Livre
O jovem Kelton (Murilo Quirino) vive no interior de Minas Gerais, junto do irmão e do pai. Eles trabalham no canavial, e fazem pequenos bicos na feira. Kelton sofre com a ausência da mãe, que "se transformou" e abandonou a família. Ao se apaixonar por uma colega de sua sala, o garoto tem medo de sofrer o mesmo destino da mãe.
2,5
Regular
A Família Dionti
Doces caipiras
por Bruno Carmelo
Kelton (Murilo Quirino) poderia ser o personagem de alguma animação da Disney. Ele é órfão, apaixona-se pela primeira vista por uma colega da escola, e descobre ter poderes mágicos – no caso, o garoto transpira tanto que começa a derreter. Como nas animações americanas sobre valores da amizade e da família, ele deve aceitar suas limitações para ganhar um amor (da namorada) que compensa, simbolicamente, a perda do outro amor (da mãe).
Esta é uma fábula de passagem à fase adulta, de fundo bastante convencional. O diretor Alan Minas não pretende inovar em linguagem ou discurso, atendo-se aos ensinamentos infantis e às passagens típicas do retrato interiorano, como as brincadeiras ao ar livre, os passeios de bicicleta pela floresta, o contato místico com a natureza. A miséria, que afeta diretamente as famílias do filme, nunca é percebida como barreira ou obstáculo. Vive-se pobre e, por isso
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2:17





7 Notícias e Matérias Especiais
Esse é um filme que nos lembra que poesia, momentos mágicos e agradáveis em frente a tela não necessita de tiros, corridas e explosões de carros.
Um filme para pessoas sensíveis e desapegadas de CGI e sem preocupações de salvar o universo ou até mesmo o multiverso.
Durante 1 hora e 37 minutos podemos nos sentir embebidos de simplicidade e inocência, culminando, ao final do filme, um aquele gosto de "quem disse já podia terminar?"
Um filme para pessoas sensíveis e desapegadas de CGI e sem preocupações de salvar o universo ou até mesmo o multiverso.
Durante 1 hora e 37 minutos podemos nos sentir embebidos de simplicidade e inocência, culminando, ao final do filme, um aquele gosto de "quem disse já podia terminar?"
Eu filme para pessoas cultas que intendem de cinema, poesia e arte. Estilo de cinema inovador no Brasil.
Festival de Brasília
O longa compete no 48º Festival de Brasília, em 2015.
Premiado
Eleito pelo público o Melhor Filme no Festival de Cinema de Lisboa.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
ArtHouse
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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