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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Almanaque Virtual
O timbre documental dos dois episódios Bourne que [Paul Greengrass] rodou antes estão lá, só que mais bem lapidadas, imprimindo tensão em fervura máxima sobretudo na sequência (antológica) de uma perseguição motorizada em Las Vegas.
Quarto Ato
"Jason Bourne" se torna um dos grandes lançamentos do ano e mostra que apesar de passados nove anos [...], temos um elenco afiado com a realidade e consolidando um filme que mesmo que não traga grandes novidades narrativas repete com sucesso a fórmula já introduzida na película de 2002.
Chicago Sun-Times
“Jason Bourne” é o melhor thriller de ação do ano até o momento, com meia dúzia de sequências incríveis de perseguição e ótimas cenas de luta.
Cinepop
No quesito adrenalina, "Jason Bourne" tampouco decepciona. O clímax de uma perseguição envolvendo um tanque da Swat em Las Vegas nos lembra porquê adoramos cinema entretenimento de verdade, criando uma sequência eletrizante e feita na marra...
Folha de São Paulo
"Jason Bourne" é mais do mesmo. Mas o mesmo, no caso, continua sendo o melhor que o cinema de ação hollywoodiano consegue produzir hoje sem recorrer maciçamente a efeitos especiais.
Télérama
Encontramos a habilidade de Paul Greengrass em injetar um verdadeiro lirismo - ou uma chama de insurreição! - nas cenas gregas onde Atenas, com fogo e sangue, luta para proteger a democracia. Também é hábil e espetacular a parte de Londres...
Variety
Exatamente como a trilogia original fez ao fechar o arco de Jason Bourne nos deixando querendo mais, esta sequência oferece um fechamento, mas nos seduz com a possibilidade de mais um filme.
CineClick
Paul Greengrass entrega ao público saudosista tudo o que ele espera. "Jason Bourne" tem cenas de ação arrebatadoras, roteiro consistente e de fácil assimilação, boas atuações e um tom político muito propício. Isso mostra que, mesmo após tantos, nunca é tarde demais para revitalizar um clássico.
Cinegrafando
Tão rápido quanto os reflexos de Jason Bourne nas cenas de ação, o ritmo da narrativa não permite ao espectador um ínfimo piscar de olhos. Qualquer distração fará você perder algum detalhe ou informação importante para a trama.
Cineweb
Tecnicamente, o filme é impressionante – especialmente duas cenas de perseguição – e a câmera semidocumental de Greengrass é, como sempre, eficiente. Por isso mesmo, não há surpresas, não se sai da zona de conforto [...] A sorte do cineasta é que até sua zona de conforto é interessante.
Estado de São Paulo
"Jason Bourne" é uma grande, excepcional aventura. Super bem feita. Ninguém, como Paul Greengrass, sabe filmar esses combates de rua [...] Mesmo no que parece mais do mesmo, Jason Bourne não cessa de surpreender.
Preview
[...] a participação pífia feminina no longa mostra que o caminho ainda é comprido [...] Com uma sequência final impressionante (apesar de um pouco alongada) e as marcas da franquia em ordem, "Jason Bourne" faz quase tudo certo. Só faltou pensar nas moças...
The Hollywood Reporter
[...] "Jason Bourne" é uma empolgante reimersão no violento e misterioso mundo das operações secretas do personagem titular, interpretado por Matt Damon.
Boston Globe
O filme existe única e exclusivamente porque as pessoas gostam de Matt Damon, do personagem que ele interpreta e porque os produtores sabem que o público quer ver mais de Jason Bourne.
Cinema em Cena
Mantendo a tradição da série de encerrar cada filme sem deixar pontas soltas – algo positivo – mesmo que deixando a porta aberta para uma possível continuação, "Jason Bourne" certamente acabará retornando em alguma nova aventura.
O Globo
São duas horas de adrenalina ininterruptas com um bom resultado, mas também com momentos enfadonhos por ser justamente este ritmo o maior atrativo do filme.
Omelete
[...] falta a "Jason Bourne" justamente mais substância. Já sabemos do que Paul Greengrass é capaz com sua câmera nervosa, e não há nada aqui em termos de ação ou narrativa que sirva de evolução, em relação à trilogia original. A evolução estaria justamente na atualização da discussão política...
Rubens Ewald
[...] o que impressiona é o trabalho de montagem, de fotografia, de incessante movimento (que pode ser ocasionalmente confuso e mesmo difícil de entender). Afinal de contas essa é a marca registrada de Bourne e a razão porque este filme e esta franquia era tão esperada.
Screen International
O diretor Paul Greengrass e Matt Damon narram a trama de "Jason Bourne" de maneira experiente, criando um filme que é bom, mas que também é uma sequência irritantemente familiar.
The Guardian
A trama baseada no caso Edward Snowden e no impacto das redes sociais torna "Jason Bourne" um filme mais relevante. No entanto, os ingredientes são basicamente os mesmos.
The Playlist
Tão convincente quanto é empolgante, “Jason Bourne”, no fim das contas, é como uma mau nutricionista, fornecendo o que o público quer ao invés do que o público precisa.
Critikat.com
O problema principal de "Jason Bourne" é que o filme é tão obsessivo em relação ao passado quanto o protagonista em relação ao seu próprio passado. Esse retorno repete as coisas exatamente onde Greengrass e Damon as deixaram...
Papo de Cinema
Se a trilogia Bourne original era uma pérola em meio aos blockbusters hollywoodianos, e o quarto capítulo – totalmente ignorado desta vez, é bom ressaltar – ao menos não fazia feio diante seus predecessores, este aqui não deixa dúvida sobre suas reais intenções: lucro rápido e resultado facilmente esquecível.
ScreenCrush
Apesar de uma reunião entre Paul Greengrass e Matt Damon parecer algo interessante para a franquia, "Jason Bourne" é somente uma réplica, uma cópia desnecessária. O filme funciona, mas não é nada que o diretor não tenha feito anteriormente. Talvez seja melhor deixar Jason Bourne se aposentar de vez.
Veja
Como transcorreram nove anos desde o terceiro longa-metragem, dá-se uma pincelada (de leve) em acontecimentos do passado. [...] Na montagem frenética e na direção agitada de Paul Greengrass, há uma sensação de déjà vu e um jeito de driblar um roteiro confuso com sequências de ação.
Washington Post
“Jason Bourne” pertence a Matt Damon e Paul Greengrass, cujo admirável - e muito pertinente - objetivo de fazer o filme pela diversão acaba se tornando uma tarefa realizada sem a menor graça.
Collider
[...] apesar de "Jason Bourne" possuir todos os elementos para o sucesso, a mistura é ruim e o que deveria ser um filme baseado em uma fórmula vitoriosa acabou sendo um filme formulaico. O filme se esforça para combinar tudo o que funcionou nos filmes anteriores, e o resultado é uma bagunça...