Média
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É esquisito, mas a história é interessante. Talvez não assista novamente, mas pelo menos me divertiu, dei boas risadas.
Achei o conceito MUITO FODA, como o mundo se adapta aos pequenos, como é a transição e tudo mais. Mas a história...ela se perde, algumas coisas ficam sem nexo. Adoraria ver um novo filme nesse universo, mas com uma história mais decente. No início o filme parece cômico e interesse mas depois fica triste e sem sal. O filme acaba você fica "que???"
A ideia inicial é muito boa , o filme perdeu foco tornando um filme muito chato. Mas poderia ser um filme muito bom.
Roteirista tentou lacrar, mas acabou se lascando. Filme mais chato que jogar bingo sozinho. Não entendo como atores renomados aceitam participar de tamanho desastre. Filme digno de passar no Cine Trash com apresentação do Zé do Caixão. Estou me sentindo muito burro depois de ter assistido esse filme. É como se eu tivesse perdido anos da minha vida, não cometam esse erro.
O filme empolga bastante até pouco antes da metade dele, mais depois....
Após a primeira metade do filme fica tudo muito sem graça.
Após a primeira metade do filme fica tudo muito sem graça.
A ideia do filme é boa, mas o roteiro é fraco e não consegue sustentar a ideia e assim deixando o filme cansativo e chato.
#NãoVaiPraEstante
#NãoVaiPraEstante
Não sei como perdi meu tempo com esse filme. Filme sem pé nem cabeça. Enredo fraco. Dinheiro jogado no lixo. Não indico para ninguém.
A PARAMOUNT FAZ UM DESSERVIÇO A TERAPIA OCUPACIONAL (TO). Fiquei extremamente frustrada! A Terapia Ocupacional luta para ser conhecida pela sociedade, já que poucas pessoas conhecem essa profissão maravilhosa e o filme simplesmente destrói toda a imagem da TO. Segue a visão ERRÔNEA DO FILME:
O protagonista é um terapeuta ocupacional que trabalha no telemarketing, frustrado por não ter sido médico, totalmente cheio de dívidas, com casa hipotecada, que quebra uma prótese e passa a carregar a moça com a perna amputada (amputação transfemural unilateral) em suas costas para subir e descer escadas. Além de utilizar a seguinte definição para Terapia Ocupacional: "é tipo fisioterapia"
Qualquer TO tem raiva dessa definição que compara Fisio com TO. Nossa profissão é muito mais abrangente que a fisioterapia. Só para começar, a TO nao se restringe a reabilitação física, podendo trabalhar na saúde mental, na área social, educacional, da justiça,..
UM TO JAMAIS CARREGARIA UMA PESSOA NAS COSTAS PARA SUBIR E DESCER ESCADAS. O OBJETIVO DA TO É JUSTAMENTE PROMOVER A INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA DO SER HUMANO NA REALIZAÇÃO DE SUAS ATIVIDADES!
UM TO PODE TRABALHAR COM PRÓTESES, MAS NEM TODO TO TRABALHA COM PRÓTESES. Colocar um TO quebrando uma prótese passa a imagem de que o profissional não sabe o que está fazendo, que essa profissão não tem pessoas competentes.
Colocar que um TO é frustrado por não ter sido médico e toda hora puxar sardinha pra medicina, colocando o protagonista em situações em que claramente um médico deveria dar opinião, é simplesmente um absurdo! UM TO AMA O QUE FAZ!! NÃO AGUENTO ESSA PERTURBAÇÃO DE QUALQUER PROFISSIONAL QUE TRABALHE NA SAÚDE É FRUSTRADO POR NÃO SER MÉDICO! Não existe só a medicina no mundo! Outras profissões são igualmente importantes e amadas!
Por fim, por que o TO tem que ser todo endividado, com hipoteca? Não ganhamos uma exorbitância de salário mas não somos pobres.
Por que não poderia mostrar o TO trabalhando como TO? Por que o TO tem que trabalhar no telemarketing? Nada contra o telemarketing, mas existe muito emprego para TO!!! TO não fica desempregado!
