Frozen 2
Média
4,1
949 notas

78 Críticas do usuário

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Silvia M.
Silvia M.

4 seguidores 14 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2020
Sinceramente me decepcionei muito com o filme, não teve emoção alguma!
As músicas passam longe de emocionar e são muitas e chatas. Os efeitos visuais são perfeitos, tudo com padrão Disney. Olaf rouba a cena e garante noas gargalhadas.
No mais, decepção pra quem assistiu Frozen e esperava muito mais do filme.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de janeiro de 2020
Todo inicio de ano os cinemas são invadidos por algum trabalho de animação da Disney. É uma espécie de tradição, realmente. Mesmo que por um lado sejam enormes peças de marketing (capazes de fazer vários pais levarem seus filhos aos cinemas), é inegável que o estúdio mantém uma qualidade artística realmente boa sobre suas obras – facilmente, cito Toy Story 4, Viva – A Vida é uma Festa, Moana, entre tantos outros, que cumpriram muito bem seus papeis – e, ao lembrar de outro sucesso deles, no caso o Frozen original, era interessante imaginar os novos rumos dos queridos personagens concebidos na obra de 2013 – tendo em vista que era uma produção que ousava em descaracterizar as clássicas princesas Disney de suas histórias onde necessitavam da presença de algum príncipe – Frozen era um lindo e atualizado discurso do estúdio sobre a importância do feminismo – afinal, tinha a rainha Elza, que não precisou de nenhum homem para conseguir governar seu reino – e sua irmã, a princesa Anna, aprendeu muito sobre se relacionar com homens – conhecendo o canalha Hans e depois o simpático e bondoso Kristoff – e, com o adorável boneco de neve mágico Olaf, elas aprenderam que o amor verdadeiro não dependia de romances – poderia estar no relacionamento de duas irmãs, vitimas de decisões e mentiras de um passado imposto por sua família.

De fato, Frozen era uma história poderosa – captada com todas as nuances de emancipação feminina e critica a uma sociedade patriarcal, um tipo de mensagem que surpreendia por ser passada em uma obra infantil – escrita e dirigida por Jennifer Lee (a primeira mulher a dirigir um longa metragem da Disney, em mais de 100 anos de história do estúdio!) – e co-dirigida por Chris Buck, baseado em um conto de Hans Christian Andersen – o filme original foi um mega sucesso de público e critica, merecidos. E, agora, indo para sete anos depois, podemos conferir o que se seguiu com o quinteto do reino de Arendelle – desta vez, Elza (voz de Idina Menzel), Anna (Bell), Kristoff (Groof), Olaf (Gad) e o alce Sven se veem diante de uma nova aventura – e ameaça – a rainha Elza começa a ouvir um estranho chamado vindo do norte, algo que pode ser uma ameaça para seu reino – obrigando os cinco personagens a tentarem adentrar em uma misteriosa e enfeitiçada floresta, onde, anos antes, uma batalha entre o exercito de Arendelle e os habitantes do local fez com que ela se fechasse, junto de seus elementos mágicos misteriosos – algo que deixa Elza e Anna ainda mais intrigadas, já que tem uma relação com uma história que seus pais lhe contaram quando crianças – para confrontar o desconhecido inimigo, Elsa precisará, novamente, sacrificar promessas e sua lealdade à irmã.

É evidente que o roteiro de Jennifer Lee mantém as questões de se libertar dos paradigmas e imposições que algumas famílias impõem a seus filhos – já esclarecida de seus poderes, Elsa agora precisa dar um passo além em sua vida, descobrir suas raízes com o passado – e, de fato, a busca por saber a origem de seus poderes é a coisa mais curiosa do projeto – entretanto, é evidente que a história não possibilita algo mais profundo a respeito dos sentimentos e características de cada personagem – o que deixa a trama com cara de apenas um reaproveitamento dos discursos já feitos antes.

