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André S.
40 seguidores
104 críticas
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4,5
Enviada em 3 de novembro de 2017
"A Garota do Trem", traz um excelente suspense de mistério, até o convicente final dessa obra requintada, com belas atrizes. A Emily Blunt (Raquel) que é a "garota do trem", vem se destacando na atualidade como uma das melhores atrizes 'hollywoodiana' que vem sabendo escolher excelentes 'papéis'.
A sinopse do filme, você pode conferir na apresentação desta página, o que acrescento é a trama muito bem construída. Os primeiros 29 min., o Autor faz você mergulhar no mundo triste e depressivo da 'garota do trem', a partir dos 30 min., o suspense é crescente até o desfecho final.
Para quem curtiu as obras do mestre Brian de Palma, encontrará semelhanças no estilo, a trilha sonora e as revelações dos mistérios e isso é muito bom.
Destaco ao fim, a fotografia bélissima e repare nos closes da perrsonagem "Rachel" (a garota de trem), quando ela está dentro do trem. As tomadas de cenas da atriz pela janela do trem, as cenas das poltronas e as câmeras te levam em um voo no ambiente, comparo como uma arte à parte, nessa requintada obra cinematográfica.
O filme no inicio parece meio confuso, os personagens demoram um pouco para se mostrarem mas por fim a trama é intrigante e te prende até o final... Você fica imaginando junto com o filme... um ótimo suspense..
Eu não li o livro, então vou dizer apenas o que eu percebi no filme. Se você é fã do suspense de verdade, aquele que te prende, instiga e tu acha que está entendendo e percebe que na verdade não está? Esse filme é assim. Depois de incessante procura por um filme de SUSPENSE bom mesmo, achei esse, e lhes digo, é maravilhoso. Minha única crítica negativa é que ele começa muito lento, mas depois "deslancha". Vale muito à pena.
O livro é ótimo, mas penso que poderiam ter feito uma adaptação melhor para filme. Ainda assim, vale a pena! Ja o elenco é excelente, especialmente Emily Blunt.
O filme é bom, tem uma boa história, mas seu em seu inicio o filme se torna muito cansativo, a qual em alguns momentos me fez querer parar de assistir, o filme chega um pouco ser confuso, sem ao menos saber o que quer passar no desenrolar de sua historia. Mas com o passar do filme muita coisa passa a ter sentido fazendo com que passe a ter sentido.
"Tão em voga na atualidade, o empoderamento feminino não está presente só nos bastidores da produção, mas reflete fortemente também na narrativa. Estereótipos, como a alcoólatra ou a mulher objeto, são quebrados e justificados com dignos arcos dramáticos, mesmo que alguns sejam talvez até dramáticos demais. A edição colabora com esta construção, mas as atuações são o verdadeiro carro-chefe. Não há dúvidas de que Emily Blunt (junto com Amy Adams, por A Chegada, claro) deveria ter figurado entre as indicadas ao Oscar de Melhor Atriz este ano.
Só que como história de mistério, o filme não funciona bem."
Existe um quê de Garota Exemplar, filme dirigido por David Fincher, em A Garota no Trem, filme dirigido por Tate Taylor. Principalmente no fato de que, em ambos os roteiros, nada é o que parece e, na medida em que os acontecimentos vão se descortinando, vamos conhecendo a verdade por trás dos fatos.
O roteiro escrito por Erin Cressida Wilson divide sua linha narrativa entre três mulheres: Rachel (Emily Blunt, numa performance indicada ao Screen Actors Guild Awards 2017 de Melhor Atriz), que lamenta o seu divórcio recente; Megan (Haley Bennett), que vive uma crise no casamento motivada pelo desejo de ter um filho; e Anna (Rebecca Ferguson), que é a nova esposa do ex-marido de Rachel (Justin Theroux), com quem acabou de ter um filho.
O que liga essas três mulheres é o trem que faz a linha Ashbury x Londres. Neste trem, Rachel viaja diariamente e passa em frente ao local em que Megan e Anna moram. Quando se torna público o desaparecimento de Megan, Rachel decide ajudar a polícia a desvendar o caso e isso se transforma também numa maneira dela mesma expiar todo o sofrimento que ela guarda dentro de si – e que se reflete no alcoolismo que ela enfrenta e na incapacidade de poder seguir em frente com a sua vida.
Tate Taylor chamou a atenção dos cinéfilos com o filme Histórias Cruzadas. A Garota no Trem mostra um viés diferente do seu trabalho como diretor, em um filme com trama mais adulta e densa. Taylor surpreende ao desenvolver seu filme imprimindo o suspense necessário a esta história e, no seu ato final, desenrola o clímax de uma maneira muito satisfatória – tendo o apoio, não só da excelente atuação de Emily Blunt, como também das boas atuações do seu elenco de coadjuvantes.
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