Nosferatu
Média
3,7
384 notas

98 Críticas do usuário

5
21 críticas
4
25 críticas
3
12 críticas
2
20 críticas
1
10 críticas
0
10 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Isaque
Isaque

1 seguidor 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2026
Uma adaptação muito boa com aspectos muito fiéis ao clássico do terror mudo preto e branco “Nosferatu” de 1922. O filme tem cenas altamente perturbadoras,claustrofóbicas e densas, mostrando visões atormentadoras e algo parecido com uma “posseção” muito bem feita e de uma maneira bem realista. Apesar de colocar mais detalhes, é considerada criticamente como uma boa releitura do clássico e ótima interpretação de personagens. Dirigido por Robert Eggers, estrelado por Lily Rose Deep como Elen Hutter, Bill Skarsgård como Condo Orlok, Nicholas Hoult como Thomas Hutter e entre outros personagens e atores.

spoiler:
O filme mostra um jovem homem que viaja para a transilvânia com um objetivo de trabalho para ter uma conversa com Conde Orlok. Conde Orlok está sobre feitiço de Ellen,noiva de Thomas e usa isso para atrair Ellen. Mostra Ellen sendo atormentada por visões e forças malignas,onde não tinha também notícias de Thomas,que estava aprisionado no castelo com o Conde Orlok, o mal encarnado que vive tentando se aproximar de Ellen.

spoiler:
O filme termina com o sacrifício de Ellen para destruir o Conde Orlok, com simbolismos como Ellen vestida de noiva em um breve convite para Conde Orlok,trazendo a submissão com objetivo de distração do Conde Orlok até o sol amanhecer, Quando o dia amanheceu, Orlok foi destruído pelo Sol. O filme é rico em representações trágicas e góticas, baseados no movimento da antiguidade que foram presentes no filme de 1922.

Roteiro: 4/5
Desenvolvimento: 4,2/5
Maquiagem:5/5
Fotografia: 5/5
Elias Gonçalves
Elias Gonçalves

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de novembro de 2025
O filme tem um poder visual ofegante. Tem cenas que te hipnotizam. um filme atmosférico que te prende. porém tem alguns defeitos.
O diretor Robert Eggers claramente é um gênio, mas mostra falhas no roteiro. como que ele se perdesse no roteiro. por ele ser autoral, e melancólico , ele precisa ser roteirista pra ter o Domínio total da película. embora seja um enredo interessante, e que traz uma perspectiva interessante de Nosferatu, é um roteiro ligeiramente pobre. o marco mesmo está na execução pela direção do diretor, não na história em si.
mas esse filme na minha experiência, foi responsável por trazer a cena mais bela que já vi em todos os filmes. a mais cativante, que me arrancou arrepios na cena. Linda demais de se ver! assim como teve uma cena ou outra que achei desnecessário.
as atuaçoes achei okay, nada inspirador. eu colocaria fácil a Florence Pugh, ou uma outra qualquer, e trocaria todo o elenco. as atuaçoes estão bem mornas, o único que não trocaria seria seria o que fez o Nosferatu, e o William.
é um filme que não me deu medo, mas amo a perspectiva que nesse filme traz a respeito de Nosferatu, como se fosse um ser espiritual inalcançável. o filme consegue te trazer um aspecto sombrio, tenebroso e instigante.
wender verissimo
wender verissimo

1 seguidor 38 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de setembro de 2025
Um clássico filme de terror e amor, dos poucos conhecidos vale 100% o tempo investido, tudo remete ao amor e horror.
Bernardodsena
Bernardodsena

38 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2025
É um bom filme, uma releitura de um clássico. É um filme excelente que te prende a todo momento, e ele consegue honrar a sua releitura, porém os canários e a iluminação do filme são um ponto extremamente negativo, é um filme muito escuro, que as vezes você se vê forçando a visão para conseguir ver a cena. Mas em si é um ótimo filme, aconselho a ver em um lugar com uma iluminação adequada.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.295 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de março de 2025
Belíssimo filme! Direção de arte fabulosa, com uma criação de mundo incrível, roteiro e seu desenvolvimento são impecáveis, a duração do genial Eggs é de cair o queixo, pequena ressalva para o visual do vampiro Nosferatu, mas Atenas isso. Resto tudo perfeito.
Marcelo S
Marcelo S