Ora, Anna agora já é uma mulher evoluída – como o próprio Kristoff brinca em certo ponto, ela “não ficaria mais com um homem que acabou de conhecer”, como fez no longa passado – aliás, apesar de ser divertida, a relação de Anna com Kristoff é explorada apenas para o uso do humor – as formas desengonçadas que ele tenta pedi-la em casamento (e nunca consegue), sempre seguidas de piadas, onde Anna entende errado alguma coisa – apesar de divertidos, esses momentos parecem deixar Anna um tanto ingênua demais – e isso é um erro, já que sua personagem é, sem dúvida a mais interessante e multifacetada do quinteto – sua simpatia e agilidade de falar a tornam, mais uma vez, bastante carismática – e, felizmente, tais características sobrevivem bem em Frozen 2, o suficiente para que o elo central desses dois filmes ainda funcione bem – sua relação com Elsa – e, justamente, o que nos leva ao ponto mais importante da história – que envolve decisões de familiares antigos de sua família – decisões que influenciam as vidas do povo de Arendelle – não deixando de ser uma reflexão sobre costumes tóxicos e preconceitos enraizados pela família.

Não deixa de ser um discurso com poucas diferenças em relação ao primeiro filme, o que nos traz para uma mesmice, que nem a solução do tal chamado que Elsa recebe parece trazer algo novo – pelo contrário, Jennifer e Chris Buck tentam, próximo do terceiro ato, surpreender a todos com algo impactante e emocionante – mas por poucos minutos, o que, convenhamos, não dá tempo de emocionar ninguém – enfim, algo que demostra a previsibilidade do roteiro – pouco inspirado para criar reviravoltas ou situações marcantes como o filme anterior.

Inclusive tal preguiça se estende para a concepção visual – os quatro elementos da floresta, vento, fogo, água e terra, são representados de maneira simplória – devo confessar que daria um prêmio de “melhor criatura fofa” para o pequenino lagartinho que representa o fogo – mas, de resto, o filme traz criações que soam ingênuas, se comparadas com as criaturas de pedras que já vimos em outras obras de fantasia – O Senhor dos Anéis ou O Hobbit, por exemplo – sem falar que é bastante obvia a identidade de um “misterioso” quinto elemento... ou até mesmo a maneira batida de apresentar fatos passados através de estatuas ou gelos que representam histórias antigas – apesar da qualidade de animação ótima, como de habitual, eu senti uma certa falta de capricho, principalmente se comparado a obras como Up – Altas Aventuras, Wall-E ou Os Incríveis – além daqueles que citei no começo – ainda assim, o visual de Frozen 2 continua belo, mesmo que sem muita inovação.

E, infelizmente, isso também acontece com as canções, que, desta vez, realmente atrapalham a narrativa – algo que o filme original era imbatível – realmente, não deixa de ser enfadonho acompanhar músicas que só estão ali para descrever sentimentos que já conhecemos sobre os personagens – apesar de bonitas, canções como “Lost in the Woods” ou “Into the Unknown” (a melhor desta sequência), só expõe os personagens a situações repetitivas – não há o “encaixe” perfeito como acontecia com “Do You Want to Build a Snowman?” ou com a já clássica “Let It Go” – essa chega a ser citada no momento mais divertido do filme, quando Olaf faz uma hilária recapitulação do filme original – atente para uma cena pós-crédito assim também.

Enfim, o que realmente salva Frozen 2 são seus personagens – seja por seus dilemas humanos, ou pelo bom uso do humor – e, como disse antes, Olaf é um coadjuvante impagável, que nem mesmo suas ligações um tanto forçadas com os acontecimentos do último ato atrapalham – culminando em uma obra que não traz muitas novidades, mas mostra que a história de Elsa e Anna são dignas de muita atenção – e, se houver mais alguma sequência, em algum tradicional inicio de ano da Disney, espero que o elemento “ousadia” volte a reinar sobre nossos queridos habitantes de Arendelle – afinal, tanto a rainha quanto a princesa, são capazes de quebrar paradigmas e convenções que já são do passado deste gênero.
Emerson M.
Emerson M.

