Fome de Poder
Média
4,1
866 notas

54 Críticas do usuário

5
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Stephanie F.
Stephanie F.

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0,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
A história de sucesso de um golpista usurpador!
Lamentável saber que a história da rede seja um exemplo de como destruir sonhos!
Cleyton W.
Cleyton W.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de setembro de 2017
Impressionante, a forma que esses caras foram diferentes e criativos, a ponto de revolucionaram a aquela época.
E não tá tão diferente da nossa realidade, em qualquer área só destaca aquilo que é de diferente, criativo e que possua qualidade.
Cissa Cardoso
Cissa Cardoso

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de setembro de 2017
Uma aula sensacional de empreendedorismo, administração, logística, marketing, publicidade e história. Além de ser muito bem feito. Textos rápidos, figurino lindo, atuações ótimas e uma piadinhas boas. vale a pena assistir!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de setembro de 2017
Maior rede mundial de restaurantes de fast food, a McDonald’s serve cerca de 68 milhões de clientes por dia, em 119 países, por meio de 35 mil pontos de venda. A história por trás da rede começou nos Estados Unidos, numa pequena lanchonete na cidade de San Bernardino (Califórnia), de propriedade dos irmãos Dick (Nick Offerman) e Mac McDonald (John Carroll Lynch). Ali, eles criaram uma técnica que viria a revolucionar o atendimento aos clientes: o sistema Speedee, que entregava o lanche pedido em 30 segundos. Além disso, eles ainda inovaram ao acabar com o sistema drive-in que imperava nas lanchonetes da época, com um sistema em que o cliente podia comer seu lanche em qualquer lugar, por meio de embalagens totalmente descartáveis.

É inegável que os irmãos McDonald’s tinham uma visão inovadora para os negócios, mas faltava a eles uma qualidade que é típica aos homens de negócios que são bem-sucedidos: a ambição e o apetite voraz para encontrar novas oportunidades, crescer e fazer MUITO dinheiro. É aí que entra a figura de Ray Kroc, empresário que entrou em contato com a lanchonete dos irmãos McDonald’s, em 1954, comprou os direitos de franquia da rede e transformou o pequeno comércio dos irmãos na rede milionária que ela é atualmente.

O filme Fome de Poder, dirigido por John Lee Hancock, baseia-se justamente nesta história. Centrado na figura de Kroc (Michael Keaton, numa excelente atuação), o longa nos mostra um verdadeiro case de sucesso. Entretanto, assim como outras obras que nos retratam os bastidores por trás de grandes empresas (como A Rede Social, de David Fincher), Fome de Poder nos mostra que, quem se dedica ao mundo dos negócios e quer crescer, em algum momento de sua trajetória, encarará decisões questionáveis do ponto de vista moral e ético – e é isso que separa, justamente, os Dick e Mac McDonald dos Ray Kroc da vida.

Sem dúvida, Ray Kroc foi um homem visionário. Ele soube, com muita persistência, superar um contrato que não lhe trazia nenhuma vantagem ou lucro; encontrou – com a ajuda de pessoas que entraram em seu caminho – alternativas para poder transformar a McDonald’s num negócio que fosse lucrativo para ele; sendo uma prova viva do mantra que ele evoca em um determinado momento de Fome de Poder: “a persistência e a determinação sozinhas são totalmente poderosas”.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de setembro de 2017
Um filme tendencioso em todos os momentos e que mostra um pouco da realidade sobre a fundação da maior rede de fastfood do mundo, Fome de Poder (The Founder) é um filme que dá uma impressão falsa de que o espectador está tirando suas próprias conclusões sobre o longa, quando na verdade a própria narrativa é quem já cria essas conclusões.

O diretor John Lee Hancock em alguns momentos do filme é bem claro, e apresenta cenas que te fazem pensar nas ações de Ray Kroc (Michael Keaton), mas logo em seguida te mostra algo que tendencia o espectador a entender porque Ray toma suas decisões deixando tudo confuso. É difícil saber se o cineasta mostra Ray Kroc como um aproveitador ou um visionário, posso dizer isso me baseando em duas cenas, a que o
personagem de Michael Keaton ouve o disco de alto ajuda e ali o diretor nos mostra logo no começo o desfecho da história com seu protagonista imutável, e as cenas anteriores a todas as grandes decisões tomadas por Ray, onde nos é apresentada uma justificativa, que sempre é sutil e acaba passando despercebida.