172 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
Nosferatu nada mais é que o Drácula de Bram Stroker, uma segunda visão, uma outra visão, uma visão mais agressiva, qualquer coisa que o pessoal escolher. Claro que achei a representação de Nosferatu muito mais interessante que o de Drácula, muito mais agressivo, mais tom de terror, de horror, caiu mais no meu gosto, achei bem convicente e muito bem trabalhado.

Dirigido, roteirizado e produzido por Robert Eggers, o mestre moderno do cinema que nos entregou 'A Bruxa', 'O Homem Do Norte', 'O Farol', agora nos presenteia com essa visão voraz de um eprsonagem que ficou muito mais bacana de se acompanhar, que impõe mais medo e respeito em quem o encara, e o insere na sociedade de uma forma bem condizente, mesmo sendo um ser que vive muito mais recluso, até pelo fato de ser um vampiro e não poder sair á luz solar.

O longa possui uma direção de arte incrível, para poder recriar a época retratada, com a escolha do local das filmagens sendo escolhidas a dedo e muitos móveis e adereços que são muito antigos e dá essa visão pra que a gente realmente esteja lá naqueles tempos antigos. Nisso Eggers é mestre pois ele se cerca sempre de ótimos profissionais que fazem esse trabalho artístico de primeira linha em seus filmes, sando aquela ótima dimensão para o espectador do cenário aonde suas histórias são contadas.
O mesmo digo do figurino do longa, que é muito bem construído sendo um dos principais, a vestimenta de Ellen e também a de Thomas, que para mim foram os que mais me chamaram a atenção, mas também lembrando as vestimentas de Friedirich e de Anna, que foi caprichado pela equipe de figurino também.
Outro ponto do filme que é de saltar os olhos de perfeito, é a Fotografia, o jogo de luzes, o preto e branco do longa e principalmente as tomadas amplas, são de brilhar os olhos, tudo muito bem fotografado, as tomadas no castelo sempre mostrando a magitude e grandiosidade do estrutura, as filmagens internas do castelo, um pouco mais escuras, com as velas fazendo boa parte do trabalho, sempre deixando a figura de Nosferatu um pouco mais nas sombras... e fazendo um contraponto inverso né, enquanto o Nosferatu está em cena em seu castelo tudo é muito mais vivo, com as velas iluminando o ambiente, com as paredes com cor mais viva, e quando Thomas está em seus aposentos, lá é tudo mais cinza, mais sem cor, mais sem vida... é uma brincadeira bacana com a Fotografia dentro do castelo.

O filme é ótimo, do começo ao fim não tem um momento onde você se sinta desligado do que está rolando na tela, o roteiro foi muito bem escrito e amarrado por Eggers, e o seu filme possui um ritmo bem interessante e funcional, dosando muito bem os momentos que acompanhamos o casal Hutter, e os momentos que vemos Nosferatu e seu assecla. A relação de Nosferatu e Ellen é bem interessante, sua fixação pela moça e sua tentaiva de tirar Thomas de seu caminho, sendo que a interação entre os dois no castelo é bem bacana de se acompanhar também.
O casal Harding também é muito legal de se acompanhar no longa, mas eles ficam bem mais interessantes mesmo, do meio pra frente do longa, quando Nosferatu começa a interagir com o casal levando a um acontecimento surreal, e as consequências disso são bem interesaantes de ver enquanto o filme se desenrola. É onde Friedirich ganha em tempo de tela, e seu personagem começa a crescer e ficar bem importante na história e cai mais no meu gosto.
Nosferatu é onipresente, aterrorizador, e se impõe de uma forma que nenhum outro personagem antigo ou atual se impõe. Gostei muito dessa versão dele, mesmo eu não tendo assistido o longa original do começo da década de 1900. Eggers dá essa onipresença a Nosferatu e sabe lidar com o tempo de tela do personagem e na personalidade do mesmo, ele mesmo sendo um ser vampiresco que faz parte do folclore da sociedade da época, Eggers ainda consegue dar ao personagem um senso próprio de amor, solidão, conexão, pois não consegui enxergar Nosferatu propriamente como um vilão crasso, mas ele é um ser que devido a sua natureza e as seus métodos, quer conquistar o que quer independente do que venha a acontecer com as pessoas envolvidas. Ele mesmo se acha imponente, como vemos nos diálogos dele com Thomas, diálogos bons e muito bem escritos por Eggers.

