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Daniel S
1 crítica
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1,0
Enviada em 17 de janeiro de 2019
Parei de assistir aos 25 minutos de filme, quando uma operação secreta do governo americano, super sofisticada, cheia das tecnologias, não conseguiu levar um sujeito, o "pacote", até o aeroporto da cidade da Indonésia. Um simples helicóptero resolveria tudo.
O filme é bom mas seria melhor se o Mark não tivesse tanta coisa pra falar em 2 horas,a unica coisa que me incomodou foi o diretor ,que insiste em deixar os personagens AMERICANOS serem os seres humanos mais fodas que existem na terra,e burros ao mesmo tempo
James Silva (Mark Wahlberg) é o líder de um time de elite chamado Overwatch. Secreto e com ações nunca reveladas publicamente, o esquadrão recebe como nova missão o objetivo de escoltar um informante vital até um aeroporto a 22 milhas da embaixada americana na Indonésia. Ciente das eventuais complicações que tal informante traria a pessoas envolvidas com traficantes e políticos, a tarefa será complicada e porque não dizer: explosiva.
Há de se pontuar que 22 MILHAS possui qualidades e defeitos que podem variar muito conforme a exigência de quem assiste. A começar pela história bem confusa no primeiro ato e que torna-se definida no início do segundo ato, embora sua relevância seja bem pequena para o filme em si. Em contrapartida à narrativa, temos um filme de ação com sequências impactantes e carregadas de violência, algo já comum nas obras anteriores do diretor Peter Berg. Esse último elemento, por si só, já pode valer à experiência, como disse a pouco, dependendo da exigência, uma vez que a história é rasa e possui uma reviravolta curiosa no final que deixa margem para, no mínimo, uma continuação, algo já alardeado pelos produtores durante a pós-produção.
No elenco, a presença de Lauren Cohan (vinda de Walking Dead) não adiciona muito, deixando espaço mesmo para a ambiguidade do personagem Li Noor (Iko Uwais) e suas insanas coreografias de luta. No final das contas temos um bom filme de ação, cujos 94 min são suficientes para o entretenimento desejado.
O filme e péssimo. Roteiro raso e confuso. Protagonista só sabe gritar e brincar de elastico. Convenhamos que o Mark sempre foi um ator limitado. Ronda Redonda Rousey atua tão bem quanto luta. Agradecemos quando ela não abre a boca em algumas cenas do filme. As cenas de ação não salvam. Bela bosta de filme.
Muita ênfase em pancadaria e pouca importância no roteiro. Mark Wahlberg interpretando um personagem pífio, Ronda Rousey pouco aparece. Lauren Cohan é a que mais se destaca, onde deve decidir se continua na equipe ou volta para casa cuidar da família. Muitas cenas aéreas irritantes e diálogos desanimadores.
Apesar de ter um final interessante, o filme é um banho de sangue e violência, tendo bastante ação. Contudo os atores acabam sufocados não conseguindo mostrar seu verdadeiro trabalho.
O filme é muito ruim! Sou uma fã de carteirinha de filmes de ação, principalmente aqueles que envolvem espionagem, muitos tiros e pancadaria. Mas o filme é extremamente confuso, uma mistura de diálogos e cenas que te faz não entender quem é quem e que demora até você entender todo enredo do filme e objetivo de seus personagens. Mark Whalberg que também sempre foi excelente em todos seus papéis estava péssimo com esse tipo mal humorado metido a bad boy. Um dos piores filmes de ação que assisti esse ano.
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