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Mateus C.
1 crítica
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2,5
Enviada em 20 de março de 2018
Achei o filme bem fraco, não é uma comédia (para ser comédia precisa ter graça certo? ) Não é uma ficção cientifica ( o que o trailer te engana a pensar) não é drama, não é romance, não é nada.
Você aceitaria ser encolhido para ter uma vida melhor, utilizando menos recursos e ajudando o planeta? Eis um filme original e muito criativo, onde menos é mais: Pequena grande vida! Dirigido por Alexander Payne (Nebraska), a obra traz uma interessante mensagem sobre consumismo e a vida moderna. No elenco, destacam-se Matt Damon e Kristen Wiig (casal Safranek), o vencedor do Oscar Christoph Waltz (como seu vizinho) e a faxineira vietnamita Ngoc Lan Tran (Em um belo papel de Hong Chau, indicada ao Globo de ouro por sua atuação). Muito poderia ser dito e discutido sobre este filme e suas questões. Mas, entre as surpresas e curiosidades propostas, destacam-se, na primeira parte, toda a problemática particular do casal Safranek e de sua vida, antes do encolhimento. Como viviam como gente normal, planejando sua vida econômica e social? Comprar uma casa, um carro, planejar a vida e tentar levar a vida, como pessoas normais. Na segunda parte do filme, entram forte as questões sociais, em uma escala global: uma nova vida, após o encolhimento. Mais recursos e opções, em um mundo totalmente novo e inesperado. Uma verdadeira maravilha moderna, exposta em sua nova residência dos sonhos. Novos amigos, novas possibilidades. É interessante notar toda a criatividade e originalidade apresentada na segunda parte do filme, onde o pequeno mundo se confronta com o mundo tradicional, de forma particular e original. Certamente, um dos pontos fortes do filme é sua problemática crescente, que extrapola todas as expectativas em cena. Há muito o que se falar sobre Pequena grande vida e sua trama social, principalmente na questão do protagonista, Paul Safranek. Que viagem incrível é assistir ao filme, compartilhando os dramas e dilemas do personagem de Matt Damon! Pequena grande vida é um filme que se apresenta como comédia, segue pelo drama e torna-se intenso em sua proposta social. Merece ser assistido e apreciado, mesmo com seu final aberto. Super recomendo!
A abordagem inicial deu a impressão de que trataria um conceito interessante, que são os prós e contras do Encolhimento.
Uma cena no bar também deu a entender que haveria um impasse entre os que eram a favor ou contra o procedimento.
E se o filme seguisse essa conotação, certamente seria muito interessante e se enquadraria para uma comédia dramática. Mas foi totalmente disperso, virou uma mistura de romance/comédia, porém fraco.
É uma pena, pois na minha opinião, tinha todo para ser um excelente filme e não é.
A ideia é boa assim como a discussão proposta sobre o downsizing. No entanto o filme é longo, monótono, com falhas graves de continuidade e a dispersão do roteiro. É possível perceber que a direção se perde e dando a sensação de não saber como acabar com o filme. Há trechos engraçados, mas nem de longe trata-se de do gênero comédia uma vez que mostra o drama de uma pessoa que diminui de tamanho.
O filme se perdeu totalmente, é extremamente chato, esquisito, história sem nexo, enfim uma bela porcaria! Cenas mornas e sem graça nenhuma, piadas fracas. Queria desver.
A premissa lembra aquele filme Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids, 1990)...mas achei o filme longo demais…são 2h16min (parecem mais de 3h rsrs) e boa parte desse tempo o diretor gasta meio que explicando demais sabe? Tipo ele detalha tanto o processo de miniaturizar (downsizing) as pessoas e depois não explora tanto a questão do tamanho das coisas…ele entra mais na vibe da solidão do nosso personagem e faz criticas sociais que não importa o quão o ser humano tenha boas intenções sempre haverá um lado menos privilegiado e sempre teremos desigualdades…uma trama arrastada…piadas na medida certa mas demora para o filme dizer a que veio….e um final sem graça que você já sabe como vai ser tipo uns 15min antes de acontecer…destaque para os coadjuvantes o francês Dusan Mirkovic (Christoph Waltz) e a vietnamita Ngoc Lan Tran (Hong Chau). Assista com um bom tempo sobrando. Nota 7,0.
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