O elenco é bem recheado com nomes conhecidos e talentosos:

Temos a protagonista Lily Rose-Depp (do criticado The Idol), filha de Johnny Depp e Vanessa Paradis, faz Ellen, a escolhida por Nosferatu para ser sua cônjugue, e acho que ela fez uma performance muito boa, ela trouxe melnacolia e agonia para sua personagem queem poucos momentos se sentia a vontade dentro de seu casamento, mesmo amando muito seu marido, devido aos constantes pesadelos que tinha com Nosferatu que estava tentando cortejá-la, dentro do que Nosferatu considerava como cortejo.
Ela´euma ótima atriz quye quando exigida dramaticamente, consegue passar para sua personagem os sentimentos exatos que são pedidos da forma mais verossímil possível.

Nicholas Hoult (Jurado nº2) fez seu marido Thomas, e foi outro que fez um bom trabalho, acho que ele foi mais no automático neste filme, sem muito espaço talvez para poder improvisar em termos de criação de personagem, mas não comprometeu durante o filme e teve química com Lily-Rose para deixar a preocupação do casal um com o outro bem verdadeiro.

Aaron Taylor johnson (kraven o Caçador) fez Friedrich, marido de Anna, e acertou em cheio na sua atuação e na criação de seu personagem em termos de trejeitos e forma de se portar e falar. De longe, tirando Nosferatu, para mim, era o personagem mais interessante de acompanhar no filme, e Aaron cresceu muitio mais em sua atuação da maetade pro final de filme, uma vez que seu personagem passa por algo inimaginável no longa, fazendo com que ele cresça bastante em importância e em presença.
De longe foi o personagem que mais gostei no longa, e ver Aaron atuar assim de prato cheio é bem bacana de acompanhar, pois ele é alguém que gosto muito de ver em cena.

Emma Corrin (a Cassandra Nova de Deadpool & Wolverine) fez a esposa de Friedrich, Anna e o tempo que teve no filme ela aproveitou bastante, fez uma boa performance, trouxe um carisma pra personagem, e fez uma boa parceira com Aaron Taylor Johnson.

Ainda tivemos Ralph Ineson, que será Galacrus no prómixo Quarteto Fantástico do MCU, que fez o Dr. Wilhelm Stevens, e o já grandioso e onipesente Willem Dafoe (Ruas de Fogo, Asteroid City) que esteve nos últimos dois filmes de Eggers e aqui faz um ótimo Professor Albin Eberhart Von Franz que no momento que entrou em cena, roubou as atenções, trouxe um personagem que age mais pelo lado sobrenatural, é aquele jeito dele único de interpretar, foi muito bom tê-lo em cena como sempre, porque Willem Dafor enriquece qualquer obra que participa.

Robin Carolan fez a trila sonora do longa, ele fez seu primeiro trabalho no flme anterior de Egger 'O Homem do Norte', e aqui ele retorna para fazer um ótimo trabalho, sua composição é soturna, envolvente, íntriseca, dá aquele tom de suspense, de algo que está encoberto ou escondido, e quando Nosferatu aparece e também quando ele faz suas ações vampirescas, o trilha cresce, ela fica gigante, ela fica tão evidente e eloquente, é grandioso, é perfeito... Carolan foi muito feliz no seu trabalho e trouxe uma trilha que anda de mãos dadas como filme.

