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Um elenco poderoso para um bom filme sobre rejeições e sua dores! Boa trilha sobra e edição que capacita um
Final bacana.
Final bacana.
Mulheres do Século 20 (2016) é um retrato sensível e bem-humorado sobre o papel da mulher nos anos 1970, ambientado em Santa Bárbara, Califórnia. A história gira em torno de Dorothea (Annette Bening), uma mãe que enfrenta as angústias do filho adolescente, Jamie (Lucas Jade Zumann), e busca ajuda de duas mulheres: a fotógrafa Abbie (Greta Gerwig), uma ex-ativista que acredita ter câncer, e a amiga de Jamie, Julie (Elle Fanning). O filme de Mike Mills explora, com diálogos afiados, questões de feminismo, identidade e relacionamento, refletindo a era pós-revolução sexual e o movimento punk.
O roteiro criativo, com personagens que narram o futuro e o passado de suas vidas, é um ponto forte, e a atuação de Annette Bening é impecável. A ambientação ensolarada e a trilha sonora refletem bem o clima da época. No entanto, a longa duração e a variedade de subtramas poderiam ter sido mais enxugadas para tornar a narrativa mais fluida. Mulheres do Século 20 é uma homenagem afetiva ao feminismo e à generosidade de uma mãe, com um desfecho emocionante que reverencia o cinema e a vida de sua própria mãe, a inspiração do diretor.
O roteiro criativo, com personagens que narram o futuro e o passado de suas vidas, é um ponto forte, e a atuação de Annette Bening é impecável. A ambientação ensolarada e a trilha sonora refletem bem o clima da época. No entanto, a longa duração e a variedade de subtramas poderiam ter sido mais enxugadas para tornar a narrativa mais fluida. Mulheres do Século 20 é uma homenagem afetiva ao feminismo e à generosidade de uma mãe, com um desfecho emocionante que reverencia o cinema e a vida de sua própria mãe, a inspiração do diretor.
Muito monótono, dormi várias vezes assistindo esse filme. Nada acontece no filme. Além de ser um pouco depressivo.
Cativante, sensível, um filme sobre pessoas. Cada época tem sua angústia a ser vivida. Fiquei pensando nas tantas angustias que cada pessoa vive nas casas no tempo presente. Estamos raciocinando sobre elas ou estamos só passando por elas? O quanto elas nos afetam consciente ou inconscientemente.
Um filme cativante que traz à tona importantes questões que permeiam não só o mundo feminino, como também o masculino (representado pelos poucos homens presentes na história). As atuações são convincentes, a fotografia também ajuda muito.
Contar a história de mulheres do século XX foi o prometido pelo filme e ele o fez muito bem, entretanto poderia mudar o nome para "Mulheres Americanas do Século XX", pois a realidade no Brasil e em outros países foi muito diferente
Um filme assistível, nada mais do que isso. O filme é feito para o público feminino, com certeza a melhor parte do filme é o final, fizeram um final muito bem feito. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
Assistível... mas não consegui enxergar tudo isso que a crítica pontuou. Uma história comum, bem contada, mas sem nada de mais.
Um filme objetivo e, ao mesmo tempo, tocante. Assim é MULHERES DO SÉCULO XX. Através da vivência da adolescência e da preocupação de uma mãe em entender o mundo de seu tempo e seus efeitos sobre seu filho, o filme traça um belo panorama das transformações sociocomportamentais e culturais da segunda metade do século XX. O elenco, afiadíssimo, tem luminosas atuações, destaque maior para a exemplar Annette Bening. O roteiro é de um brilhantismo à parte, pela sensibilidade e palavras postas, nos corretos momentos, a serviço da boa narrativa. Esperava um filme bem realizado, encontrei elegância e lirismo.
Fiquei com a sensação daquele tipo de filme nem bom, nem ruim, porém um pouco longo, demorado de passar e com uma certa barriga no meio. Acho que ele vai agradar mais o público feminino, pois retrata a criação de um filho, por uma mãe sem marido que se apoia em amigas para serem exemplos para o garoto. Alguns diálogos e dramas são interessantes, mas não fazem o filme engrenar.
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