Love
Média
3,3
363 notas

25 Críticas do usuário

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4 críticas
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cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O último filme do argentino Gaspar Noé (Irreversível, Viagem Alucinante) tem um tom autobiográfico demais para ficarmos confortáveis com as diversas introspecções sexuais às quais os personagens se entregam. Porém, o mais perturbador está longe de ser o sexo: mas o seu resultado. Preso em uma casa com a mãe de seu filho indesejado, o protagonista agoniza lentamente enquanto revive os momentos com sua verdadeira amada. Com certeza os "pró-vida" não estão dispostos a dialogar a respeito não dos que nunca nasceram, mas os que nasceram e agora são reféns eternos de um orgasmo inesperado.
Daniel D.
Daniel D.

8 seguidores 187 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 30 de junho de 2025
Filme bem fraco, dois jovens drogados descobrindo sexo.. o filme se resume nisso sem nada a acrescentar, dialogos fracos.. padrão das chanchadas brasileiras da década de 80... um papinho de amor e logo uma cena de sexo...
Humberto S.
Humberto S.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de dezembro de 2016
l.Muito repercussão e euforia, mas pra mim mais uma vez, foi um mais do mesmo de Gaspar Noé. A ideia e a mensagem que o filme tenta passar é massa, mas pra mim Gaspar se perde em sua tentativa de ser perturbador e surpreendente. Tirando o roteiro que se mostrou maduro e relevante e a trilha sonora que conta com John Frusciante, Funkadelic, Pink Floyd e outros monstros, o resto é desprezível.
Victoria A.
Victoria A.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de setembro de 2015
Muito interessante.... Gosto de filmes assim maiores de 18 e que são bem realistas.
Rafaela Carvalho
Rafaela Carvalho

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de setembro de 2016
Um filme por vezes monótono, porém desperta em momentos a curiosidade para apreciar e aprofundar na intimidade dos personagens. Sem algum pudor, são explorados os corpos dos atores e expostos suas partes íntimas tão intimamente nas cenas de sexo, que são muitas.
Exalta a história de Murphy, em seu presente, casado com uma mulher que não ama e com um filho, tendo um vida no qual ele não imaginou tê-la, e Electra, sua ex-namorada até então desaparecida.
O desenrolar do filme se passa na época do namoro dos personagens, onde juntos exploraram a vida de todas as maneiras possíveis, com destaque as inúmeras experiencias sexuais que tiveram juntos, além do uso de drogas, brigas, traições, comportamentos abusivos e machistas.
O diretor do filme, Gaspar Noé, expõe explicitamente seu ego no filme dando o nome ao filho de Murphy e sua esposa de Gaspar, e um ex-namorado de Electra de Noé, ou pode apenas ser uma coincidência, o que fica um tanto difícil de acreditar.
Jéssica L.
Jéssica L.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de novembro de 2015
Pessoal, não estou conseguindo assistir o filme. Como faço para ver?
Henrique F.
Henrique F.

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de janeiro de 2017
só é muito extenso... mas mostra como o sexo tem um fator muito importante em nossas vidas e como ele pode afetar nossas decisões
Tiago de Souza Luz
Tiago de Souza Luz

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de outubro de 2023
Uma decepção!
Um filme que se propôs ser uma apresentação da sexualidade sentimental, mas que na verdade é um filme de relacionamentos com sexo - a quem quer uma verdadeira apresentação da sexualidade sentimental, sugiro assistir o Impérios dos Sentidos - lá, carência, controle, ciúmes e morte se transformam em sexo, aqui há sexo por um lado e por outro a carência, o controle, o ciúmes e a morte, completamente separáveis - e quem faz a história avançar não é o sexo (como no império dos sentidos), mas a carência, o controle, o ciúmes e a morte...
Um filme que se estrutura como um típico filme de relacionamentos (tal como cenas de um casamente, annie hall, etc), investigando os problemas que condenam de partida o relacionamento ao fracasso, mas no qual a personagem feminina é tratada a maior parte do tempo sob a chave simplista da fragilidade e tem um desenvolvimento incoerente, porque o fato o que é verdadeiramente importante para o filme são os sentimento, atitudes e posturas do personagem masculina. OU seja, se estrutura como um típico filme de relacionamentos, mas é o estudo de um único personagem na verdade (a contraparte feminina só serve para dar a deixa para o homem se expressar).
Um filme que é o estudo de um personagem, mas de um personagem bastante banal e pobre! Compare com o primeiro filme do Gaspar Noé, Sozinho contra todos, que é um estudo penetrante e marcante do ressentimento social - no Sozinho contra Todos, temos um personagem detestável, mas também terrível no seu ódio e nas consequências que esse ódio traz. Já em Love, Murphy é um macho escroto banalzão, intelectualmente presunçoso mas vazio (ouvi-lo falar é um tédio!). O pior é que na primeira cena, que mostra Murphy no seio familiar, o lance de nós ouvirmos os seus pensamentos "terríveis" é uma cópia de sozinho contra todos, mas quanta diferença! Quão o protagonista de sozinho contra todos é absolutamente terrível! E como o murphy só é banal!
Decepção, decepção, decepção.
Só não dou zero, porque a cena de sexo a três é realmente muito bem gravada, tem vários outros momentos de excelente fotografia, e tem alguns (muito poucos) diálogos interessantes.
Lorraine D.
Lorraine D.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2015
Com certeza é um filme pra se ver com olhar que vá além do ato sexual. O roteiro além de querer chocar com a crueza do sexo explícito também quer que o espectador mergulhe no turbilhão de sentimentos envolvidos em um relacionamento amoroso.
Monicke A.
Monicke A.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
O filme consegue transmitir o amor no ponto de vista sexual, roteiro original, real e sexy. Um ótimo filme sobre a sexualidade sentimental.
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