Nosferatu
Média
4,3
143 notas

20 Críticas do usuário

5
8 críticas
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Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2025
Muito boa a "comédia".. teve até efeitos especiais nesse filme centenário. A cena do Vampiro entrando na cidade carregando o caixão foi o máximo.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 269 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de maio de 2025
O início do terror. Não é perfeito mas é o pontapé inicial para o gênero terror. Inspiração de muitos autores como Alfred Hitchcock.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.006 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2025
Dirigido em 1922 por F. W. Murnau, baseado no romance de Stoker, mesmo passados tantos anos se destaca e transforma-se em uma obra-prima. A surpreendente interpretação e presença de Max Schreck são soberbas, uma criatura da noite de uma simplicidade selvagem magistral. Murnau embarcou em um dos maiores símbolos do expressionismo alemão, o uso das sombras e o contraste entre o claro e o escuro. Ele também introduziu diversos mitos sobre vampiros que alimentam outros filmes sobre Drácula. Nosferatu é uma figura aterrorizante, alto, magro, de orelhas pontiagudas e nariz adunco e sobrancelha grossa. O encontro e convivência entre o corretor imobiliário Hutter (Gustav von Wangenheim) e o conde Orlok (Schreck) no alto dos Montes Cárpatos, até sua definitiva extinção: ser vaporizado pelos raios do sol nascente, é uma longa história de medo, temor, incertezas, armadilhas e sustos. Essencial e obrigatório para os fãs de terror e suspense raiz "o pai de todos os medos".
Jeferson Martins (Mega TuToRs)
Jeferson Martins (Mega TuToRs)

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2,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
Nosferatu", o clássico filme mudo de 1922 dirigido por F.W. Murnau, é amplamente reconhecido como uma das maiores obras do cinema expressionista alemão. No entanto, apesar de sua importância histórica e seu impacto visual, a narrativa do filme pode ser vista como confusa, especialmente para o público contemporâneo.

Um dos principais problemas está na maneira como a história é conduzida. Baseado livremente no romance Drácula, de Bram Stoker, "Nosferatu" tenta recriar a essência gótica da obra original, mas se perde em transições bruscas e personagens pouco desenvolvidos. A ausência de diálogos falados – característica do cinema mudo – exige que o filme dependa de intertítulos, que muitas vezes não explicam suficientemente os eventos ou as motivações dos personagens.

A montagem também contribui para a confusão. Em várias cenas, a alternância entre o dia e a noite parece desordenada, e a geografia dos eventos não é clara. Por exemplo, o trajeto do protagonista, Hutter, até o castelo de Orlok é visualmente fascinante, mas a sucessão de imagens deixa o espectador incerto sobre quanto tempo passou ou o que está realmente acontecendo.

Além disso, o vilão Conde Orlok, embora visualmente marcante, carece de uma construção mais sólida em termos de motivação e personalidade. Ele é uma figura assustadora, mas sua presença no enredo às vezes parece arbitrária, o que enfraquece o impacto da narrativa.

Apesar de todos esses desafios, é inegável que "Nosferatu" possui qualidades estéticas inquestionáveis. As sombras, a iluminação dramática e a composição visual são pioneiras e ainda inspiram cineastas até hoje. Porém, o público que busca uma história coesa e bem estruturada pode se sentir perdido no labirinto de simbolismos e escolhas estilísticas do filme.

