Uma das melhores trilha sonora que ja ouvi nos últimos anos no cinema. o filme mostra como as vezes na vida o acaso age de forma a nos levar onde queremos porem como também podemos perder tudo facilmente se não tiver personalidade e cabeça para lidar com tudo aquilo. por outro lado desnuda uma rotina de programa infantil que os números e ibope falam mais alto do que o politicamente correto com as crianças. Um dos melhores filmes nacionais dos últimos tempos com certeza. vale a pena ser assistido ainda mais se você teve alguma ligação com essa época.. o desfecho para quem não sabia do que aconteceu depois de tudo.......surpreende. a unica coisa que faltou no filme foi o acidente de carro e nao ele batendo na televisao...inclusive poderiam fazer a cena do capotamento com a muscia cut here do the cure da epoca...seria perfeito, só por isso nao dei nota maxima
Alô criançada o Boz....err...o Bingo chegou!!! rsrsrs
Bingo! O Rei das Manhãs, do Diretor Daniel Rezende (trabalhou junto com o Padilha em Tropa de Elite 1 e 2) é um filme inspirado na vida de Arlindo Barreto ( o palhaço Bozo dos Anos 80 no SBT) interpretado pelo ótimo Vladimir Brichta acompanhamos sua carreira, desde a pornochanchada, até sua ascensão e queda como o palhaço que fez história! Arlindo, um cara de palco, se perde por poder não ser reconhecido.
A ótima mão do diretor pesa aqui o filme traz de volta o ambiente oitentista e toda sua porra louquisse!! Numa época que valia tudo pela audiência (hoje tb vale rsrs) nós acompanhamos como um palhaço 嵐 tirou a hegemonia da Rede Globo e virou líder de audiência com uma programa "infantil" rsrsrs.
É um excelente drama que começa despretensioso, engraçado e no terceiro ato vira drama puro...
Se você quer entender um pouco seus Pais assista ao Rei da Manhã!
Devido as questões de direito (neste caso a falta de) o filme não pode dar nome aos bois mas nem precisa! Tá tudo lá escancarado rsrsrs. Participação quente da Gretchen (Emanuelle Araújo) alegrando a criançada rsrsrs. Nota 9,0!
o começo do filme até que é promissor mas o final demora demais, a insistência no drama, nas tomadas longas sem necessidade para trama, sendo apenas uma tentativa frustrada do diretor de dramatizar ainda mais o filme o tornam monótono em sua ultima hora que parece não acabar nunca.
Eu sempre fui apaixonado pelo cinema nacional. Já vi filmes ruins, regulares e excelentes. "Bingo - O Rei das Manhãs" é diferente, único e extremamente impactante. Pra quem curte os bastidores de uma TV, é um prato cheio de imagens e curiosidades. Mas o longa vai muito além disso. Vladimir Brichta incorporou no personagem de uma forma singular, que é difícil imaginar outro ator interpretando o palhaço mais amado do país. Merece todos os elogios possíveis e impossíveis. Se entregou de corpo e alma e isso fica claro em todas as cenas do filme. É preciso destacar também o talento de Leandra Leal e do ator mirim que interpreta o filho do Bingo (Cauã Martins). Ótima revelação! Com um roteiro inteiramente fascinante, o longa te faz viajar nas manhãs dos anos 80, mesmo você não tendo vivido aquele período (o que é o meu caso), tamanha empatia entre texto, direção, elenco e trilha sonora. Vale a pena conferir, se emocionar e se divertir com o rei das manhãs. Espero que se torne o rei das telonas também.
Assisti uma chamada do filme e logo pensei, lá vem um filme nacional de humor fácil, e palavrões sem motivos... Mesmo assim ousei assistir, tive uma grata surpresa, um ótimo filme, dramática e às vezes bem humorada adaptação da realidade de um ídolo infantil numa produção com ótima direção e atuações marcantes. Gostei muito, só senti falta de uma mensagem mais didática para o combate ao consumo de drogas, mensagem que o público mais jovem pode interpretar mal. Fora isso, 5 estrelas!
Não sou um grande fã do cinema brasileiro, confesso. Mas assistir um filme como "Bingo - O Rei das Manhãs" foi um deleite, tanto visual quanto narrativo. O filme dirigido pelo estreante Daniel Rezende (Montador/editor de Cidade de Deus, Tropa de Elite, Robocop) é um espetáculo sem precedentes, uma produção que se equipara com "Cidade de Deus" e "Tropa de Elite", os melhores filmes brasileiros até hoje. Em seu filme, Rezende busca inspiração na vida de Arlindo Barreto, o ator original que viveu o palhaço Bozo nas manhãs da década 80 no SBT. O diretor mascara os verdadeiros nomes dos personagens (com exceção de Gretchen), assim como dos canais de televisão como SBT (passou a ser TVP), Rede Globo (como Mundial) e Xuxa, que passou a se chamar de Lulu. Aqui Arlindo passa a ser chamado de Augusto, interpretado de forma frenética e estupenda por Vladimir Brichta (o papel da vida dele), um ator de pornochanchada que tem uma grande vontade de crescer no meio televisivo, e embalado pelos holofotes, vai em busca de uma oportunidade nos grandes canais de Tv da época. De forma quase sem querer, entra na fila do papel de um palhaço, que teria ali, seu próprio programa matinal. É impressionante como Brichta se entrega ao papel do palhaço traquina e fora dos padrões, mostrando um personagem com várias camadas, realmente seu personagem é 70% de inspiração e 30% de uísque e outras drogas. O cara é incontrolável na persona de Bingo. Não podemos esquecer a boa atuação de Leandra Leal (Lúcia) como a diretora/produtora evangélica do programa, ela passa o contraponto sério e ideal ao protagonista que é pura loucura. A abertura do filme de Rezende já mostra seu diferencial logo de cara, com uma abertura aos moldes de fitas de VHS. O longa é todo em forma de homenagem a nostalgia dos anos 80 (ano da loucura), onde a publicidade e os programas infantis eram permissivos, a tal ponto, de se colocar uma mulher seminua dançando "Conga, Conga, Conga". A trilha sonora do filme merece uma playlist no Spotify, cujo o tema seria "Os embalos dos anos 80", show! Mas o sucesso do filme deve muito a Rezende, desde seus enquadramentos, transições e montagem, assim como seu roteiro, escrito por Luiz Bolognesi. Cada plano detalhe com foco na maquiagem de Bingo ou cada cena que perpassa a comédia, o frenesi e o drama. Bingo - O Rei das Manhãs é um filme evocativo, engraçado nas horas certas e funciona muito bem como um drama, um dos melhores filmes brasileiros e o melhor filme nacional do ano, sem dúvida!
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