Não recomendado para menos de 12 anos
Gloria (Anne Hathaway) deixa Nova York e volta para sua cidade natal após perder o emprego e o noivo. Ao acompanhar as notícias sobre o ataque de um lagarto gigante a Tóquio, ela descobre que está misteriosamente conectada mentalmente ao evento. Para evitar novos casos parecidos e uma eventual destruição total do planeta, Gloria precisa controlar os poderes de sua mente e entender por que sua existência aparentemente insignificante tem tamanha responsabilidade no destino do mundo.
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3,0
Legal
Colossal
Pequena monstruosidade
por Bruno Carmelo
Um monstro gigantesco destruindo uma cidade. Pessoas correndo, prédios sendo esmagados, helicópteros atirando na fera. Colossal contém um pouco de todos esses elementos, no entanto a comédia indie constitui um raro projeto no qual o monstro é coadjuvante na história. O espetáculo de efeitos especiais fica em segundo plano, ocupando pouco tempo da narrativa. O olhar do diretor se concentra em algo muito mais banal: a vida de Gloria (Anne Hathaway), típica “loser” americana, sem emprego, distante da família, abandonada pelo namorado e cada vez mais dependente do álcool.
É curiosa a maneira como o diretor Nacho Vigalondo articula o grandioso e o minúsculo, no caso, a catástrofe pública e o drama privado. Talvez o aspecto mais cômico seja a própria ideia de manter a câmera dentro de uma casa vazia, junto à mulher que dorme o tempo inteiro, ao invés de ir para as ruas onde existe um monstro e
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Colossal é um daqueles filmes digamos... diferentes e que não agrada a todos. Mas, a experiência de assisti-lo é mais rica quando se sabe o quanto menos sobre o mesmo. Nesta resenha não há spoilers específicos, mas ainda assim é recomendável não ler antes de ver o filme.
Nacho Vigalondo é o diretor-roteirista espanhol responsável por produções independentes como Crimes Temporais, que tem lugar cativo no concorridíssimo ...
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No começo, eu vi tudo como uma metáfora. Eu acho que era mesmo. Gostei da proposta e das atuações, mas foi bem difícil entender qual era mensagem que o filme queria passar. Apesar de tudo, eu apoio qualquer proposta de filme independente.
Um filme desses você nao pode assistir querendo grandes explicações do motivo do monstro surgir. As outras historias que o cercam são ótimas. E o final é muito bacana. Deve ser visto por qualquer pessoa com mente aberta.
Colossal é um filme de drama/ficção científica que contou com a direção e roteiro de Nacho Vigalondo. Na trama, acompanhamos Gloria (Anne Hathaway) que percebe que está ligada à uma criatura gigantesca que surge destruindo a cidade de Seul. Logo, Gloria percebe que as suas atitudes ou falta delas podem comprometer o destino de várias pessoas e talvez do mundo todo. Por de simbolismos e da metáfora do monstro que sai destruindo a cidade ...
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Presença confirmada
Participante do Festival de Toronto 2016.
Grávida no set
Durante as filmagens, Anne Hathaway estava no seu segundo trimestre de gravidez.
Colossal e Godzilla na justiça
Em maio de 2015, o longa foi aos tribunais acusado de plagiar "Godzilla" (2014), mas ambas as partes chegarem em um acordo.
curiosidades
Nacionalidades
Espanha,
Canadá,
EUA,
Coréia do Sul
Distribuidor
PARIS FILMES
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
4 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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