O protagonista é um terapeuta ocupacional que trabalha no telemarketing, frustrado por não ter sido médico, totalmente cheio de dívidas, com casa hipotecada, que quebra uma prótese e passa a carregar a moça com a perna amputada (amputação transfemural unilateral) em suas costas para subir e descer escadas. Além de utilizar a seguinte definição para Terapia Ocupacional: "é tipo fisioterapia"
Qualquer TO tem raiva dessa definição que compara Fisio com TO. Nossa profissão é muito mais abrangente que a fisioterapia. Só para começar, a TO nao se restringe a reabilitação física, podendo trabalhar na saúde mental, na área social, educacional, da justiça,..
UM TO JAMAIS CARREGARIA UMA PESSOA NAS COSTAS PARA SUBIR E DESCER ESCADAS. O OBJETIVO DA TO É JUSTAMENTE PROMOVER A INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA DO SER HUMANO NA REALIZAÇÃO DE SUAS ATIVIDADES!
UM TO PODE TRABALHAR COM PRÓTESES, MAS NEM TODO TO TRABALHA COM PRÓTESES. Colocar um TO quebrando uma prótese passa a imagem de que o profissional não sabe o que está fazendo, que essa profissão não tem pessoas competentes.
Colocar que um TO é frustrado por não ter sido médico e toda hora puxar sardinha pra medicina, colocando o protagonista em situações em que claramente um médico deveria dar opinião, é simplesmente um absurdo! UM TO AMA O QUE FAZ!! NÃO AGUENTO ESSA PERTURBAÇÃO DE QUALQUER PROFISSIONAL QUE TRABALHE NA SAÚDE É FRUSTRADO POR NÃO SER MÉDICO! Não existe só a medicina no mundo! Outras profissões são igualmente importantes e amadas!
Por fim, por que o TO tem que ser todo endividado, com hipoteca? Não ganhamos uma exorbitância de salário mas não somos pobres.
Por que não poderia mostrar o TO trabalhando como TO? Por que o TO tem que trabalhar no telemarketing? Nada contra o telemarketing, mas existe muito emprego para TO!!! TO não fica desempregado!
O roteirista/diretor perde a oportunidade de desenvolver o tema mais interessante do filme, que é a fantasia (vista como realidade) de termos no mesmo universo pessoas reduzidas e pessoas normais.
Tanto que o filme pode ser dividido entre o protagonista grande e pequeno, sendo que a primeira é até interessante e a segunda um desastre.
A primeira tem lances que poderiam levar a diversos desenvolvimentos, tal como a questão da representatividade, do consumo, da economia, da riqueza entre outros. Contudo, o diretor passa muito rápido pelos assuntos e entra na segunda parte, na qual se perde, por completo.
Um dos piores filmes que assisti no ano.
Tanto que o filme pode ser dividido entre o protagonista grande e pequeno, sendo que a primeira é até interessante e a segunda um desastre.
A primeira tem lances que poderiam levar a diversos desenvolvimentos, tal como a questão da representatividade, do consumo, da economia, da riqueza entre outros. Contudo, o diretor passa muito rápido pelos assuntos e entra na segunda parte, na qual se perde, por completo.
Um dos piores filmes que assisti no ano.
O filme deveria se chamar "Como conseguir estragar uma boa premissa"
A
Um filme que estava interessado no começo com a apresentação e o desenvolvimento dela, mas que do meio pro final vira outro filme, nada a ver com o começo e que me perdeu completamente, tanto que eu nem queria terminar o filme.
A montagem é estranha, é um filme que não sabe finalizar uma cena e ir para a próxima, e fica fazendo fadeout o filme INTEIRO (!!!) A premissa do filme é boa, interessante, diferente, mas ele se perde!
A
Um filme que estava interessado no começo com a apresentação e o desenvolvimento dela, mas que do meio pro final vira outro filme, nada a ver com o começo e que me perdeu completamente, tanto que eu nem queria terminar o filme.
A montagem é estranha, é um filme que não sabe finalizar uma cena e ir para a próxima, e fica fazendo fadeout o filme INTEIRO (!!!) A premissa do filme é boa, interessante, diferente, mas ele se perde!
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