Um dos piores filmes produzido nos últimos tempos no Brasil. Filme com texto ruim, como na temática apresentada , criando uma metáfora que não se sustenta. Falas rasas e com humor sarcástico e fraco...o filme da sono e com muita dificuldade se chega ao fim.
Péssimo. Retrato do cinema nacional. Extremo mal gosto. Definitivamente as produtoras e demais envolvidos deveriam parar de tentar fazer cinema e esse "filmete" é mais um exemplo da incompetência brasileira na "sétima arte".
Usurpadores do dinheiro publico, toda equipe que fez o filme deveria se envergonhar de saber a situação dos hospitais no brasil, e ainda obter dinheiro publico, mesmo que sendo legal.
Porta dos Fundos: Contrato Vitalício comete o grande erro é do filme não ser engraçado, e seu triunfo é a trama bem introduzida ao espectador, através de personagens simples e unilaterais, que fazem uma forte crítica a mídia social na atualidade. O filme é arrastado e com pouquíssimas piadas risíveis, já que os personagens são cansativos, com exceção do protagonista. Contrato Vitalício deixa a sensação de ter uma história do Porta, mas um roteiro de comédias pastelões ruins, e isso faz da grande sacada criativa algo bom, mas sem destaque.
o filme contrato vitalicio - só se for para o pt . Nem assisti o filme ainda. Vou ver quando passar na sessao da tarde ou na temperatura maxima. Até lá vou dar uma estrela e, dependendo de eu assistir, mudo de opinião. Isso pode levar alguns meses ou anos. assis sp brasil
O filme tem altos e baixos mas no geral é uma decepção considerando o histórico do grupo. Eles já fizeram sátiras muito melhores no próprio canal. Existe um monte de piadas do "mundinho da televisão" que fazem sentido para as pessoas do "mundinho da televisão".
"Contrato Vitalício" surpreende por apresentar uma estória completa, em vez das esquetes que consagraram o Porta dos Fundos, a do jovem ator Rodrigo (Fábio Porchat) o qual recebe um dos principais prêmios do cinema logo no início de sua carreira e da parceria com seu colega de profissão Miguel (Gregório Duvivier). A estória gira em torno do entusiasmo com a vitória inicial, a qual durante a celebração enseja a assinatura de um contrato vitalício, na certeza juvenil que o sucesso é para sempre. Assim é que o grupo de humoristas, utilizando a notória linguagem politicamente incorreta, recorre à metalinguagem para ensinar como um filme de conteúdo esquizofrênico pode ser realizado até mesmo contra a vontade do principal participante. Como pano de fundo, a trama mostra que a violência mais sanguinária do mundo real, personificada no detetive Otacílio (Antonio Tabet), não é páreo para o nonsense. Faz refletir se os "contratos vitalícios", tão comuns na sociedade brasileira, que tanto valoriza a estabilidade no emprego, não estariam sujeitos à mesma esquizofrenia que desvia pessoas e instituições de um propósito lógico. E se a "cultura" que é produzida para as massas, e é claro que o próprio filme não pode ficar de fora desse rol, não passa de um pênis gigante pronto para estuprar o bom senso e a qualidade. Tudo isso, quando nos exilamos nos banheiros metafóricos, de onde saímos prontos para produzir a mais pura escatologia. Os recursos públicos provenientes da renúncia fiscal, proporcionados pelas leis de incentivo, como a Rouanet, deveriam ser melhor empregados, não em projetos que são capazes de gerar recursos por si próprios, uma vez que são realizados por quem já compõe a indústria cinematográfica tupiniquim e que deveriam ser capazes de fazer filmes autossustentáveis. Apesar disso, o filme é tecnicamente bem realizado com um elenco de hilários comediantes. Contudo, cinema não é só forma, mas, principalmente, conteúdo, e nesse sentido o filme do Porta erra ao não explorar a ideia do contrato vitalício, relacionando-o com os cargos vitalícios que existem na sociedade brasileira e que são responsáveis por nossa estagnação moral, social, cultural e econômica. Aliás, essa falta de senso crítico se reflete no próprio protagonista Rodrigo que não parece incomodado com a superficialidade e nonsense do que faz, mas apenas com a patologia que acomete seu antigo parceiro e que só ele parece perceber. Dispensável.
Eu não estou com raiva porque "Contrato Vitalício" é ruim. Eu estou com raiva porque "Contrato Vitalício" é ruim e foi feito com dinheiro dos pagadores de impostos. Aquele casal de idosos do sertão que luta para pagar as contas, aquela mãe solteira que trabalha duro para comprar uma cara lata de leite para o bebê, aquele cara que trabalha de sol á sol para trazer comida pra dentro de casa. Todos esses pagaram por esse filme. Péssimos comediantes, roteiro também péssimo, e atuações imbecis são algumas das atrocidades ao intelecto que esse "filme" apresenta. Só de ver o cartaz já dá vergonha alheia. Sem dúvidas, um das piores coisas que já foram exibidas no cinema. Saudades dos Trapalhões, pois eles sim eram comediantes.
Muito divertido chegando a propiciar grandes gargalhadas, cenas que beiram o antigo pastelão do cinema antigo. Para quem gosta das comédias idiotas americanas, talvez pareça ruim, mas é ótimo.
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