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Luiz Antônio N.
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1.298 críticas
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4,0
Enviada em 12 de dezembro de 2017
Cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa matinal homônimo da televisão brasileira durante a década de 1980. Barreto alcançou a fama graças ao personagem, apesar de jamais ser reconhecido pelas pessoas por sempre estar fantasiado. Esta frustração o levou a se envolver com drogas, chegando a utilizar cocaína e crack nos bastidores do programa.
o filme é muito bom e a história surpreendente não posso dizer o quanto era viciado no Bozo quando era pequeno e saber de tudo isso agora é meio que um choque mas o filme é realmente sensacional
Caraca, que filme! A tempos que não assistia uma produção brasileira tão bem produzida como essa; é uma das poucas de vezes que concordo com a crítica do site.
Desde a estréia do filme cidade de Deus, fazia algum tempo que o cinema brasileiro não surpreendia tanto. O filme Bingo tem uma pitada nostálgica muito boa, peca por outro lado talvez pelo fato de focar muito no drama e esquecer um pouco do entretenimento deixando o filme longo e talvez até cansativo, Mesmo assim não perde seu encanto. Bingo consegue ser encantador, mágico e ao mesmo tempo engraçado
Uma direção fortíssima com um protagonista inspiradissimo. Bingo: O rei das manhãs nos traz aquela sensação que o cinema nacional pode conquistar o mundo. Um roteiro muito bem amarradinho e enquadramentos criativos que ajudam a contar a historia e nos por pra dentro do personagem. Minha unica critica negativa é uma certa pressa no ultimo ato, mas ainda assim as ultimas cenas são lindas. Um filme inesquecível que vai te fazer rir e chorar.
o cinema nacional voltando a lotar as salas de cinemas pra ver um filme de qualidade, e esse retorno não poderia ser de uma maneira melhor, retratando a historia de ascensão e queda de um dos maiores ícones da televisão brasileira dos anos 80, o Bozo, ou melhor, o Bingo, já que o longa não conseguiu os direitos autorais, é um ótimo filme, com ótimas atuações e uma direção de primeiríssimo nível, escrachado. critico, surreal, dramático e divertido, "Bingo- o reis das manhas" é uma nostalgia de qualidade, alem de ser uma biografia da televisão brasileira dos anos 80. Com um roteiro linear e biobibliográfico, o grande pecado do roteiro, é desenvolver muitas tramas e concluir poucas delas, o filme poderia ter mais uns 20 minutos, em alguns momentos parecem que falta ritmo e no final parece que faltou historia, e esse é o grande pecado do filme, a gente cansa mas fica com a plena sensação que viu o resumo do resumo da historia de Bingo. Tecnicamente o filme é esplendido. Daniel Rezende, passeia com sua camera, faz traveling, faz planos fechados, desfocamento, closes e lindos planos aéreos, e até câmera subjetiva ele usa, ele mais do que apenas filma uma historia, ele dá pontos de vistas de sua obra que compoe um todo, alem disso, um fotografia clara, um ótimo uso da iluminação, que consegue fazer a tela brilhar nos grandes momentos de Bingo e escurecer nos seus momentos baixos, tudo isso alinhado a uma boa trilha sonora, com muito rock nacional e uma montagem competente, mas que não encanta, já que a montagem seja o aspecto mais observável do filme visto o histórico de seu diretor. Vladimir Brichta dá um show de atuação, não apenas travestido de Bingo, mas nos seus momentos calmos, de reflexão, de depressão, de pura queda, desespero e angustia, sua performasse é notável e não cai o nível. Daniel Rezende, foi montador de grandes filmes como; Cidade de Deus, Tropa De Elite, Arvore da Vida....e tambem já trabalhou com grandes diretores e grandes atores, e finalmente faz sua estreia na direção, é um bom nome, e é bom ficarmos de olho nele, talvez seja a volta do cinema nacional de qualidade nas grandes telonas.
Filme incrível, excelente direção, excelentes atuações e excelente roteiro, de fato não é um filme para família, já que há nudez, sexo, drogas e muitos palavrões, mas é um filme para assistir e apreciar o cinema braseiro, é sem dúvidas o melhor filme desde tropa 2 e tbm um belo tapa na cara de quem diz que cinema brasileiro não presta.
S E N S A C I O N A L!!!!! Vladimir Brichta dá um show de interpretação; assim como Leandra Leal. E ainda nos permite rever Domingos Montagner interpretando o que ele mais gostava de fazer - palhaço. Narra de forma leve, o drama vivido pelo palhaço Bozo por trás da máscara. Impossível não se emocionar.
Esse filme é muito bom porque a vida do ator que motivou o roteiro foi apenas um pretexto para transcender o tema. A gente sai do cinema com a sensação de que a história do palhaço não foi verdadeiramente contada, mas isso é o de menos porque outros aspectos mais importantes, a respeito da contracultura brasileira dos anos 80, são bem apresentados: consumo de drogas, apelo sexual, sarcarmo recreativo, nepotismo cinematográfico e ausência paterna.. quem assistir esse filme vai respirar um pouco da atmosfera daqueles anos e entender mais o que se seguiu dos anos 90 pra cá..
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