O filme tinha tudo pra ser gigantesco, mas erra quando não toma partido na história entre Dick McDonald (Nick Offerman) seu irmão Mac McDonald (John Carroll Lynch) e Ray Kroc (Michael Keaton), e nem mostra com mais profundidade os três envolvidos na história controversa da ascensão do Mcdonald’s.
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de agosto de 2017
Uma história triste do que realmente é o capitalismo dentro dos EUA. Talvez por ser uma história verdadeira faz com que tenhamos mais nojo do mc donalds
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de agosto de 2017
Confiram na íntegra sem espaços: h t
t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/08/09/rezenha-critica-fome-de-poder-2017/

Michael Keaton tem aparecido constantemente aqui no Blog, mesmo que sem querer porquê nem fã eu sou dele, e Fome de Poder relutei muito em assistir porque pensei que seria mais um daqueles filmes biográficos onde vemos apenas um lado da moeda, só que não, se você é um empreendedor, pensa em abrir algo ou simplesmente gosta de ver o circo pegar o fogo e da missa nem sabe a metade sore o surgimento do McDonald’s esta sessão pipoca é obrigatória. Confiram a “rezenha crítica de Fome de Poder.

Kroc (Michael Keaton) é um típico vendedor norte americano que bate de porta em porta com seu “produto revolucionário” e após notar uma venda fora do normal de um Mixer de 5 eixos para Milk Shakes, visita a lanchonete que comprou a quantidade absurda.

Chegando à tal lanchonete McDonald’s ele depara-se com uma demanda e movimentação fora do normal de consumidores com entrega em tempo recorde dos pedidos. Com seu faro para negócios Kroc faz o diabo até conseguir uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard “Dick” e Maurice “Mac” McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco vai eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

Como já adiantei, todo filme bibliográfico nos leva a imaginar que a história seja contada apenas por um lado da moeda em muitos casos, protegendo a imagem “dos interessados”, e o que fascina na obra é justamente o contrário, onde ninguém é de ninguém, e no final ficamos abertos a tomarmos partido para qualquer um dos lados na guerra patrimonial que tornou-se durante a sua ascensão do McDonald’s.

Um filme que te envolve e entrega o que está por vir em seus primeiros 5 minutos, quando Kroc nos dá uma lição sobre quem deixa de comprar algo para aumentar sua produção por não ter demanda, ou não tem a demanda porque justamente não tem o equipamento, o espirito empreendedor chega a arrepiar na hora!

Muito bem dirigido e com o Keaton (eterno Besouro Suco, Birdman e Abutre) destruindo na interpretação, com suas quase 2 horas passando muito rápido e você ficando intrigado onde tudo aquilo vai dar. E fica a reflexão sobre em quem confiar quando formos comentar sobre alguma ideia ou projeto que tenhamos em mente. Sempre proteja sua ideia de todas as formas possíveis, jamais faça acordos verbais, estes são os mais fáceis de não serem cumpridos, ainda mais em nossa sociedade atual.

Minha nota é 3/5
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2017
Muito triste saber que a história da maior rede de restaurantes do mundo começou dessa forma, com um golpe. É um filme bem feito, mas temos que assistir sem esquecer da inversão de valores que ele apresenta.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 19 de julho de 2017
É o típico filme norte americano em que todo personagem tem que ser super herói. O fundador e todos os participantes aparecem sem vida pessoal natural, sem vida familiar, como personagens destacados do mundo normal de todos as pessoas. Não têm filhos nem esposas. As mulheres aparecem como coadjuvantes sem importância. Não têm sentimentos nem emoções. Os diálogos são antinaturais, as respostas prontas. Poderia ser um filme muito melhor.
Maria Paula M.
Maria Paula M.

2 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de julho de 2017
A história de "Fome de Poder" realmente merece ser contada, é muito interessante compreender como surgiu uma das maiores empresas da atualidade, o McDonald's. O filme é protagonizado por Ray Kroc, um empreendedor mal sucedido até então que um dia tem contato com dois irmãos com métodos inovadores de preparação de comida, os irmãos McDonald's.
A trama se baseia na vida de alguém que pensava grande, porém não tinha originalidade suficiente para crescer.
A minha experiência com o filme foi prejudicada porque em certo momento da história perdi minha capacidade de ter qualquer tipo de empatia pelo protagonista, não conseguia mais torcer pelo sucesso dele, mas até aí não é uma problema do filme em si, é da própria controvérsia da historia.
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