29 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2020
O roteiro não é dos melhores e se perde na própria ideia. Olaf salva o filme nos fazendo rir e esquecer do resto. A irmã mais novo realmente é mais "princesa' que a Elza.
Tarcísio Braga
Tarcísio Braga

34 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2020
O segmento do aclamado e emocionante Frozen: uma aventura congelante.
Essa sequência também é dirigida pelos diretores Chris Buck e Jennifer Lee, no gênero de animação e está concorrendo a melhor animação do Globo de Ouro de 2020. O filme basicamente traz uma nova história com Elsa e sua irmã Ana, acompanhadas de Kristoff, Olaf e Sven.
A trama traz um pouco da infância das irmãs, mostrando um passado sombrio sobre a floresta dos elementos, onde contém figuras misteriosas e a separação da cidade dos elementos fundamentais como ar, fogo, terra e água; com a descoberta dessa história, que é contada pelo pai a Elsa, a mesma irá descobrir a origem dos seus poderes e sua origem mística.
Nessa sequência diferente do primeiro a ação está bem presente, trazendo cenas com efeitos espetaculares; o filme de fato está bem melhor nesse quesito do que o primeiro, até porque já se passaram 6 anos; a trilha sonora está muito boa e contribui aqui(foco nas letras) com a história do filme, porém não tem aquela música marcante do primeiro; ao longo do filme você vai percebendo que o diretor não quis avançar ou arriscar demais, entregar aquilo que prometeu e sem muitas reflexões para o público infantil.
Faltou um maior detalhe na história dos pais de Elsa, o filme em alguns momentos parece corrido, o final poderia ser melhor explicado, mesmo com isso continua sendo uma das melhores animações hoje dos estúdios Disney. Um ponto positivo é a maior abordagem e tempo de tela de personagens secundários, ganhando até músicas próprias; com tudo isso a minha nota é de um filme excelente 8,0 na minha lista pessoal e 4,0/5 em sites específicos. Vale a pena se aventurar nessa história mais uma vez, muito congelante! Assistido dia 05/01/2020
Crítica feita por Tarcísio Braga e revisada por Adriana Santos -

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DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de janeiro de 2020
Não é melhor que o primeiro, mais diverte, apesar de que nenhuma piada funcionou comigo, e acho que faltou uma musica tão boa quanto leri go
Mirna Albuquerque Ribeiro Alves
Mirna Albuquerque Ribeiro Alves

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de janeiro de 2020
Os gráficos continuam lindos... Olaf/Porchat ainda faz rir, embora também tenha perdido o “gás”. Há um personagem novo, muito cativante. Mas o roteiro parece “pesar”: com altos e baixos, e infelizmente, com trechos bem chatinhos. A continuação, nem de longe, tem o mesmo dinamismo do 1º. As músicas também não encantam.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de janeiro de 2020
Frozen 2 traz uma aventura corriqueira que mergulha em um narrativo mar calmo, sem grandes aspirações que não seja usar toda a almagama visual, musical e estrutural que funcionou antes e atualizar em uma animação tecnicamente mais potente em uma história sem grandes aspirações que não seja tentar divertir as crianças, ganhar prêmios cinematográficos no quesito animação e faturar bilhões com bilheteria e licenciados, tudo isso rodando no básico.

Para ler a crítica completa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2020/01/critica-cinema-frozen-2.html
Elza Cristina
Elza Cristina

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de janeiro de 2020
Gostei mais do Frozen 1. Esperava mais e me decepcionei... Demoraram tanto para lançar a continuação e deixaram a desejar...
PHMOVIE
PHMOVIE

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Resumidamente, “Frozen 2” é uma aventura emocionante, com o mesmo peso do original, com uma nova história, novas músicas (destaque para “Into The Unknown” na versão brasileira “Minha Intuição”) e gráficos incríveis! Corre pra ver!
Dupla Exploradores
Dupla Exploradores

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Com uma história muito profunda e roteiro desinteressante, Frozen 2 chega aos cinemas da pior forma. O que o primeiro filme trouxe era inovador, uma das maiores bilheterias de filmes de animação, logo depois superada por O Rei Leão.
O que Frozen deixou em aberto em seu filme foi explicado em Frozen 2, mas o que falta mesmo, é aquele temperinho que a Disney tem para todas as suas animações.
Esse aqui o temperinho mudou um pouco, durante o filme tudo vai se aprofundando de uma forma muito estranha, e também tem cenas bizarras no filme. As músicas acontecem de 10 a 10 minutos, e são muito clichés para um filme de musical da Disney.
O final é muito bom, mas o filme bastante deixa a desejar.
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