Porta dos Fundos - Contrato Vitalício
Média
1,3
470 notas

129 Críticas do usuário

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Lucas A.
Lucas A.

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1,0
Enviada em 17 de julho de 2016
Uma tremenda falta de respeito com quem gosta de filmes de verdade. Ese filme e um cachorro cagando é a mesma coisa.
Manuel Eduardo F.
Manuel Eduardo F.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 16 de julho de 2016
O filme é ruim, fraco. Infelizmente, o elenco, que não é dos piores e tem lá a sua graça, foi muito mal empregado num enredo e roteiro sem pé nem cabeça, cansativo. Cheguei a sair do cinema e voltar nos 20 minutos finais, sem perder absolutamente nada.

Agora, o que me decepcionou mesmo foi a crítica deste portal, Adoro Cinema, com a sua crítica muito favorável; acho que eles não estão assistindo estes filmes (saem da sala, como eu, e voltam ao final...).
Bruna Ventura
Bruna Ventura

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de julho de 2016
Péssimo! Grande decepção! O Porta dos Fundos fez tantos vídeos excelentes e quando vão fazer um filme, lançam uma porcaria dessa. Saiu todo mundo do cinema chocado. Simplesmente ridículo! Eu teria vergonha se o filme fosse meu.
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 12 de julho de 2016
"Contrato Vitalício" surpreende por apresentar uma estória completa, em vez das esquetes que consagraram o Porta dos Fundos, a do jovem ator Rodrigo (Fábio Porchat) o qual recebe um dos principais prêmios do cinema logo no início de sua carreira e da parceria com seu colega de profissão Miguel (Gregório Duvivier). A estória gira em torno do entusiasmo com a vitória inicial, a qual durante a celebração enseja a assinatura de um contrato vitalício, na certeza juvenil que o sucesso é para sempre. Assim é que o grupo de humoristas, utilizando a notória linguagem politicamente incorreta, recorre à metalinguagem para ensinar como um filme de conteúdo esquizofrênico pode ser realizado até mesmo contra a vontade do principal participante. Como pano de fundo, a trama mostra que a violência mais sanguinária do mundo real, personificada no detetive Otacílio (Antonio Tabet), não é páreo para o nonsense. Faz refletir se os "contratos vitalícios", tão comuns na sociedade brasileira, que tanto valoriza a estabilidade no emprego, não estariam sujeitos à mesma esquizofrenia que desvia pessoas e instituições de um propósito lógico. E se a "cultura" que é produzida para as massas, e é claro que o próprio filme não pode ficar de fora desse rol, não passa de um pênis gigante pronto para estuprar o bom senso e a qualidade. Tudo isso, quando nos exilamos nos banheiros metafóricos, de onde saímos prontos para produzir a mais pura escatologia. Os recursos públicos provenientes da renúncia fiscal, proporcionados pelas leis de incentivo, como a Rouanet, deveriam ser melhor empregados, não em projetos que são capazes de gerar recursos por si próprios, uma vez que são realizados por quem já compõe a indústria cinematográfica tupiniquim e que deveriam ser capazes de fazer filmes autossustentáveis. Apesar disso, o filme é tecnicamente bem realizado com um elenco de hilários comediantes. Contudo, cinema não é só forma, mas, principalmente, conteúdo, e nesse sentido o filme do Porta erra ao não explorar a ideia do contrato vitalício, relacionando-o com os cargos vitalícios que existem na sociedade brasileira e que são responsáveis por nossa estagnação moral, social, cultural e econômica. Aliás, essa falta de senso crítico se reflete no próprio protagonista Rodrigo que não parece incomodado com a superficialidade e nonsense do que faz, mas apenas com a patologia que acomete seu antigo parceiro e que só ele parece perceber. Dispensável.
Geraldo G.
Geraldo G.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de julho de 2016
Extremamente fraco. Não esperava isso vindo do Porta dos Fundos. Um filme praticamente sem roteiro algum onde a história parece ser um sarcasmo com o próprio filme visto que não tem absolutamente nada de muito proveitoso. Como se já não fosse o bastante ver um filme sem sentido os momentos de comédia, que são o mínimo que se espera deste filme, são bem poucos pois o que mais se vê aqui é a velha forma de ser "engraçado" na base de palavrões ditos de forma exaustiva em alto e bom som, ou seja, apelando mesmo para tentar suprir a inexplicável falta de conteúdo humorístico. Esperava muito mais deste filme, principalmente em termos de sagacidade no humor. O que se vê é humor no pior estilo pornochanchada.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de julho de 2016
Um filme que já tem logo no cartaz de divulgação uma paródia dos Vingadores passaria uma credibilidade de história original? Essa é a maior indagação no primeiro filme da trupe "Porta dos Fundos". O filme dirigido por Ian SBF (Entre Abelhas) não passa essa confiança, muito menos a comédia rápida e peculiar do Porta, o filme não consegue ir além da zona de conforto dos 2min30s de um vídeo no You Tube (plataforma que a turma domina). O timing das piadas estão contidas nos primeiros 60 min do longa, ao passar esse tempo o mesmo se torna enfadonho e repetitivo, um filme para dormir no cinema. Nem parece que o diretor Ian foi o mesmo de "Entre Abelhas", esse sim foi um filme bem trabalhado nas nuances cinematográficas, apesar de ser de um gênero diferente de "Contrato Vitalício". Com um roteiro semelhante a uma esquete feita para a internet, SBF vai levando sua produção como um vídeo do Porta de forma estendida e paga, já que, você precisa comprar seu ingresso para assistir os caras que você vê de graça no You Tube. O mesmo foi escrito pelo próprio Fábio Porchat que interpreta Rodrigo, um ator de filmes que tem como melhor amigo o diretor Miguel (Gregório Duvivier). Os dois são premiados em um festival internacional de cinema e na comemoração, Rodrigo escreve em um guardanapo de bar um Contrato Vitalício, onde ele e Miguel sempre fariam filmes juntos, só que Rodrigo não contava que no dia anterior Miguel desapareceria e só retornaria depois de 10 anos com uma proposta de produção insana. O longa até que apresenta elementos interessantes em sua narrativa como a famosa e descontrolada da internet (Thati Lopes), o agente de celebridades e viciado em smartphone (Luis Lobianco), o jornalista de fofoca (Marcos Veras), a diretora de elenco descontrolada (Júlia Rabello), o investigador sanguinolento (Antonio Tabet), entre outros. No entanto não é o suficiente para segurar uma produção de 1h40m. Fica aqui a dúvida: Será que Porchat e sua turma funcionam, apenas, na Internet? São as cenas do próximo capítulo.
Valdemir P.
Valdemir P.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de julho de 2016
Filme Horrível, Fabio Porchat até que se esforçou pra fazer o publico rir, mas o elenco putzzz deixou a desejar.
Quéli A.
Quéli A.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de julho de 2016
Apostava Muito no Porta dos Fundos, mas banalizaram o filme com excesso de Filha da Puta e Caralho dentre outras ...roteiro fraquíssimo, vulgarizaram a nossa brasilidade..Perca de Tempo!
Giovanna F.
Giovanna F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de julho de 2016
Filme horrível, sem contexto, agonizante. Uma pena porque os atores são muito bons.
Tá mais pra tragédia grega que comédia, não ri um vez, várias pessoas saíram na sessão antes do fim.
Não perca seu tempo.
André L.
André L.

86 seguidores 16 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de julho de 2016
Filme fraco, cansativo, está muito longe da Porta dos Fundos da internet. O filme na primeira parte até se consegue ver, mas depois de 10 anos, com o retorno de uma das personagens, o filme se perde e fica ridículo.
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