É mais uma comédia brasileira... melhor ter ir assistido o filme do Pelé (risos), é um filme para assistir na Sessão da Tarde. Aproveitando a oportunidade para criticar o Ministério da Cultura, que aplica a Lei Roanet. É preciso modificar os critérios da lei, pois, todo o recurso público deve ter apenas um interesse: o interesse público. As empresas ganham duas vezes: primeiro ficam isentas de impostos e segundo ganham com a vinculação de seus nomes nos projetos. Por sua vez, o poder público deixa de arrecadar e não têm garantia do retorno desses investimentos, já que, quase sempre atende a projetos que privilegiam uma pequena parcela da população, que não necessitariam de fomento público. Incentivar a cultura vai muito além do que disponibilizar recursos para financiar um filme, um show, uma peça de teatro. Há concentração de recursos em poucos projetos. Devemos lembrar, que o país tem 200 milhões de habitantes e que não será com a vinda de exposições no eixo Rio-SP que irá tornar o Brasil "mais culto". Povo culto é aquele em o poder público investe no seu povo.
Sempre fui fã do grupo Porta dos Fundos, mas confesso que me decepcionei com o filme. O Porta quis fazer um filme que não fosse uma sucessão de esquetes. Muita gente elogiou, mas eu acredito que o problema foi justamente esse, haja vista que essa era a forma do grupo trabalhar. Afinal, por que não fazer um filme composto por esquetes? “A vida de Brian” nada mais é do que um monte de pequenas piadas interligadas formando uma história maior e, na minha opinião, é a melhor comédia de todos os tempos. O Porta do Fundo poderia ter feito o mesmo, mas acabou criando um filme longo e chato, com um ritmo que chega a ser lento e cansativo em algun momentos, fazendo com que as poucas boas piadas, infelizmente, se percam. Na minha opinião, quiseram inovar, mas acabaram errando a mão. Outro problema: o filme parece muito infantil para o público adulto, mas tem piadas muito adultas para o público infantil. Fábio Porchat é um cara que faz um tipo de humor exagerado e muitas vezes baseado em caras e bocas. Ele é ótimo nas esquetes do grupo na Internet, mas acaba ficando insuportável em um filme de longa metragem. Antonio Tabet é ótimo roteirista e até consegue atuar bem em algumas esquetes, mas também não ficou legal no filme. Gregório Duvivier e João Vicente de Castro não fedem nem cheiram. Enfim, acho que vale mais a pena rever os vídeos antigos do grupo na internet ao invés de se deslocar até um cinema para ver o filme.
O filme é um lixo! Um soco na cara de quem foi assistir esperando o humor inteligente do Porta dos Fundos. Nada se aproveita do que foi ali produzido. Deu vontade de sair no meio da projeção e tive a sensação do cinema brasileiro se encontrar em seu pior momento.
O filme é uma porcaria !! A sala de cinema estava vazia... logo vi... acho que só ri uma vez. Filme muito ruim, nada a ver com Porta dos Fundos. Dinheiro jogado fora. Tanto dos ingressos quanto do dinheiro público investido nessa droga. Muita mídia...
Esperava que fosse ser bobo, mas não tanto quanto se apresentou. Bem diferente das sátiras inteligentes e ácidas do canal no YouTube, este roteiro é chato, cansativo e sem graça. A história não existe, apenas interpretações mal feitas e muito pastelão. Provavelmente a única que salva é Thati Lopes.
O filme tem altos e baixos mas no geral é uma decepção considerando o histórico do grupo. Eles já fizeram sátiras muito melhores no próprio canal. Existe um monte de piadas do "mundinho da televisão" que fazem sentido para as pessoas do "mundinho da televisão".
Péssimo. Retrato do cinema nacional. Extremo mal gosto. Definitivamente as produtoras e demais envolvidos deveriam parar de tentar fazer cinema e esse "filmete" é mais um exemplo da incompetência brasileira na "sétima arte".
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