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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Télérama
Algumas cenas são tensas e emocionantes. Quando o pai é obrigado a bater em Joseph para ele "esquecer" que é judeu, para protegê-lo, Patrick Bruel revela-se inesperadamente comovente como figura paterna.
Cinema com Rapadura
Como produção, “Os Meninos que Enganavam Nazistas” é um filme modesto – prova disso é o plano aberto do trem à noite. Seu enredo é encantador e fica claro que se trata de uma pérola faltando ser melhor trabalhada para tornar-se um clássico.
Almanaque Virtual
Com um roteiro bem amarrado que permite a fluidez narrativa, apesar de conter alguns momentos de superficialidade, “Os Meninos que Enganavam Nazistas” prima por sua direção de arte, fotografia, montagem e figurino, mas escorrega na pieguice.
Cinepop
O longa mostra o amadurecimento precoce dos jovens e uma vivência que levaram para o resto da vida. Como filme, "Os Meninos Que Enganavam Nazistas", não acrescenta muito sobre fatos e relatos já vistos, lidos sobre os conflitos históricos da década de 40 na Europa.
Cineweb
Duguay sabe da força do material e não exagera no sentimentalismo – embora a trilha sonora seja quase onipresente e excessiva – e confia especialmente no olhar infantil diante das atrocidades.
O Globo
O diretor registra com mais ternura e humor a epopeia dos irmãos e de sua família por esse período conturbado e faz ainda uma bela reflexão sobre os horrores da guerra ao colocar a narrativa sob o olhar de uma criança.
Veja
No filme, as lembranças são embaladas por perigosas aventuras e suspense, e por certa leveza por causa da atuação dos ótimos atores mirins. O peso da guerra e a caça aos judeus, porém, perseguem os protagonistas como um fantasma sempre à espreita.
Papo de Cinema
O realizador procura cobrir uma grande quantidade de eventos em curto tempo, sem com isso cuidar do ritmo narrativo. O resultado é um filme disperso, marcado pelo enfrentamento superficial das circunstâncias inerentes ao deslocamento dos irmãos Joseph e Maurice.
Folha de São Paulo
O diretor Christian Duguay, já habituado a clichês formais do cinema comercial europeu, abusa de truques de efeito, desfocadas estratégicas e música sentimental. O resultado é um longa óbvio de história edificante.