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Rodrigo Gomes
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981 críticas
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1,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2018
Não tem a originalidade, mas imaginei que teríamos algo mais divertido e interessante, no entanto o longa vai caminhando para uma clara crítica social, mostrando que não importa onde e como, o ser humano consegue destruir tudo. Até aí, OK. Porém, fala tanto de tudo e acaba não falando de nada...Fica perdido em meio a personagens incompletos e vazios que não possuem um real sentido na história e faz se perder todo o contexto da coisa, incluindo o protagonista que tem uma grande tendência depressiva. Chato, fraco e desperdiçado.
Você aceitaria ser encolhido para ter uma vida melhor, utilizando menos recursos e ajudando o planeta? Eis um filme original e muito criativo, onde menos é mais: Pequena grande vida! Dirigido por Alexander Payne (Nebraska), a obra traz uma interessante mensagem sobre consumismo e a vida moderna. No elenco, destacam-se Matt Damon e Kristen Wiig (casal Safranek), o vencedor do Oscar Christoph Waltz (como seu vizinho) e a faxineira vietnamita Ngoc Lan Tran (Em um belo papel de Hong Chau, indicada ao Globo de ouro por sua atuação). Muito poderia ser dito e discutido sobre este filme e suas questões. Mas, entre as surpresas e curiosidades propostas, destacam-se, na primeira parte, toda a problemática particular do casal Safranek e de sua vida, antes do encolhimento. Como viviam como gente normal, planejando sua vida econômica e social? Comprar uma casa, um carro, planejar a vida e tentar levar a vida, como pessoas normais. Na segunda parte do filme, entram forte as questões sociais, em uma escala global: uma nova vida, após o encolhimento. Mais recursos e opções, em um mundo totalmente novo e inesperado. Uma verdadeira maravilha moderna, exposta em sua nova residência dos sonhos. Novos amigos, novas possibilidades. É interessante notar toda a criatividade e originalidade apresentada na segunda parte do filme, onde o pequeno mundo se confronta com o mundo tradicional, de forma particular e original. Certamente, um dos pontos fortes do filme é sua problemática crescente, que extrapola todas as expectativas em cena. Há muito o que se falar sobre Pequena grande vida e sua trama social, principalmente na questão do protagonista, Paul Safranek. Que viagem incrível é assistir ao filme, compartilhando os dramas e dilemas do personagem de Matt Damon! Pequena grande vida é um filme que se apresenta como comédia, segue pelo drama e torna-se intenso em sua proposta social. Merece ser assistido e apreciado, mesmo com seu final aberto. Super recomendo!
Péssimo! Sem dúvida um dos piores filmes que já vi. Humor fraco, com personagens que entram e saem da história sem qualquer importância. A narrativa parece seguir cada hora um rumo diferente. Enfim, não vale a pena.
São 3 filmes dentro de 1: o primeiro, com duração de 10 minutos, super interessante; o segundo, com duração de 5 horas, com personagens sem nexo jogados na tela; o terceiro, durando 5 minutos, com Matt Damon muito bobo (ô saudade de Good Will Hunting), e a Vietnamita (que a princípio estava cômica) super sem sal e sem "força" alguma. Não valeu nem os 5 reais por hora da Zona Azul.
Na cidade de Omaha, as pessoa descobrem a possibilidade de reduzir de tamanho para uma versão minúscula, a fim de terem menos gastos vivendo em pequenas comunidade que se espalham pelo mundo. Um homem aceita passar por esse processo.
Até que achei uma história interessante mas o final deixou a desejar, parece que ficou com muita coisa sem explicação
Não vale a pena investir o tempo. Se a ideia do filme parece ótima, o desenrolar da história é muito fraco. Simplesmente não leva a lugar nenhum. Essa fraqueza toda no roteiro faz com que o filme tente, mas acabe não passando mensagem nenhuma.
A premissa lembra aquele filme Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids, 1990)...mas achei o filme longo demais…são 2h16min (parecem mais de 3h rsrs) e boa parte desse tempo o diretor gasta meio que explicando demais sabe? Tipo ele detalha tanto o processo de miniaturizar (downsizing) as pessoas e depois não explora tanto a questão do tamanho das coisas…ele entra mais na vibe da solidão do nosso personagem e faz criticas sociais que não importa o quão o ser humano tenha boas intenções sempre haverá um lado menos privilegiado e sempre teremos desigualdades…uma trama arrastada…piadas na medida certa mas demora para o filme dizer a que veio….e um final sem graça que você já sabe como vai ser tipo uns 15min antes de acontecer…destaque para os coadjuvantes o francês Dusan Mirkovic (Christoph Waltz) e a vietnamita Ngoc Lan Tran (Hong Chau). Assista com um bom tempo sobrando. Nota 7,0.
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