e inovadora. O filme mergulha nas tensões raciais de maneira única e provocadora, abordando o racismo de forma intensa e simbólica.
A história acompanha Chris (Daniel Kaluuya), um jovem negro que vai conhecer a família de sua namorada branca, Rose (Allison Williams). O que começa como uma viagem aparentemente normal logo se transforma em um pesadelo assustador, à medida que Chris percebe comportamentos estranhos e perturbadores na casa da família. Peele constrói o suspense gradualmente, com cada revelação nos puxando mais fundo em uma trama desconfortável e surreal.
Um dos pontos altos de "Corra!" é a maneira como lida com questões de racismo de forma sutil, mas poderosa. A família Armitage representa um tipo de racismo liberal, aquele que se esconde por trás de elogios superficiais e a "aceitação" de minorias, mas que, por baixo, mantém uma visão desumanizadora e controladora. A metáfora do "coagido" ou da "coisificação" do corpo negro é abordada de maneira brutal e perturbadora, especialmente no clímax do filme.
As atuações são notáveis. Daniel Kaluuya entrega uma performance comovente, expressando medo, desconforto e desespero de forma intensa. Allison Williams também brilha ao transitar de maneira surpreendente de uma namorada carinhosa para uma cúmplice fria e calculista. Catherine Keener e Bradley Whitford, como os pais de Rose, são perfeitos na sua ambiguidade, criando uma sensação constante de tensão.
Jordan Peele utiliza a tensão social e o suspense para manter o público em constante estado de alerta. A narrativa flui com inteligência e a revelação final é ao mesmo tempo chocante e satisfatória, oferecendo uma crítica ácida à sociedade e às formas como o racismo persiste sob aparências de progresso e igualdade.
Visualmente, "Corra!" também é marcante, com o uso de luz e sombra ajudando a intensificar a atmosfera claustrofóbica e inquietante. O filme evita sustos fáceis, preferindo criar uma sensação de desconforto constante, onde cada olhar e cada diálogo esconde algo mais profundo.
Conclusão: "Corra!" é um filme de terror inovador que transcende seu gênero ao abordar temas sociais profundos e incômodos. Jordan Peele conseguiu criar um clássico moderno, que não apenas assusta, mas também provoca reflexões necessárias sobre racismo, poder e controle. É uma obra obrigatória tanto para fãs de terror quanto para aqueles que apreciam cinema com conteúdo social relevante.
Eu achava que era ruim mas é bom como falam. Roteiro muito bom e filme com algumas cenas bizarras e originais ao mesmo tempo . A atmosfera é tensa e envolvente.
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