Chris Columbus produziu o filme ao lado de sua esposa Eleanor, e Chris foi nada mais nada menos que o Roteirista dos dois primeiros 'Gremilins' nos anos 80, 'Os Goonies', além de ter dirigido os dois primeiros 'Esqueceram de Mim', 'Uma Babá Quase Perfeita', 'A Pedra Filosofal' e 'A Câmara Secreta' da série Harry Potter... sem falar que produziu 'O Farol' e 'A Bruxa', sendo essa a terceira parceria dele com Eggers.

'Nosfeatu' foi bem indicado nessa temporada de premiações, mas pouco premiado:
- No Satellite Awards foi indicado a Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz em Filme Drama para Lily-Rose Depp. Levou apenas o prêmio de Melhor Elenco, onde não concorria com ninguém, é um prêmio especial da premiação que smepre escolhe um filme para congratular o elenco;

- No Critics Choice foi indicado a Melhor Maquiagem, Melhor Fotografia, Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte. Levou o prêmio de Fotografia;

-No BAFTA indicado a Trilha Sonora, Fotografia, Figurino e Maquiagem. Não Levou nada;

-No Oscar está indicado a Direção de Arte, Fotografia, Figurino e Maquiagem.

Robert Eggers entrega mais um grande trabalho, mais um filme de alta qualidade em seu currículo de grandes filmes, é sempre gratificante esperar pelos próxios trabalhos de Eggers, porque sdabemos que iremos encontrar algo grandioso, de qualidade e envolvente.
Para mim, 'Nosferatu' é um filmaço.

(Assistido em 22/01/2025 - Cinemark Eldorado)
Gab
Gab

4 seguidores 66 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
um oitmo filme, footgrafia de eggers e surreal de boa e historia comum mais otima, atuacoes boas tambem
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Nosferatu foi dirigido por Robert Eggers que também compôs o roteiro ao lado de Henrik Galeen. O filme recebeu algumas indicações ao oscar de 2025: melhor maquiagem e penteados, melhor fotografia e melhor direção de arte. A trama se passa nos anos de 1800, na Alemanha e acompanha o rico e misterioso conde Orlok (Bill Skarsgard) na busca do seu novo lar. O vendedor de imóvel Thomas Hutter (Nicholas Hoult) é responsável por conduzir o negócio pessoalmente na Transilvânia. Porém, o conde acaba se apaixonado pela sua jovem esposa, Ellen (Lily-Rose Depp) e agora se ver atormentada por visões e sonhos. Nesse remake, como todos sabem, a história é baseada no romance de Bram Stoker, mas podemos dizer que o filme não é para qualquer público. Digo isso porque não temos reviravoltas e o filme segue num ritmo cadenciado em seu primeiro e segundo ato ( o filme está mais próximo do Drácula de Bram Stoker de 1992). Aqui percebemos a preocupação da direção em compor os anseios da sociedade atual (diferente do primeiro filme do Nosferatu de1922 que também se mostrava preocupado com as questões de sua época). Ao tocar no adoecimento da sociedade, do impacto do isolamento das “espécies” e também sobre os papeis de gênero, são vistos em diálogos e expressões dos personagens. O filme se destaca por ser bastante sombrio e o uso de bons efeitos, na qual alguns lembrar até mesmo cenas de exorcismo. Destacamos a pouca, mas grande participação de William Dafoe como o professor Albin, na qual leva diálogos mais relevante para o filme.
Túlio
Túlio

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Robert Eggers nunca erra, FILMAÇO!! Não a toa se tornou meu diretor favorito dessa nova safra de cineastas do circuito de Hollywood.
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2025
FIlme excelente!!! O filme tem uma história interessante e eu não tinha visto o original, sendo assim, gostei demais da trama, cenário, figurino impecável, maquiagem perfeita sem contar a atuação dos atores. O filme tem mais de 2 horas, mas não é arrastado, possui conteúdo e te prende do início ao fim. Parabéns demais ao diretor pela escolha dos atores e atrizes.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa