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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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The Playlist
Ao longo da jornada de um dia, "Tangerine" nunca diminui o ritmo. A energia furiosa de Sin-Dee, enquanto ela investe numa briga contra a sua nova rival, revela-se vibrante e hilária...
Cinegrafando
Aliás, esse conto de Natal marginal e transgressor termina por revelar-se como uma história de amizade que comove com sutileza, sem arroubos melodramáticos. Preciso. Sobretudo em mostrar que essa realidade invisível diz tanto (ou mais) sobre Los Angeles quanto suas estrelas na Calçada da Fama.
Cineplayers
(O filme) é elaborado com uma sutil delicadeza e extrema sinceridade pelo diretor Sean Baker; não apenas no notável carinho por suas duas protagonistas, mas também pela forma com que o diretor de fotografia Radium Cheng captura a cidade e suas esquinas através de fortes raios alaranjados...
O Globo
Um belo retrato de uma cultura contemporânea, com suas relações efêmeras, etnias que se misturam e um ritmo acelerado — uma cultura que, naturalmente, inclui a diversidade de gêneros e o uso excessivo de celulares em qualquer situação.
Papo de Cinema
Brincadeiras à parte com este universo obscuro, Baker traz assuntos pertinentes em seu filme, dando protagonismo a personagens que enfrentam preconceito [...] Com diálogos excepcionais e alinhados com a cultura pop, temos aqui um filme digno de culto da primeira à última cena.
Screen International
"Tangerine" pinta o retrato dos transsexuais que trabalham na indústria do sexo e seus clientes com uma energia ousada e um humor repleto de compaixão. É uma fatia admirável do cinema independente dos Estados Unidos...
The Guardian
É chocante reconhecer os nomes famosos na calçada da fama de Los Angeles e reconhecer o quão pouco glamourosas as coisas são. "Tangerine" é um filme sobre uma noite louca [...] Uma história repleta de energia.
The Hollywood Reporter
[...] o modo artesanal de inteligência do filme é, em última análise, menos notável do que a sua humanização, uma desafiadora imersão no prejuízo para a vida das pessoas [...]
Télérama
Os gritos e as brigas, barulhos de Los Angeles com cor de tangerina são filmados por Sean Baker com um iPhone 5 - mas com câmera otimizada. O que ele perde em elegância, o diretor ganha em ritmo.
Variety
O resultado é um filme de grande coração, despojado e, ainda assim, com recursos técnicos inovadores e, obviamente, destinado a um público limitado [...]
Washington Post
Como um dos personagens do filme bem observa, a cidade de Los Angeles é uma "mentira embalada de forma bonita". O direto Sean Baker criou uma homenagem pertinente ao artifício e às realidades, ora espalhafatosas, ora ternas lá escondidas.
Boston Globe
O diretor Sean Baker nunca nos deixa esquecer que sua história se passa na véspera do Natal, na ensolarada Los Angeles, permanentemente sem neve, retratando transsexuais que trabalham na indústria do sexo. Sutileza e ironia não fazem parte das virtudes deste filme.
Cineweb
Embora a realidade das personagens as coloque à margem da sociedade, o diretor eleva o tom do humor e evita juízos de valor. Assim, esquiva-se de uma possível dupla vitimização...
Estado de São Paulo
Muito do que o filme tem de agradável se deve à espontaneidade das personagens. [...] A filmagem pode ter alguns pontos de precariedade. Mas isso em nada atrapalha o projeto. A boa ideia e a honestidade são fundamentais. A câmera faz o resto.
Folha de São Paulo
Sean Baker, se não é totalmente bem-sucedido, ao menos faz um longa interessante. Parece algo de John Waters, misturado com Hal Hartley e traduzido para os novos tempos.
New York Times
[...] o filme não mergulha fundo na relação de identidade transgênero; o filme é uma brincadeira muitas vezes exuberante, com um modo tonto, baixo e sujo, não uma lição.