Ótimo filme. Quem for assistir não irá encontrar nada revolucionário, mas quem é fã vai ficar muito satisfeito. Preservaram toda ação, filmagem, lutas e perseguições dos anteriores. Cumpre o que promete!
Respeitem o agente! Sempre um passo a frente com suas sacadas brilhantes, Jason Bourne não deixa a desejar. Fui assistir o filme com baixa expectativa, achando que iriam apelar nas cenas de ação, mas mantiveram o padrão dos 3 primeiros filmes (com nova trama, é claro). O que torna o fã da série, muito mais fã. Espero que lancem logo o próximo!
Falecido em 2001, o escritor Robert Ludlum deixou em seu acervo de obras, nada mais nada menos que a trilogia protagonizada por Jason Bourne. Tal feito levou o estúdio Universal a revitalizar o formato de filmes de ação, criando um estilo em que a inteligência da narrativa é o foco dentro da produção, assim como se repete neste ótimo Jason Bourne.
Embora seja o quinto filme da franquia, esta é a quarta participação de Matt Damon como o protagonista, que vive recluso como lutador de rua ao redor do planeta. Em uma de suas "brigas", ele é descoberto por Nicky Parsons (Julia Stiles), a qual descobre informações sobre o passado não somente do projeto Treadstone, mas da vida pessoal de Bourne. Interessado pelas recentes informações, o protagonista volta a ativa com o objetivo de investigar a fundo as novidades levantadas por Parsons.
Sabendo das novas investidas de Bourne, o diretor da CIA, Robert Dewey (Tommy Lee Jones), conta com apoio da especialista em segurança de informação Heather Lee (Alicia Vikander) para não só descobrir o paradeiro do ex-agente, mas recrutá-lo com base no histórico original do projeto. Bom, as motivações que ligam Jason e Lee é o que movem grande parte da narrativa desta excelente obra cinematográfica.
Assim como disse o diretor Paul Greengrass em uma entrevista para promover o filme, os tempos são outros e fazer jus ao espaço de tempo entre o terceiro filme e este era a maior tarefa do roteiro. Não há dúvidas de que essa evolução fora alcançada, em especial no que diz respeito a tecnologia, elemento este que faz uma grande diferença no contexto, principalmente no que toca a privacidade e confiança pós Edward Snowden. Bourne também está mais atento às pessoas e como elas se comportam na tentativa de ajudá-lo, confiança é algo que se mostra improvável naquele universo tão realista.
Talvez um dos detalhes que mais causam estranheza e podem tirar parte do mérito do filme é a imensa necessidade que o diretor tem em deixar a câmera em movimento, dá-se a impressão de que o operador de câmera sofre do mal de Parkison... mesmo em situações em que alguém está ao telefone a imagem fica balançando em um recurso visual questionável, nas cenas de ação então quase não se entende o que ocorre. Por falar em sequências de ação, o novo filme mantém a mesma qualidade nesse aspecto, trazendo cenas bem organizadas e complexas, com destaque para a impressionante perseguição ao final do terceiro ato.
Mantendo a qualidade de seus predecessores, JASON BOURNE revive uma das mais inteligentes e funcionais franquias de ação do cinema, possui uma história complexa permeada com diversos elementos dos filmes anteriores e ainda inserindo novidades que clama a devida atenção. Ha espaço para novas continuações, já que o desfecho é pontual mas não definitivo, deixando margem para que Bourne retorne também na presença de Matt Damon.
A interpretação mais fraca de Matt Damon na franquia, junta-se a um roteiro muito cansado que tenta se emendar com o passado, mas não empolga. Mesmo com referência aos acontecimentos políticos atuais no mundo, as atuações monossilábicas de Damon e Vincent Cassel deixam a sensação de que falta acontecer algo na trama. Alicia Vikander surpreende numa atuação enigmática, que esconde "o ouro" até o final. Como foi deixada a porta aberta para mais um longa da série, torço para que os erros sejam corrigidos e o próximo filme que junte ação com inteligência.
Muito bom, turbulência do início ao fim! E não adianta, tudo conspira contra e você acha que tudo está perdido, lá está o cara, afinal Jason Bourne é Jason Bourne!
O mais do mesmo com Matt Damon distribuindo pancada e passando por cima de todo mundo num duelo mortal com a CIA e viajando e fazendo turismo destrutivo pela Europa. O agente ex CIA Bourne quase não fala, suas primeiras silabas aparecem depois de 20 minutos de filme numa perseguição em Atenas em meio a um protesto. Depois o filme vai para Berlim, depois em Londres mais perseguição e correria e chega aos Estados Unidos em Las Vegas onde um caveirão da SWAT serve de alvo para a fuga de um dos vilões vivido pelo francês Vincent Cassell que destrói tudo pela frente, fazendo a alegrai de muitos funileiros da cidade e tristeza para as seguradoras. A trama remete aos primeiros filmes mas não dá muito fôlego para explicações pois o que interessa é corra BOURNE corra, a CIA quer te apagar. Mas de tudo gostei de uma frase dita por um jovem magnata da Informática dizendo que a Privacidade é Liberdade tudo aquilo que a CIA menos quer e remete a Snowden. Este assunto sim poderia ter gerido uma trama mais interessante, mas Bourne não fala arrebenta.
A franquia retornou ao estilo original, com Matt Damon em excelente forma e belíssimas cenas de ação, realistas e sem exageros. A história, como sempre, gira em torno do passado de Bourne sempre chacoalhado de alguma forma pela CIA. Gostei, o segundo melhor da franquia atrás apenas do original
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