Em resumo, "Nosferatu" é uma experiência cinematográfica marcante, mas sua narrativa fragmentada e confusa pode afastar espectadores que esperam uma história mais clara. É uma obra que deve ser apreciada por seu contexto histórico e impacto cultural, mas talvez não agrade a todos os gostos.
Nelson J
Nelson J

51.018 seguidores 1.973 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de janeiro de 2025
Obra prima do cinema de terrpr. Preto e branco e sem som, apenas música e texto. Expressão marcante dos atores.
Diogo Maroeli Santos
Diogo Maroeli Santos

8 seguidores 168 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Desculpa aos críticos de cinema, mas esse filme só é aclamado por ser o primeiro filme de terror da história, até porque esse filme não tem nada. Ele é dividido em 5 atos.
O 1° não absolutamente nada, apenas uma história desinteressante. O 2° mostra de verdade o Nosferatu, mas só mostra, porque ele não faz nada. O 3° demora pra passar e eu nem sei muito o que aconteceu, já queria parar de ver. O 4° eu coloquei no 1,25x pra ver se o filme melhorava, não deu certo. E o 5° eu coloquei no 1,5x e também não ajudou muito. Não gostei de nada desse filme. A melhor parte foi os créditos subindo 
(Ps: o problema está em mim com certeza, só consigo ver filmes antigos se for comédia do Charlie Chaplin )
Cid V
Cid V

271 seguidores 646 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2023
Bremen, 1838. Hutter (Wangeinheim) é designado para uma missão por seu patrão nos Cárpatos. A missão é a venda da sombria propriedade diante de seu apartamento para o conde Graf Orlok loja (Schreck). Sua esposa, Ellen (Schröder) teme sua partida. Hutter parte confiante e faz mofa dos moradores locais que o advertem para não se aproximar do castelo e do mito de Nosferatu.

mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2023/12/filme-do-dia-nosferatu-1922-fw-murnau.html
Frank Fonda
Frank Fonda

7 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de maio de 2023
E Impressionante como esse filme ,Mesmo feito a tanto tempo ainda continua mas sombrio que muita coisa feita hoje, Achei Melhor que o do Herzog,. Ate pelo Final.
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2023
Em 1922 foi tão tenebroso q foi proibido em alguns países até por décadas. Mas mesmo para a época, único trunfo é a caracterização macabra do Nosferatu e os enquadramentos de suas aparições. Pq no resto do filme não há qq clima de tensão, isso, inclusive, graças à péssima escolha da trilha sonora, às vezes até serelepe, e que dispersa toda aura sinistra. Se fosse feito com as câmeras full HD de hoje seria uma tosqueira. O filme é um mito, sem dúvida, pela imagem grotesca do Nosferatu, q virou ícone, e pelo impacto na época, mas, mesmo para 1922, tem esses defeitos q eu apontei, q não dependem de tecnologia. Acho q o diretor se preocupou unicamente com o protagonista (q só aparece por 9 minutos ao todo), e esqueceu de dar sensibilidade ao resto do filme. A morte dele é nota zero. Zero tbm o medo que dá assistindo. Aguardando o remake pelo Robert Eggers.
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de outubro de 2021
Muito bom como o filme trabalha uma conexão sobrenatural de outros personagens em torno de Nosferatu (Ellen e Knock, especialmente). Os gestos em direção aos espaços em off, em muitos momentos exagerados nessa pantomima, evidenciam bem a presença dessa força maligna.

A melhor cena nesse sentido é quando, através da decupagem, Murnau conecta Nosferatu em seu castelo e Ellen em seu quarto. Os dois espaços, fisicamente distantes, são relacionados no modo como o diretor filma o campo/contracampo e, ainda mais interessante, como os gestos de ambos são combinados através da montagem.

Essa relação imaterial no horror se manifesta até mesmo nas cenas de maior frontalidade, com o uso de sombras que, além de anunciarem a presença lúgubre do vilão, parecem engolir suas vítimas num estado de transe horrorizado. Toda essa dinâmica acaba sendo muito mais efetiva na construção dramática do que a repetição dos mesmos intertítulos com trechos do livro sobre o vampiro.

Murnau aproveita bem os contrastes plásticos entre a figura pálida e aterradora de Nosferatu e fundos negros vazios, como se o personagem surgisse emoldurado em uma pintura sombria. A escuridão do abismo que parece existir no limite das portas, sua presença imóvel e perscrutadora na macabra casa vizinha, Nosferatu se alimenta desses espaços de pouca vida.
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